O Reino dos Enganos e a Batalha Final, (sobre o livro "Reino de Ilusão")
- Thiarles Sosi
- 22 de jan. de 2021
- 4 min de leitura
Estava observando as disputas de narrativas sobre o conteúdo e a forma que as informações são colocadas para as pessoas, e estas como que conquistadas desde dentro, em seu coração, ficaram fisgadas pelo poder da narrativa propagandística. A narrativa propagandística tem como finalidade defender um ponto de vista moldando o imaginário da pessoa impondo várias camadas de emoção e construção verbal, mas em geral pouco verossímil, mais retórica. É esta articulação retórica do discurso imposta pela emoção imaginada mais do que vivida, é que configura um poder quase sobrenatural, mais se trata de um poder que está incutido na alma do ser humano, porque o homem tende a confiar no homem, e não desconfiar dele. Não é natural que o homem não confie no seu próximo, e é por isso que nos mandamentos divino há o "Não dar falso testemunho". Ora, o que é testemunhar falsamente se não pecar contra esta tendência natural do homem em confiar no seu semelhante?
Mas se a confiança do homem para o homem é algo natural porque vem do desejo humano, de sua natureza, também é verdade que o pecado quebra a verossimilhança desta confiança. "Maldito o homem que confia no homem", diz a mesma Bíblia. Ora, isto configura um tensão terrível nas relações humanas, pois devemos confiar no próximo, mas ao mesmo tempo não podemos confiar na mesma maneira que gostaríamos, é dar um peixe para puxar a rede de volta, é dar um remo e puxar o barco.
No livro que estou escrevendo, chamado "Reino de Ilusão", um dos temas centrais do texto é justamente esta tensão pela confiança nas relações humanas. Quem fala e quer a Verdade? O que é a Verdade? Quem busca e luta pela Verdade? Reino de Ilusão ou reino dos enganos, é a narrativa de um conflito entre quem pode confiar em quem. Mas há em quem confiar, há quem busca a verdade.
A narrativa subsiste na seguinte ideia: No princípio Deus criou o homem com total harmonia com a natureza, porém o pecado quebrou esta unidade do homem consigo mesmo, com a natureza, com o próximo e com Deus. O resultado disto é que o homem só consegue realizar aos pedaços a busca pela Verdade e por esta Harmonia. Então, necessitando de homens e sábios que de maneira mais sobrenatural se relacione com estas Harmonias, também chamadas de "Cosmos", Deus chama de tempos em tempos homens vocacionados a viver de maneira mais íntima esta unidade, estes são chamados de Guardiões da Criação ou Guerreiros Cósmicos.
Os Guardiões possuem o dever de proteger a Criação Divina contra os Poderes do Engano, ou Forças da Ilusão, que são no final de contas, a grande força do adversário da Criação e de Deus, e que busca destruir o homem, muitas vezes usando o próprio homem, e mesmo a criação. Tudo torna-se confuso, tenebroso, mas há uma luz; a inocência de crianças de um país distante da Ásia, chamados a serem os novos guardiões cósmicos, eles lutarão contra as forças do engano. Para esta tarefa eles receberão cada um segundo o seu contexto as armas dadas por Deus destinadas somente aos vocacionados e que possuem o poder de harmonizar os corações destes jovens com a natureza, com Deus, e com uns aos outros.
Uma das crianças deverá dominar a mais poderosa de todas as armas, e que pertencerá aquele que será o chefe dos Guardiões Cósmicos.
Mas não basta saber quem será o Guerreiro chefe, é necessário que os Guardiões se desenvolvam em todos os seus talentos ao extremo, nas camadas mais superiores do Cosmos, até que possam alcançar o título de Senhor Xénon (Senhor da Luz). Por isso o título deste Romance-Rio é "Enredos do Senhor X" ou Enredos de Senhor Xénon, porque Xénon corresponde ao nome da última letra do alfabeto gradênio, língua dos gradênios em que falam as personagens da trama, e que corresponde ao nosso X em português.
Mas por qual motivo eu falei que estava observando as disputas de narrativas sobre conteúdo e forma que as informações são apresentadas às pessoas e isto tem haver com o enredo do próprio livro? Porque a habilidade de conquistar a unidade harmônica se dá na conquista do coração, a adesão total e submissa daqueles que desejam servir e ajudar os guerreiros cósmicos a realizarem as suas proezas. Mas existem aqueles que não são os guerreiros cósmicos, que são os adversários manipuladores, aqueles que dominam os poderes de ilusão para fortalecer os mesmos inimigos dos Guardiões. Os embates deste problema se tornarão inevitáveis. Assim também na nossa vida real, onde a disputa de narrativas, em que uns estão a serviço dos "poderes de ilusão" enfrentarão inevitavelmente aqueles que se levantarão como guerreiros cósmicos, isto é, da realidade criada por Deus, em suma a Verdade que é Deus mesmo, porque estes foram despertados pelo mesmo Deus. A disputa que ocorre nos nossos dias na sociedade, é uma batalha pela conquista dos corações, pela unidade e força harmônica, mas apenas o bem vencerá porque somente ele produz a harmonia, somente ele conduz ao último cosmo, a Luz.
Para quem tem interesse em conhecer este livro que estou escrevendo há alguns anos, acompanhe-me neste blog, e nas redes sociais: https://twitter.com/SosiThiarles,
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