Coronavírus: Origens e discussões teóricas
- Thiarles Sosi
- 4 de mai. de 2020
- 7 min de leitura
Coronavírus origens e discussões teóricas:

Nomes derivados para o coronavírus: Covid-19, Sars-cov2-19, Sars 2, 2019-nCov, Vírus de Wuhan, Vírus Chinês, coronavírus chinês, coronavírus de Wuhan, novo coronavírus.
O Covid-19 é o nome técnico da doença que já se chamou também de Sars-cov2-19 (Síndrome Respiratória Aguda do Coronavírus 2-2019). Os principais sintomas da doença são febre, dores musculares, dores de cabeça, fraqueza nos músculos, tosse, espirro com coriza, falta de ar (nos casos mais graves) e outros, isto é, ela é semelhante a uma gripe ou um resfriado, tanto que para a maioria dos infectados, ela passará despercebida ou com alguns sintomas leves, mas nos casos graves pode evoluir para uma pneumonia ou insuficiência respiratória, o que justifica o nome de Síndrome Respiratória Aguda, já o termo coronavírus que foi popularizado no mundo todo trata-se na verdade de uma família de vírus muito comuns entre seres humanos e animais, mas em sua grande maioria não causam mais do que resfriados, entre os animais, em geral, não se transmitem para humanos, exceto este que conforme as primeiras teorias diz ter originado-se de morcegos, em especial pela alimentação de iguarias de morcego no mercado marítimo de Huanan em Wuhanm China.
A pandemia do Covid-19 ou coronavírus pôs o mundo de joelhos, e um problema como este que provocara reações nunca antes vistas em tal escala de valores merece uma investigação profunda e honesta para ajudar o que está a acontecer no mundo em 2020.
Neste relatório vamos investigar sobre as probabilidades do que é, como, quando, porquê e onde surgiu este problema que se tornou numa pandemia mundial. Este relatório é baseado unicamente no que já foi publicado e discutido ou que está sendo acompanhado processualmente no mundo até os fins de Abril de 2020:
Conforme relata-nos um documentário publicado pela Epoch Times no Tracking Down: The originin of Wuhan Coronavirus:
Em 30 de Dezembro de 2019, um aviso interno da Comissão de Saúde de Wuhan, capital da província de Hubei, China, avisa sobre casos estranhos de pneumonia. Em 31 de Dezembro de 2019, a notícia se espalhou e averiguou certa relação com o Mercado de Huanan, mercado de frutos do mar da cidade, no dia seguinte (1º de janeiro de 2020) o mesmo mercado foi fechado. Em 26 de Janeiro de 2020 o Instituto de Virologia de Wuhan, CDC, instituto responsável por um laboratório de biossegurança de nível 4 (mais elevada categoria do gênero no mundo, única na China), anuncia que 33 das 585 amostras ambientais do mercado foram encontradas para conter o novo ácido nucléico do coronavírus e identificou como certo que o novo vírus proveio dos animais do mercado.
Porém há um artigo publicado pelo The Lancet intitulado “Clinical Features of Patients infected with 2019 novel coronavirus in Wuhan, China” (Características Clínicas de Pacientes infectados com o novo coronavírus de Wuhan, China) que indica que o primeiro caso de registros desconhecidos da doença foi em 1º de Dezembro de 2019, quando não havia relação com o Mercado de Huanan. Ao longo do período anterior ao isolamento do mercado, houve 41 casos, cerca de 14 deles não haviam relação com o mercado, o que significa que o mercado não foi o fator primordial da doença, também indica que a doença já podia ser identificada como contagiosa de humano para humano. Como é falado no documentário, o isolamento abrupto do mercado no dia seguinte ao noticiamento de casos estranhos de pneumonia com certa relação ao mercado mais se assemelhou ao apagamento de arquivo em série. Um outro ponto importante é a confusão em torno do consumo de carne de morcego, o que é uma mentira, pois não há este costume entre os chineses e muito menos especificamente naquele mercado.
Devido ao período de incubação do vírus que pode ser até de 2 semanas mais ou menos, significa que o primeiro caso de coronavírus ocorreu em meados de novembro, e mesmo que se levasse em conta os casos a partir do mercado teria que considerar-se igual período antes de 30 de Dezembro de 2019, ou seja, em 15 de Dezembro de 2019, portanto, sem ligação com o mercado!
Conforme continua a reportagem, a investigação sobre o genoma do novo vírus indicou similaridade com vários coronavírus já amostrados por diversas instituições do Estado Chinês, a completa semelhança em várias proteínas com a mesma composição de aminoácidos indica que foi um vírus manipulado em laboratório, pois o comum é haver mutação das proteínas de vírus quando elas sofrem mutação para ser transmissível de uma espécie animal para outra. Além disso foi detectado no novo coronavírus nomeado posteriormente de Covid-19 que ele possui as proteínas S ou Spike, que são proteínas necessárias para adentrar de maneira eficiente em células humanas, são como se fossem as “chaves” para entrar nas células humanas, ora, estas chaves não poderiam ter sido adquiridas por vários vírus ao mesmo tempo em várias pessoas em diferentes dias no Mercado de Frutos do Mar de Huanan de maneira natural, ou seja, anula-se de uma vez que o vírus tenha se formado de maneira natural, anula-se que tenha começado no mercado de Huanan.
Uma peça importante de investigação é sobre a virologista Shi zhengli, uma pesquisadora do Instituto de Virologia de Wuhan cuja linha de pesquisa é justamente sobre coronavírus de morcegos e a transmissibilidade entre espécies. Num artigo seu de 2015 ela fala sobre o seu trabalho de desenvolvimento de coronavírus de morcegos transmissíveis à humanos, vírus sintéticos. Desde o surto de Sars 2003, ela vêm realizando pesquisas sobre os coronavírus. Em 2010 o foco dela e de sua equipe era o estudo da transmissibilidade dos coronavírus entre espécies, em especial para a parte que permite a transmissão desse vírus para humanos, isto é, sobre a proteína S ou Spike! Em outro artigo no mesmo ano ela conseguiu encontrar o caminho para tornar o coronavírus de morcegos transmissíveis para humanos. Em 2013 ela e sua equipe publicou uma artigo na revista Nature, em que eles conseguiram isolar 3 espécies de vírus de morcegos, um dos quais tinha proteína S integrado aos receptores humanos ACE-2. Em 2015, ela e sua equipe no Instituto de Virologia de Wuhan, publicou um novo artigo na revista britânica Nature Medicine. Neste trabalho discutiram a criação de vírus sintético, “um vírus quimérico auto-replicante, este vírus possuia o vírus da Sars como estrutura com a proteína S (Chave) substituída pelo que eles encontraram em um coronavírus de morcego”, que ela mencionara em 2013. “Este novo vírus demonstrou uma poderosa capacidade para infecção entre humanos”.
Simon Wain-Hobson, do Instituto Pasteur, continua a reportagem, denunciou a periculosidade destes trabalhos, caso este vírus fosse libertado do laboratório ele poderia se espalhar por qualquer lugar pelo mundo inteiro, exatamente como ocorre com o covid-19, exatamente como previsto pelo Event 201, exatamente como anunciado pelo “profeta” Bill Gates.
Ph.D Judy A. Mikovits denuncia que o covid-19 não poderia se espalhar tão rapidamente a não ser que tenha sido transportado entre laboratórios, por correios, entre cientistas, e eu acrescentaria entre as mercadorias chinesas denunciadas fortemente como infectadas pelo vírus no mundo inteiro! Isto é absolutamente grave!
A reportagem tráz ainda que, após o surto de Wuhan, pesquisadores indianos descobriram que o novo coronavírus tinha adquirido 4 novas sequências, todos podem ser encontrados em vírus de HIV, através de GenBank, Shi Zhengli desacreditou o trabalho. No entanto, o estudo revela que há 3 vírus que possuem esta sequência; o vírus HIV, o segundo é o coronavírus de morcego da Shi Zhengli, e o terceiro é o coronavírus de Wuhan (Covid-19)!
A PhD Judy A. Mikovits explica que o covid-19 possui a proteína gp41 que pertence ao vírus do HIV, esta proteína é como a chave que permite que o vírus do HIV (Aids) adentre nas células humanas resultando na falha imunológica que causa a doença. Como explica a reportagem; “Se a pesquisa de Judy e seus colegas for estabelecida, isso significaria que a parte infecciosa do vírus de Wuhan, isto é, a proteína S (Spike), incorporou a sequência da proteína-chave (GP41) do HIV (Aids)!”
Gen Robert Spalding, ex-diretor sênior de estratégia NSC do Instituto Hudson reflete para a reportagem:
“Eles estavam (Shi Zhengli e sua equipe) trabalhando no desenvolvimento de um coronavirus para o hospedeiro humano. O que leva você a questionar; por que você criaria um coronavírus que pode infectar humanos? Qual seria o objetivo dessa pesquisa? É para uma arma? É para você criar uma vacina em que você é o único destinatário dos lucros?”
As inúmeras censuras do governo chinês e do PCC sobre todos os estudos não licenciados sobre o vírus indicam que o governo tinha o que esconder, já que o vírus de Wuhan é natural não haveria o porquê de impedir ou censurar os cientistas que estavam estudando o caso, como o doutor Li Wenliang.
O Instituto de Virologia de Wuhan de Biossegurança P4 (o nível mais alto da categoria no mundo, único na China) é a instituição de pesquisa de doenças virológicas mais avançada da China e no entanto ficou bastante em silêncio durante esta pandemia, mesmo defendendo que o tal vírus covid-19 proveio naturalmente e de morcegos…ora porquê tanto silêncio? Não é natural? Deveria então lançar-se com tudo neste fato que é o mais importante do ano!
Em 2 de Janeiro de 2020 o diretor geral do Instituto enviou um e-mail geral para todos os internos do Instituto. O e-mail era referente a um aviso de proibição de qualquer divulgação sobre o surto da nova doença que ainda estava surgindo nos seus mais primórdios casos, conforme denuncia a reportagem. E a Comissão Nacional de Saúde da China proíbe qualquer divulgação de qualquer dados referentes ao novo vírus nas mídias sociais. Ora, o regime comunista chinês proíbe todo o estudo da ciência, apenas aquilo que ela permite de antemão, isto gera atitude suspeita… novamente, não é um vírus natural? Não surgiu do “chá de morcego no mercado marítimo de Huanan?” Então porque tanto controle sobre pesquisas científicas espontâneas sobre algo de relevância máxima do ponto de vista científico e que no entanto não tinha relevância global e nem midiática naquela altura?
Numa série de eventos importantes que se seguiram no Instituto, chama a atenção aquele referente ao 7 de fevereiro de 2020, como revela a reportagem, em que o especialista em armas bioquímicas do Exército de Libertação Popular Chen Wei assumiu o controle do Instituto! E outra informação; dia 14 do mesmo mês o líder do país, Xi Jinping coloca a biossegurança no quadro de segurança nacional e ainda acelerar a aprovação de uma lei de biossegurança. Por quê? Em 17 de Fevereiro de 2020 um dos pesquisadores do instituto, Chen Quanjiao revela que o diretor do mesmo instituto, Wang Yanyi, era suspeito de vazar o vírus.



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