Event 201- o planejamento de uma crise
- Thiarles Sosi
- 6 de mai. de 2020
- 6 min de leitura
Event 201- o planejamento de uma crise

A prova auto-evidente de que a pandemia de covid-19 não apenas foi planejada e premeditada, como também deram ensejo para que ela acontecesse está no Event 201. Em 18 de outubro de 2019 a Universidade Johns Hopkins, a mesma que está na corrida para os estudos científicos pelo covid-19, foi a anfitriã de um evento de simulação de pandemia por covid-19. Melhor do que eu falar, será os próprios organizadores quem explicarão o que foi o evento:
“O Evento 201 foi um exercício de mesa pandêmico de 3,5 horas que simulou uma série de discussões dramáticas e facilitadas, confrontando dilemas difíceis e reais associados à resposta a uma pandemia hipotética, mas cientificamente plausível. 15 líderes globais de negócios, governo e saúde pública foram participantes do exercício de simulação que destacou questões políticas e econômicas do mundo real não resolvidas que poderiam ser resolvidas com vontade política, investimento financeiro e atenção suficientes agora e no futuro.
O exercício consistiu em transmissões de notícias pré-gravadas, briefings ao vivo da "equipe" e discussões moderadas sobre tópicos específicos. Essas questões foram cuidadosamente elaboradas em uma narrativa convincente que educou os participantes e o público.
O Centro Johns Hopkins para Segurança da Saúde, o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates propõem conjuntamente essas recomendações .”
Perceba aqui a presença onipresente do deus Bill Gates e de seus tentáculos de polvo obstinado.
“Nos últimos anos, o mundo viu um número crescente de eventos epidêmicos, totalizando aproximadamente 200 eventos anualmente. Esses eventos estão aumentando e prejudicam a saúde, as economias e a sociedade. O gerenciamento desses eventos já prejudica a capacidade global, até mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia. Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global - uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna o "Evento 201", exigiria cooperação confiável entre vários setores, governos nacionais e instituições internacionais importantes.”
Portanto nós estamos no seio de um evento premeditado e cuja implicação já possui base, estamos no meio de uma simulação real em escala global do Evento 201 nas palavras deles mesmos!
"Estudos econômicos recentes mostram que as pandemias serão a causa de uma perda econômica anual média de 0,7% do PIB global - ou US $ 570 bilhões . As respostas dos atores ao cenário iluminaram a necessidade de cooperação entre a indústria, os governos nacionais, as principais instituições internacionais e a sociedade civil, para evitar as conseqüências catastróficas que poderiam surgir de uma pandemia em larga escala.
Semelhante aos três exercícios anteriores do Centro - Clade X , Dark Winter e Atlantic Storm -, o Evento 201 teve como objetivo educar líderes seniores no mais alto nível dos governos americanos e internacionais e líderes nas indústrias globais.
É também uma ferramenta para informar os membros das comunidades de políticas e preparação e o público em geral. Isso é diferente de muitas outras formas de exercícios de simulação que testam protocolos ou políticas técnicas de uma organização específica. Exercícios semelhantes ao Evento 201 são uma maneira particularmente eficaz de ajudar os formuladores de políticas a compreender melhor os desafios urgentes que podem enfrentar em uma crise dinâmica do mundo real.”
Apesar de saberem das consequências que uma crise pandêmica da magnitude do covid-19 provocaria, eles simplesmente seguem exatamente propondo os planos que eles mesmos premeditaram como sendo ineficientes como quarentena, isolamento social, bloqueios pessoas e estado policial, crise econômica e etc.
“A próxima pandemia severa não apenas causará grandes doenças e perda de vidas, mas também poderá desencadear importantes conseqüências econômicas e sociais em cascata que podem contribuir muito para o impacto e o sofrimento globais. O exercício de pandemia do Evento 201, realizado em 18 de outubro de 2019, demonstrou vivamente algumas dessas importantes lacunas na preparação para a pandemia, bem como alguns dos elementos das soluções entre os setores público e privado que serão necessárias para preenchê-las. O Centro Johns Hopkins para Segurança da Saúde, o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill e Melinda Gates propõem conjuntamente essas recomendações .”
O mais interessante disso é o cenário fictício da pandemia de sars cov-19 que se isntalaria no mundo, a partir do Brasil!
“O evento 201 simula um surto de um novo coronavírus zoonótico transmitido de morcegos a porcos para pessoas que eventualmente se torna eficientemente transmissível de pessoa para pessoa, levando a uma pandemia grave. O patógeno e a doença que causa são modelados em grande parte na SARS, mas é mais transmissível na comunidade por pessoas com sintomas leves.
A doença começa nas fazendas de suínos no Brasil, silenciosa e lentamente no início, mas depois começa a se espalhar mais rapidamente nos ambientes de saúde. Quando começa a se espalhar eficientemente de pessoa para pessoa nos bairros densamente povoados e de baixa renda de algumas das megacidades da América do Sul, a epidemia explode. É exportado primeiro por viagens aéreas para Portugal, Estados Unidos e China e depois para muitos outros países. Embora a princípio alguns países possam controlá-lo, ele continua a se espalhar e a ser reintroduzido, e eventualmente nenhum país pode manter o controle.”
Perceba a semelhança de tal crise de coronavírus fictícia com a do covid-19 real, são idênticas, só mudam os países de onde começaram, Brasil (fictício) e China (real). Não muda a teoria de como surgiu, ela surge invariavelmente de morcegos ou porcos que eventualmente se transmitem para humanos, (será que se fosse no Brasil eles diriam que era porque os brasileiros têm costume de tomar chá de morcego?), na fictícia os surtos começam nas fazendas de suínos do Brasil, na real pandemia surge num mercado de frutos do mar de Huanan, Wuhan na China.
“Não há possibilidade de uma vacina estar disponível no primeiro ano. Existe uma droga antiviral fictícia que pode ajudar os doentes, mas não limita significativamente a propagação da doença.”
Perceba que eles dizem que há possibilidade de surgir um tratamento que pode ajudar os doentes (cloroquina?), mas não limita a propagação da doença (certamente que se confirma). Mais uma vez eles acertam tanto na ficção quanto na realidade, pois todos os tratamentos sugeridos ou não são eficientes para conter a doença ou limitá-la ou não possuem credibilidade científica como a ignorada globalmete a cloroquina e a hidroxicloroquina, embora elas sejam medicamentos antigos já usados na medicina para diversos tratamentos de doenças semelhantes ao covid-19 como malária, dengue e tuberculose.
“Como toda a população humana é suscetível, durante os meses iniciais da pandemia, o número acumulado de casos aumenta exponencialmente, dobrando a cada semana. E à medida que os casos e as mortes se acumulam, as consequências econômicas e sociais se tornam cada vez mais graves.
O cenário termina nos 18 meses, com 65 milhões de mortes. A pandemia está começando a diminuir devido ao número decrescente de pessoas suscetíveis. A pandemia continuará até certo ponto até que exista uma vacina eficaz ou até que 80-90% da população global seja exposta. A partir daí, é provável que seja uma doença endêmica da infância.”
Aqui mais uma vez eles parecem acertar em cheio, porque eles dizem, inclusive o Mandetta, ex-ministro da saúde no governo Bolsonaro (e agora sabemos porquê), que esta doença só se resolveria após 18 meses com o surgimento de uma vacina e a imunização de rebanho tão falada na mídia. Quando ouvimos na mídia a palavra “18 meses de quarentena” saibamos que foi desse cenário ensaiado que eles estudaram.
Mas para não dizer que eles acertaram tudo, não sabemos ainda se a taxa de mortalidade é tão alta a ponto de 1% da população mundial estar condenada a morte por causa disso. No entanto, esta atitude criminosa de encenar uma pandemia que 1 mês depois (17 de novembro como demonstra pesquisas recentes com fortes evidências) se mostra verdadeira como se fosse uma profecia do apocalipse revela que eles sabiam e promoveram tal crise. A própria aliança entre organizadores e agentes que ensaiaram e que agora estão por trás da tempestade de interesses nessa crise, inclusive obtendo vantagens exorbitantes, indica que tudo não passa de um conluio, onde a Terra é o palco e o Covid-19 não passa de um Evento 201 de ensaio para um posterior muito pior.
Quem foram os organizadores participantes deste evento? Johns Hopkins, Fórum Econômico Mundial, Fundação Bill e Melinda Gates, membros e ex-membros da ONU, Academia Chinesa de Ciência da qual o Instituto Wuhan de Virologia está submetido, empresas aéreas (fortemente atingidas por sinal, porém protegidas viementemente) como a Lufthansa Group, a Fundação UPS que trabalha para a construção de uma cidadania global, o Centro de Controle de Prevenção de Doenças (CDC) que junto com o NIAID de Fauci compreende os órgãos responsáveis pela atuação política do governo dos EUA para a crise do COVID-19 no que se refere a saúde, a empresa Johnson e Johnson.



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