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Vem ser racista com a Magazine Luíza



Quem ainda não viu a notícia de que o Magazine Luíza, uma das maiores empresas varejistas do Brasil, está mudando sua política de contratação baseada na raça das pessoas? Ao decidir contratar somente pessoas negras para o seu quadro de funcionários, em especial para os cargos de liderança, na desculpa de fomentar a "diversidade", está na verdade cometendo crime de racismo, não contra brancos, um "racismo reverso" como dizem alguns, mas um racismo confessado, porque dessa forma essa empresa confessa que não possui mais negros nos cargos de liderança porque fazia distinção racial. A mudança de atitude política na contratação baseada na raça, indica que havia um padrão anterior, e este padrão era racista, era segregacionista, apesar de confessar ter 53% de funcionários pardos e negros, tem apenas 16% nos altos cargos, e confessa ainda que era assim por racismo. Ao fazer esta seleção racial, o Magazine Luíza confessa que além de racista por não ter contratado antes por segregar os negros e os altos cargos, comete um racismo ainda maior agora baseado no darwinismo social, onde os negros são colocados como inferiores aos brancos e por isso faz-se necessário uma segregação exclusivista, a fim de que os negros tenham alguma chance de subir na empresa. O Magazine Luíza fez uma dupla confissão de por um lado não contratar negros por acreditarem serem inferiores aos demais, e depois agora por confessar acreditar que os negros são inferiores e que precisam de um exclusivismo para que assim tenham alguma chance, é como se dissessem que se os brancos forem colocados do lado dos negros, estes não possuiriam chances iguais de vencimento a aqueles.


Na minha opinião o Magazine Luíza deveria ser processado por estes dois crimes confessos de racismo, um anterior e outro posterior.


Qual tipo de combate ao racismo é este realizado por esta empresa? é ridículo que uma empresa acredite realmente combater o racismo ao ser racista. O Magazine Luíza é mais uma empresa globalista que trabalha para esta desestabilização da sociedade, assim como a AMBEV, Natura, Globo, Bradesco, JBS, etc; e como tal pretende jogar as pessoas umas contra as outras na desculpa de fomentar a "justiça social" ou a "igualdade". Que igualdade é essa onde as pessoas são escolhidas por um exclusivismo de cor? Eu particularmente me sinto ofendido por esta empresa agir desta maneira, ou melhor, me sentiria ofendido se não soubesse ao quê eles realmente pretendem realizar.


Toda empresa que adota uma política de "diversidade", e esta diversidade traduz-se em exclusivismo para pessoas de uma determinada raça, é uma admissão de racismo velado anterior, e que agora decide romper para prosseguir dentro de uma determinada agenda política que visa ao lucro e a uma certa imagem de "justiça", quando na verdade é a confissão e sistematização da injustiça, a saber, a segregação racial e setorização da sociedade.


E outra coisa pior, ao realizar isto, a empresa irá separar negros de pardos, ou seja, além de segregar as pessoas por uma suposição de raça e cor, exclui também os mestiços que, em tese, sofrem também pelo racismo, ou seja, na prática o Magazine Luíza está adotando uma política de Darwinismo Social pueril e sistematizado.

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