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Uma possível Guerra Civil se avizinha ao Brasil?

Dia 7 de Setembro, ao que tudo indica, remeter-nos-á a uma certa mudança histórica do Brasil. Esta mudança poderá ocorrer sem abster-se de uma possível confrontação entre as duas forças políticas vigentes: Os Patriotas contra o Foro de São Paulo. Esta confrontação não é necessariamente física, muito menos violenta, mas sobretudo identitária, espiritual.



Não, não é um título sensacionalista só para chamar a atenção do leitor, até porque este site Geópolis está sendo, muito provavelmente, prejudicado ou impedido pelos algoritmos dos grandes motores de busca para levar informações que embora não sejam confidenciais, não são aprovadas para fazerem parte do discurso dominante de manipulação da opinião pública. Isto vale para a Pandemia à nível global, também vale para o Brasil a nível nacional. Mas a grande ameaça de uma verdadeira guerra civil no Brasil a se aproximar provém de uma instituição que assim como todos os grandes articuladores do Poder Revolucionário Comuno-Globalista alimenta o discurso único anticonservador, antiliberdade, e verdadeiramente antidemocrático. Sim, estamos falando do STF.


É evidente a escalada de tensão contra as vozes anticomunistas, antirrevolucionárias, contra o Foro de São Paulo neste país. Se não fizermos uma verdadeira tomada de poder das instituições, obrigando àqueles que tomaram as instituições para si, toda chance de liberdade neste país cairá por terra, pois o que está em jogo é a democracia, é a continuidade das mesmas instituições que o STF diz defender. Já faz tempo que a Lei no Brasil não vale para os corruptos. Saras Winters, Oswaldos Eustáquios, Danieis Silveiras, Robertos Jeffersons, Wellington Macedo, Josés Trovões (Líder do Movimento dos Caminhoneiros que organizam a paralização em Brasília) e agora, até o grande e admirável Sérgio Reis que é intimidado pelas forças de Estado, se multiplicarão pelo país, frutos da perseguição que cresce por hora. O STF declarou guerra aos "brasileiros que querem o Brasil de volta", aos conservadores ou a qualquer voz crítica ao Establishment do Foro de São Paulo, se o povo não se levantar, estaremos marcados para perder o Brasil por gerações.


Após este ímpeto de convocação à guerra, precisamos sintetizar o que está acontecendo no Brasil em 2021, mais precisamente neste Terceiro Trimestre, pois o que está acontecendo não é mais um fato na política do dia, mas a síntese de tudo o que vem acontecendo por anos a fio, e que agora tomou as proporções mastodônticas de um Grand Finale com potencial de marcar "um ponto de inflexão, uma Era Pré e Pós" para parafrasear o Klaus Schwab onde a história do Brasil mudará. Estamos falando de uma Era Pré e Pós-Nacional.


Todos sabem que o Supremo Tribunal Federal se arrogou o direito de conduzir o país sobre os demais poderes da República à sua revelia e com a anuência do Congresso Nacional que está amarrado por uma cadeia de corruptos de uma oligarquia nefasta a dominar o Brasil nas últimas décadas. Nos últimos dias o STF procurou elevar o rumo dos ataques à democracia com o nome de "defesa da democracia" por meio da derrubada do Executivo, para isto se tornou necessário derrubar de uma vez por todas as bases que sustentam o Governo, desde políticos até empresários, ou melhor, até simples cidadãos. Neste ínterim foram presos o Roberto Jefferson, e o deputado Daniel Silveira há pouco mais de 1 ano. A derrubada do governo significa a tomada pelo Foro de São Paulo e do Tucanato sobre o Brasil, o que significa que tal mal se torna na atual conjuntura no ápice da tomada de poder. Para impedir que o Foro de São Paulo ganhe as eleições por meio da fraude, o presidente apoiou o projeto do Voto Impresso e Auditável, mas isto se tornou na grande eclosão de guerra entre os poderes. Por quê? A única razão plausível é a manutenção da fraude nas eleições. Por outro lado, quem ataca o suprimido Tribunal Federal Por isto que setores da sociedade e da economia como os fazendeiros e caminhoneiros estão organizando um manifesto para a partir do dia 7 de Setembro de 2021, Dia da Independência. A paralização tem como objetivo Neste intervalo de tempo, em que seria óbvio


Bolsonaro enviou o pedido de impeachment para o e Alexandre de Morais https://tercalivre.com.br/bolsonaro-protocola-pedido-de-impeachment-de-alexandre-de-moraes/, na sexta-feira dia 20, coisa certa a se fazer, pois as ações de combate àqueles que utilizam das instituições para desobedecer e distorcer a lei devem ser combatidos não nos termos das instituições por exemplo "Contra o STF", mas nos termos de contra nomes específicos, pois não é o STF, mas seus membros que desrespeitam as leis. Inicialmente vários ministros, para não dizer todos, precisam ser impichados, mas no momento aquele que declarou guerra total de combate tanto ao governo quanto às liberdades de expressão dos conservadores é o Alexandre de Morais, autor de inquéritos e processos ilegítimos contra aqueles que ele considera "dissidentes" ou "reacionários". Mas o pedido de impichação foi rechaçado por Rodrigo Pacheco que pediu por uma "harmonia entre os poderes, diálogo pelo progresso" e toda aquela lorota típica de quem quer se escusar da responsabilidade que doravante piora para uma nova escalada, até porque o STF e o senhores ministros em nada querem diálogo, mas pagar para ver, medir a força do braço.


No dia 7 de Setembro, dia da Independência, é o dia predeterminado por massas brasileiras sob a convocação e aval do Presidente da República a fim de determinar qual é a vontade popular, o "Ultimato" para assim realizar uma ação clara contra os abusadores da República, isto é, o Foro de São Paulo e seu gabinete estatal o Supremo Tribunal Federal. junto deste verdadeiro gabinete do ódio há a Grande Mídia, o Congresso Nacional, o Foro de São Paulo, partidos de esquerda aliados a movimentos políticos estrangeiros e por isso mesmo ilegais como o PT e PDT segundo a lei.


No dia 3 de Setembro, portanto, faltando poucos dias para a Manifestação contra a Juristocracia, foi preso outro jornalista independente (não ligado à Grande Mídia) no caso o Wellington Macedo. A notícia foi dada pelo jornalista que também fora perseguido pela Juristocracia e pelo seu algoz Alexandre de Morais, Oswaldo Eustáquio. Esta ação pode ser interpretada como um ataque de desespero por aqueles que se arrogando defender o Estado Democrático de Direito são os mais antidemocráticos detentores de Poder de Estado neste país, o que configura sobretudo o poder do STF que sobressaiu contra todos os outros, a Juristocracia, a invasão do Poder Judiciário contra os outros poderes e contra o Povo Brasileiro, indo completamente contra a Lei de Liberdade de Expressão. Na manhã deste mesmo dia, Jair Bolsonaro confirmou que no dia 7 de Setembro" haverá um Ultimato contra 1 ou 2 que usurpando da lei se verão contra ela, dentro das 4 linhas".


A paralização mais ou menos grave dos caminhoneiros e fazendeiros do país, portanto de sua força motriz principal, a manifestação em massa e organizada em Brasília e nas capitais estaduais além de muitas outras cidades, pode se tornar a fagulha de uma possível guerra civil, isto se houver resistência explícita daqueles agentes tomados de ganância pelo poder. A cooperação entre os Poderes explicita que aqueles que ultrapassaram seus limites devem ser barrados, e mesmo, retirados.


Dia 7 de Setembro poderemos ver o que o Brasil quer, quem está ou não com o direito, a justiça e a Constituição. Veremos o desabrochar da democracia ou o seu completo esfacelamento. Pode ser doloroso, deve ser decisivo.

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