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Superpopulação e mitos: capítulo 2: Há superpopulação?



2. Há superpopulação?

O termo superpopulação é um enfadonho engano sem qualidade científica, mas respaldo midiático e político, que são os únicos setores culturais preocupados com o tema, porém, alimentados po estudos escassos da classe científica, ora da academia universt´ria, ora dos institutos corporativstas das grandes empressa e organizações "filantrópicas" preocupadas por N coisas. Primeiro porque o termo é superlativo, portanto confere valor de excessivo, e depois é lhe atribuído um número, dizendo, tal número é superpopulação. Sendo o termo subjetivo, sua atribuição a um número objetivo é igualmente subjetiva. O termo superpopulação poderia ser atribuído a um local realmente cheio e que sobrecarrega o meio ambiente, como inúmeras zonas periféricas que há pelo mundo, sobretudo em torno de grandes cidades subdesenvolvidas como São Paulo e Daca, ou atribuídas a zonas urbanizadas como Tóquio e Nova York que já destruíram quase todo o meio ambiente em vasta extensão de terra, para abrigar a superestrutura de suas macrópoles. Quando falamos de um território mais vasto, porém, como o Brasil, é um erro categórico, porque se trata de um continente em grande medida inexplorado, cuja população está em 4/5 concentrados num único bioma: Mata Atlântica, e mesmo neste, em algumas áreas próximas do litoral, ou numa faixa de terra que não passa de duzentos quilômetros a dentro do continente, habitando a terra que os antigos chamavam de Pindorama.


Por isso, uma simples afirmação positiva ou negativa a respeito da capacidade da Terra de abrigar o homem é pretenciosa ou ridícula, ou incredível, já que nenhum estudo tão vasto é possível ao ignorar todos estes fatores apontados acima e ainda outros. É provável que nunca seja provável tal pesquisa, porque se ignora, além do que já fora referido, se ignora os fatores maiores ainda que são corrente de ar, oceanos, atividade solar, a influência da Lua, a influência da Antártida (que é capital para o clima do Brasil e América do Sul), dos ecossistemas terrestres e marítimos ao redor do mundo e interligados, incluindo os desertos, como do Saara e Namíbia que possuem íntima relação com os ecossistemas brasileiros (por que ninguém fala que é necessário preservar os desertos, não é? Apesar deles serem fundamentais para as maiores florestas tropicais do mundo!). Tudo isto possui importância capital para calcular a capacidade da Terra de suportar o homem e sua 'superpopulação'. Este cálculo jamais foi feito, e se foi feito, passa tão longe da verdade quanto medir a idade da Terra, a extensão do Universo, a quantidade de chuvas que pode cair em um século, a durabilidade da luz solar, a possibilidade real de ganhar na megasena com um único bilhete, e outras.


Há ainda um último fator primordial e ignorado por toda a classe de dirigentes preocupados com a superpopulação e o meio-ambiente em geral: o movimento das placas tectônicas; que influem diretamente na forma dos continentes e oceanos, na durabilidade dos ecossistemas, na atividade vulcânica (principal fator modificador de clima a nível regional); tudo isto afeta a capacidade de qualquer obra humana para "frear" uma catástrofe de superpopulação, justamente porque o fator desconhecido é o principal fator necessário e ignorado pela classe de dirigentes.


Todos os que se dizem preocupados com o meio-ambiente, além de ignorarem o mesmo meio-ambiente, ignoram os reais perigos de que o mundo nunca está apartado, ao contrário, sempre esteve presente alertando os homens de todos os tempos, como terremotos, furacões, erupções vulcânicas e enchentes. Se fôssemos incluir os fatores doenças por vírus e bactérias, iríamos bem longe.


Não há que se preocupar com superpopulação, já que ela não aumenta em quantidade maior do que a Terra é capaz de produzir e alimentar, é sempre proporcional, numa tensão de equilíbrio a nível amplo, ao que já se produz[10]. Dir-se-ia que outrora não haveria de se preocupar com superpopulação, porque a natureza se encarregava de diminuir a população e impedir que ela crescesse, ou ainda as guerras que faziam populações inteiras se diminuírem. É verdade que tudo isto é fator localmente determinante para crescimento de uma população, mas num eventual fenômeno de superpopulação em que nasceria filhos e mais filhos, a ponto de pouco mais de uma década a população dobrar, é um mito, já que mesmo na ausência de todos os fatores extremos limitadores, como doenças, guerras e catástrofes, e são os fatores alimentação e vida saudável os determinantes para a fertilidade de homens e mulheres. A alimentação no passado era escassa, a vida saudável era faltosa para mulheres sedentárias, sobretudo na Europa, e mais saudável em outros ambientes. Hoje, se tem o contrário, mais abundantes alimentos, porém, menos saudáveis, não conferem a homens e mulheres a fertilidade de outrora. Se conferissem, haveria o fator limitação de alimento, e hoje a sociedade urbana depende de que haja maior produção agrícola, e o custo de vida para trabalhadores urbanos não lhes permite tempo para se reproduzirem, porque lhes falta energia para tal. e a pouca energia que lhes resta, impedem-na com métodos contraceptivos no período mais fértil de suas vidas.


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