Superpopulação e mitos: capítulos 1.4, 1.5 e 1.6
- Thiarles Sosi
- 17 de set. de 2023
- 4 min de leitura
Atualizado: 28 de set. de 2023
Série de artigos corrigidos e atualizados de um estudo autoral feito em 2019 sobre a questão da superpopulação e a capacidade da Terra de suportar o crescimento populacional humano, baseada na disponibilidade e/ou capacidade de alimentos, no que concirna principalmente ao Brasil.
(Nota preliminar: Há estimativas que em meados de Novembro de 2022 o mundo alcançará o número de 8 bilhões de pessoas, e discussões como estas são levantadas pelos organismos internacionais e governos nacionais como questão urgente de saúde pública. O problema moral e ético destas discussões levou e leva a formas odiosas de tomada de decisão que dizem respeito ao direito básico de viver)
Parte 1 - Superpopulação e mitos
Nesta primeira parte, abordaremos a questão de se existe uma superpopulação, e se tal superpopulação é o problema da escassez alimentar ou econômica hoje pelo mundo.

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1.4 Caso Índia
A Índia é um exemplo a se estudar mais a fundo no quesito aumento de produtividade alimentar, eficiência da agricultura familiar, segurança alimentar e sustentabilidade. Tendo uma população sete vezes maior que a do Brasil, e um terço do território, sendo boa parte constituído de desertos e áreas rochosas impróprias para cultivo, a Índia vem adotando uma política de modernização de sua agricultura e valorização da agricultura familiar, bem como sustentabilidade ou diminuição de pesticidas tóxicos ao homem há mais de 70 anos, o que garantiu aumento de sua produtividade, garantindo autossuficiência em diversos produtos de seu consumo interno, e até excedente para exportação. Entretanto, apesar do desenvolvimento, há setores que ainda estão aquém do seu potencial, como a produção de grãos, que pela frequente inadaptação de várias regiões pelo clima, fica subproduzida. O investimento a longo prazo numa melhor integração entre homem, terra e espécimes cultivadas, aliadas a uma tecnologia conciliativa com o meio ambiente local, pode alavancar a produção indiana[1].
A Índia ainda está muito abaixo de suas reais potencialidades de produção, visto que sua agricultura é em boa medida rústica, de subsistência e familiar, no momento em que isto for sanado para se tornar num setor chave para a economia indiana, então a Índia despontará como superpotência mundial alimentícia, com o risco de deixar o Brasil que também possui esta potencialidade em mãos. Entretanto, a Índia com seu mercado consumidor interno, quanto mais ela enriquecer, tende a se voltar para este mercado interno, e o excedente pode ficar para seus vizinhos, igualmente populosos, como Paquistão e Banglahdesh.
[1] Índia O despertar de um gigante do agronegócio, Ano XXVII – No 3 – Jul./Ago./Set. 2018
1.5 Desafios para o futuro do Brasil
Um dos problemas a serem enfrentados pelo Brasil é aumentar a produtivadade para dar conta de um mundo em que a população não só humana, mas animal, cresce, e aumenta mais o seu consumo, bem como deseja consumir alimentos mais saudáveis. A agricultura brasiliera, assim como toda a sua indústria passa por transformações de ordem tecnológica e ideol[ogica, sim, poruq esta passa profundamente pelo pensamento dos dirigentes de políticas industriais pelo mundo. O desafio da sustentabilidade e as intromições do neoecologismo mundial afetam e afetarãoa economia agropecurária brasileira e mundial, limitando, talvez, sua capacidade de produtividade, mas não sua força, e igual vocação para celeiro do mundo.
Segundo nossas avaliações, o Brasil é o único país do mundo que com seu território pode sustentar uma população igualmente a do mundo de 8 bilhões de pessoas pelo seu território, conciliando a uma só vez respnsabildiade ecológica e produtivdade ao homem, já que a sustentabilidade visa não a preservação da natureza ao homem, mas a preservação desta para o homem e com ele.
1.6 Recapitulando
Esta série de observações sobre a capacidade da Terra de sustentar uma crescente população mostra-nos que depende do desenvolvimento da agricultura e esta, só no Brasil, possui altíssimas potencialidades que superam a tudo o que há no mundo hoje. O mundo, finalmente, consegue sustentar uma população bem maior que 8 bilhões de pessoas, e esta população não vai aumentar celeremente mais do que a sua produção de alimentos é capaz de sustentar. Por isso, falar de esgotamento de recursos ou da incapacidade da Terra quando todos os valores e vetores associados ao sustento da população humana não foram seriamente considerados, e que só o tema da agricultura que é a parte de alimentação que é o mais básico e importante de todos os vetores a serem analisados para ver se a Terra é capaz ou não de sustentar x população, não foi devidamente estudada e analisada, e nem outros vetores, como a capacidade de energia, porque esta é uma realidade potencial teórica, da qual nenhum estudo é capaz de de dar fim, pois que novas formas de energia podem sempre ser criadas.
Só uma breve análise como esta em que arguimos ter trabalhado, mostra que não há real problema de incapacidade da Terra, ao contrário, possui uma grande potencialidade de abrigar e alimentar bem mais, e que só no Brasil conforme já analisamos, tem alto alcance de liderança mundial absoluta como "celeiro do mundo", se fizerem os devidos processos pelos quais esta potencialidade venha à tona em todo o seu esplendor, mostrar-nos-á não passar de falácia e manipulação discursiva da classe de midiáticos, políticos, universitários, corporações e ONGs com interesses particulares duvidosos ou que se baseiam em equivocados cálculos estatísticos e pseudocientíficos, como o Malthusianismo e o Neoecologismo global, a tal incapacidade de abrigar tamanha população.
Se o Brasil deseja alcançar liderança mundial como supepotência, não pode baixar a guarda para uma política neoecologista e malthusiana, precisa dar cabo a uma política de fomento de grandiosidade populacional e sua capacidade de sustento interno, pois no futuro, são o mercado interno das nações e sua capacidade de produção compra e venda, o que garantirão a sustentabilidade das economias nacionais, não a atividade exportadora somente, exceto a alimentícia que será como arpão de pesca, ou para o Brasil pescar o mundo, ou para o mundo pescar o Brasil.



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