Quem governa o Brasil ou Como o STF provocará uma Guerra Civil como nunca antes neste país
- Thiarles Sosi
- 20 de dez. de 2020
- 10 min de leitura
Atualizado: 16 de ago. de 2021
Amados, eu procuro sempre fazer meu voto de pobreza de opinião quando o assunto é política do dia, mas no Brasil isto é simplesmente im-pos-sí-vel. Não há a mínima possibilidade de você parar para estudar uma questão para só compreendê-la daqui a 5, 10, 20 anos como uma forma de evolução do seu próprio pensamento, porque aqui neste país tudo, absolutamente tudo, pode ser mudado do dia para a noite, não em relação à política diária, mas a própria relação da vida humana, e isto é causado atualmente pelos Poderes da República que assaltaram a liberdade da vida humana. Hoje nós não temos mais liberdade para agir, quem ainda pensa que tem é porque ainda não percebeu o quanto que de sua vida é dominada simplesmente pelos poderes da República, e sobretudo um poder que ultrapassou monstruosamente aos outros, o STF. Não há nada que este órgão da Justiça Nacional não possa decidir, apesar de se chamar Supremo Tribunal Federal com competência em julgar a constitucionalidade das leis lançadas pelos outros poderes, o STF tornou-se, para usar uma das maiores palavras da língua portuguesa aqui oportuna e corretamente, anticonstitucionalissimamente no algoz do povo brasileiro a criar leis e discutindo normas com forças de leis acima dos demais poderes e muito além do que seja discutido na constituição. Havia escrito por um tempo atrás um artigo intitulado “Quem é o Chefe de Estado no Brasil, já que Bolsonaro não é...” acesse no link para ler: https://www.geopolis.com.br/post/quem-%C3%A9-o-chefe-de-estado-no-brasil-j%C3%A1-que-bolsonaro-n%C3%A3o-%C3%A9 demonstra que:
"Os 11 ministros julgam a constitucionalidade das ações sociais no país, sejam elas leis, decretos, ações sociais, opiniões, vida pública, salários e qualquer coisa, absolutamente tudo. Porque julgar a constitucionalidade de algo é algo demasiado indefinido, ilimitado, tudo pode ser passível de ser constitucional ou não, porque tudo na vida de uma nação deve ser julgada segundo a constitucionalidade ou não de sua existência, portanto, até a vida de uma pessoa é passível de ser constitucional ou não. Então esta é a jurisdição que o STF possui, e portanto, é a autoridade conferida dela por ela mesma em todos os seus 12 entes.
Se alguém pensa que um Deus Trino é complicado, mais complicado é entender 12 entidades que possuem a mesma autoridade e jurisdição, isto é, a constitucionalidade das ações sociais no Brasil. A autoridade do STF tornou-se artificialmente superior a de Deus, presumidamente, pois tem poder de julgar até as ações divinas se elas são constitucionais ou não.
Eu digo ‘constitucionalidade das ações sociais’ porque o STF não julga apenas as leis, não julga apenas os decretos e atos públicos, julga as ações de indivíduos particulares em seus pensamentos e ações. O STF arrogou-se um poder de julgar o fomento das aspirações humanas em seu íntimo, em uma forma de jurisdição que nem Deus faz em quanto o homem vive sobre a Terra, pois Deus, sensatamente, sabe que o homem formula sua conduta ao longo de toda a sua vida e nunca é idêntico num só momento, portanto, é preciso esperar o fim da vida humana para se fazer um real e definitivo juízo sobre ela, e um juízo interno de toda a vida humana apenas Deus é capaz de fazê-lo, pois cada homem só consegue julgar segundo as ferramentas de observação que possui e que é muito limitado até para julgar a si mesmo. Ao querer julgar os pensamentos humanos, o STF não apenas se faz de Deus, como também quer fazer aquilo que é impossível de fazer, controlar e conduzir o pensamento humano em sua essência, porque para isso, é necessário que haja uma só substância. Não é possível controlar uma só pessoa, nem ela mesma, pois para isso ela precisa tornar-se numa só substância. Deus que é Uno e Trino ao mesmo tempo, possui a unidade de sua pessoa igualmente nas três, portanto, não há uma quebra de uma sobreposição, pois ambos são ambos, em essência, em substância. Coisa semelhante não ocorre com qualquer tirano que deseje controlar outras pessoas, pois, além de não ser essas mesmas pessoas uma comunhão perfeita como é o Deus, não possui a mesma substância e pessoalidade em cada uma delas. Se os 11 ministros do STF fossem um só ser com os 220 milhões de brasileiros, então teríamos uma entidade colossal e perfeitamente harmônica, mas os mesmos 11 ministros não são uma só pessoa, apenas a autoridade deles é que é igual e por isso mesmo, catastrófica, apenas a jurisdição deles é igual, e por isso mesmo terrível.
Catastrófica porque não sendo deuses, as suas ações tendem a se contradizer a todo o tempo, provocando instabilidades jurídicas no país, todo dia, os advogados devem ficar atento a “jurisprudência do Supremo Tribunal Federal” que age sobre quaisquer aspectos da vida humana ilimitadamente, adentrando não somente o conhecido e sabido como também o que vier a ser descoberto pela ciência, o surgimento de um novo problema social, longe de sugerir um debate público, leva o supremo a agir precipitadamente sobre o que lhe convier se assim quiser. Terrível também porque qualquer ente que esteja fora dele, possui imediatamente uma autoridade infinitamente inferior ao STF, porque sua jurisdição é tremendamente definida. Comparar os três poderes com o STF é como comparar Deus e os seus Arcanjos, não possui verossimilhança. O STF possui autoridade e poder infinitamente superior a todos os outros poderes, porque qualquer ação que provenha dos outros é passível de ser julgada e invalidada segundo a conveniência e boa vontade das 12 Entidades que formam o STF."
E também escrevi outro artigo que vale apena mencionar, O Princípio Demoníaco na Política atual https://www.geopolis.com.br/post/o-princ%C3%ADpio-demon%C3%ADaco-na-pol%C3%ADtica-atual em que relato sobre o quão nefasto é o pensamento político que rege o mundo e o Brasil de modo particular, algo não menos que permeado de ocultismo:
"O princípio demoníaco rege a política atual tanto nos esquemas da mentira, da ocultação de verdades e de interesses, quanto ocultação da finalidade conclusiva de suas ações políticas e chegando na instância mais profunda, que é a destruição da religião cristã, de Deus, da humanidade mesma, e por fim do Universo criado, isto é, em último grau de ocultação, é o próprio demônio, o adversário de Cristo quem manipula a humanidade para que ela destrua a si mesma e o mundo criado por Deus.
Todos os políticos que não trabalham para Cristo na política trabalham unicamente como escravos do demônio, não digo isso por demagogia, é porque é mesmo, quem não trabalha com Cristo, trabalha contra ele, e, quem trabalha contra ele, trabalha pela perdição das almas em último grau!"
Queridos leitores, recomendo muito que leiam estes artigos para continuar a ler este.
Mas sabendo que o STF possui jurisdição e poder sobre tudo nas nossas vidas, não corremos o risco de perder a nossa liberdade, já perdemos, o que se corre o risco é de perdermos as nossas vidas mesmas, e não digo por brincadeira. A última decisão do STF em optar pela obrigatoriedade das vacinas contra COVID-19 independentemente da autoridade da ciência e dos outros poderes, acima da vontade humana e das famílias, uma Vacina claramente utilizada como bucha de canhão para o avanço das políticas globalistas e progressistas que incluem entre outras coisas o Despovoamento Mundial, sendo para além disso, uma vacina cujos estudos em volta são muito recentes, precipitados e avançados unicamente pela agenda política e não científica, o que ocorre é que esta Pandemia está sendo usada como um grande ensaio laboratorial, mas um ensaio onde toda a humanidade está sendo testada, e no Brasil, o STF é particularmente a fonte desta manipulação que tem como fim acabar com a própria humanidade e o país.
Com toda a ameaça à liberdade humana e ao direito de ir e vir, ao próprio direito de criar os próprios filhos, o direito de recusar a injetar algo sobre o seu próprio corpo e outras coisas mais, o STF se tornou acima da Constituição Federal, acima dos demais Poderes da República, acima da vontade popular, e concomitante obediente à Agenda globalista e internacionalista mundial atualmente encabeçada pelo Foro de São Paulo (na América Latina), Fórum Econômico Mundial (FMI), ONU, Organização Mundial da Saúde (OMS) e Fundação Bill & Melinda Gates responsável em grande parte pelo desenvolvimento e tomada de decisão política e de saúde pública mundial conforme eu relatei no Relatório sobre Coronavírus 1 que pode ser lido no seguinte endereço: https://www.geopolis.com.br/post/relat%C3%B3rio-semanal-1-coronav%C3%ADrus
O STF tornou-se neste momento num gigante imensurável artificialmente porque os demais poderes republicanos ou trabalham, ou se submeteram servilmente, ou se acovardaram veementemente ao Poder Judiciário encarnado e incorporado num poder absolutista como nunca se houve neste país. Os 11 ministros se veem no dever e no direito positivo de impor sua autoridade e discutir sobre temas indiscutíveis, ao invés de serem guardiões da Constituição, se tornaram numa espécie de Assembleia Constituinte Permanente, também num Executivo acima do Presidente da República, e mais ainda nos Legisladores por excelência de todos os novos debates que surgem e borbulham todos os dias nas mídias sociais. O STF é pautado quase que inteiramente pela Mídia Mainstream que se tornou no Brasil num Quinto Poder republicano. O STF detém para si o poder que outrora era delegado ao Imperador, mas com requintes de ditadura, burrice e lacração esquerdista, progressista, globalista, comunista internacional como nunca se houve neste país, a tal ponto dos ministros se rebaixarem a discutir temas importantes com sujeitos que vivem numa espécie de sarcasmo permanente e pueril como no caso do debate entre Barroso e Felipe Neto, coisa que talvez nunca se houve no mundo inteiro.
O STF chega a discutir a constitucionalidade de se tomar uma vacina contra o COVID-19 quando a mesma ainda não foi desenvolvida, e ainda determina prazos para que um outro Poder (Executivo) realize em tal prazo, coisa absolutamente ridícula, seria o mesmo que impor por lei o surgimento da cura do câncer em determinado prazo, com risco de pena, em ciência isso é simplesmente impossível, lei alguma pode determinar uma descoberta científica, ela surge naturalmente pela busca do conhecimento de quem tenha o dom para fazê-la. O STF ainda comanda o presidente poder ou não fazer, quando ou não fazer, unicamente pelo poder arbitrário da vontade de um dos 11 ministros. O STF pode soltar bandidos e prender cidadãos pelos mesmos motivos, soltar bandido por aglomeração na cadeia ou prender cidadão por aglomeração na rua. Pode mandar as crianças perderem o ano letivo escolar e um ensino de ‘qualidade’ e manda prender o empreendedor que tem como única fonte de renda a sua microempresa fechada para evitar aglomeração. Permite passeatas políticas para a eleição, mas permite a proibição de festa de Natal por aglomeração. Estas e outras infindáveis listas de contradições que tem como única base de entendimento a artimanha dialética que está acima do objeto de ação concreto, já se tornaram no ‘novo normal’, isto é, a contradição, pela OMS, pelo STF, pelas Mídias Mainstreams, pela Classe Política, pelos governadores, e até pela classe científica ou pseudocientífica. É a contradição e não a instrução que se deve ser analisada, pois a instrução dada por estas entidades não possui absolutamente nenhum valor científico e moral, é terrivelmente nefasto em toda a sua extensão e composição, ao contrário é o efeito da contradição, esta sim é planejada, querida, intuída e implantada. É pelos frutos que se conhece as intenções deste ativismo político, e elas efetivamente não são a solução do problema, mas exclusivamente e inclusivamente parte do problema. Isto significa que os mandos e desmandos destes órgãos uníssonos em sua abordagem e também em suas contradições têm como finalidade confundir e desacreditar nas instituições humanas, manipular a vontade individual fazendo com que não saibam o que efetivamente fazer e assim, apenas aguardar o que a Pseudoelite fantasmagórica tem de se decidir sobre o seu futuro, nosso futuro, mesmo que efetivamente não tomem decisões boas.
O STF tornou-se parte do problema brasileiro ao invés de ser a sua fonte de segurança jurídica, tornou-se parte da instabilidade ao invés de guardião da Constituição. Mas tudo isto é proposital, porque o STF trabalha para uma outra agenda que não é a defesa da Constituição, mas a imposição da Agenda Globalista ao nível mundial, e do Foro de São Paulo ai nível regional, Comunista- Revolucionário no fim das contas. Os 11 ministros tornaram-se em deuses do Olimpo de Brasília inacessíveis e completamente ignorantes dos anseios populares, mas se atentando contrariamente à vontade destes. O STF age desta maneira confundido e dificultando a vida do brasileiro dia após dia, avançando o sinal vermelho da Liberdade humana e tornando-se no porta-voz da Agenda Globalista e Revolucionária que comanda o avanço de todas as políticas adotadas nesta Pandemia pelo Mundo inteiro.
Diversos setores da Pseudoelite tratam da resistência ou mera reclamação de diversos grupos orgânicos às ações tomadas por ela como sendo um grupo pequeno e reacionário bolsonarista, o “Gabinete do Ódio”, e por isso mesmo o STF se viu no direito e dever de perseguir todos estes dissidentes do Establishment, retirando até mesmo as liberdades civis por não aceitarem a mera crítica, como foi o caso do jornalista Oswaldo Eustáquio e da ativista pró-vida Sara Winter (acrescento nesta atualização a prisão do deputado Daniel Silveira, num claro flagrante ataque à democracia pelo STF por este desobedecer a garantia da Lei de escusa por quaisquer opiniões e palavras de parlamentares, e Roberto Jefferson, presidente do PTB preso pelo crime de opinião). É verdade que a maioria das pessoas não reage no mesmo nível de consciência que os ativistas conservadores, mas isto não significa que ela discordaria ou agiria de maneira menos “radical” se soubesse o que esta Pseudoelite realiza dia após dia contra a nação, se voltaria em peso contra ela numa justa reação. E é diante desta clara possibilidade que está a ameaça de uma de guerra civil no Brasil provocada pelos poderes republicanos e a Pseudoelite, por hora representada pelo STF contra o povo brasileiro.
A elite se baseia unicamente na opinião massificada e manipulada do povo atomizado das grandes cidades, estas sim, dominadas pela cultura de massa imputada pelo Mainstream midiático numa grande amálgama sem características e opiniões definidas como uma bola de pelos vomitada por um gato muito louco para medir o seu nível de manipulação. Pela linguagem esta manipulação ocorre de fato, mas pela interiorização do pensamento, não, esta continua sendo reacionária e conservadora, e reacionária conscientemente são as gentes do interior profundo do país. Bastará um estopim, um tiro certeiro na ofensa à vontade popular e o Establishment deixará de ser no Brasil diante da tomada do poder pelo próprio povo, assim como ocorreu em 2013, com a diferença que naquela época o anseio fora abortado, mas após um período de abusos frequentes, inflar-se-á uma nova e mais profunda do que aquela. Porque naquela, surgiram muitas falsas lideranças aproveitadoras como o MBL, e até o partidos mudaram suas diretrizes para disfarçar mais as suas ações, inclusive com a mudança de nomes. Mas esta nova que poderá surgir, caso os poderes republicanos estourem a bolha em que estão, não será, porque o próprio povo sabe quem tem a razão e quem não tem, quem é falsário e quem não é.
Esta guerra civil será entre o povo brasileiro, taxado de ‘reacionário’, e a Pseudoelite formada pela Mídia Mainstream, STF, Congresso Nacional, e até Governo Federal, porque este está dominado em grande parte por homens com a mesma mentalidade do Mainstream, com exceção de 2 ou 3 atualmente pressionados por esta Pseudoelite a serem retirados. (Atualizo a opinião de que o Governo Bolsonaro está retomando vigorosamente a luta contra as Forças de Oposição, portanto o contrário do que eu disse, com exceção, talvez, do Vice-Presidente Mourão). Qual a natureza desta guerra civil eu não sei dizer, muito menos a sua durabilidade, extensão e profundidade de efeitos, mas diante da evolução da ira nacional, quanto mais demorada for, mais forte ela será.
De Autoria: Thiarles Soares Silva; Escritor, trabalhador comum brasileiro e Editor do Blog Geópolis





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