Parecer sobre o Relatório 1: Coronavírus
- Thiarles Sosi
- 8 de mai. de 2020
- 3 min de leitura

Resumo:
O coronavírus Covid-19 é uma arma para provocar danos globais a fim de manipular o mesmo segundo os interesses de seus organizadores, os globalistas. Essa transformação é total e irreversível se os países que dela forem vítima não se opuserem ao projeto de poder lançado a partir desta pandemia. Por isso, os povos precisam reavaliar as políticas que os governam e sobre a organização política de que foram impostos sem questionamentos. É hora de cada nação assumir responsabilidades sobre a sua atuação e desenvolvimento próprios.
Thiarles Sosi;
Introdução:
O Coronavírus Covid-19 é uma arma de guerra biológica usada pelos globalistas para causar uma crise mundial artificial para modificar toda a dinâmica econômica, social, política, cultural, religiosa, e até das relações entre as nações fortalecendo a atuação de empresas, organizações, e entidades globalistas que ensejem fortalecer a concentração de um poder global unificado.
Desenvolvimento:
O Covid-19 revelou-se ser produto de laboratório para ser lançado ao mundo como arma, mas não puramente uma arma biológica por uma nação; na verdade, como arma biológica lançada pelos globalistas para provocar uma crise mundial artificial. Esta crise foi planejada há décadas e foi ensaiada primordialmente no Event 201, onde o 201 significa o problema potencialmente pandêmico de número 201, eles sabiam que o próximo problema potencial não seria apenas potencial, mas verdadeiramente o fator causador, como foi de fato com o covid-19. A finalidade desta crise é provocar mudanças significativas na organização do mundo a fim de que determinados grupos possam ascender como lideranças irremediáveis para os problemas do mundo, problemas de ordem econômica, problemas de ordem política, problemas de ordem cultural, problemas de ordem social e até religiosa:
Econômica: com o empobrecimento generalizado das nações, as grandes corporações globais serão as únicas capazes de fornecer os recursos para levantar as nações do mundo.
Política: Os diferentes sistemas políticos demonstrarão deficiências importantes, sem saber como conter a crise, terão que recorrer aos órgãos internacionais com políticas já prontas. O modelo chinês de governo fortemente centralizado no topo com economia liberal aos pequenos trabalhadores na base será o recomendado para todos os países do mundo como exemplo a ser seguido.
Cultural: Os povos serão ensinados a abrir mão de suas liberdades individuais e até nacionais para fazer valer a autoridade política mundial, visto que ela é a “única” capaz de dar respostas globais. Com uma nova cultura chamada “holística” em que a sociedade não é mais a nacional, mas a global; como uma única sociedade que precisa delegar seus direitos e suas capacidades naturais ou desenvolvidas em prol de um mundo unificado em torno de políticas comuns.
A partir dessa conclusão tem-se o nascimento de uma nova sociedade, uma sociedade cuja única identidade seja fazer parte de um todo chamado Globo, Terra, com as nações se tornando meros bairros desta “cidade global”.
Daí surge a “nova religiosidade” permitida globalmente, como sendo aquela que incentiva o holismo religioso que negue e renegue toda forma de manifestação “individualista” ou “grupal” porque estas não “entendem que fazem parte de um todo inseparável e indizível” como a sociedade terrestre. Temos então, a partir de uma sociedade pandêmica, uma sociedade panteísta do ponto de vista prático.
Nesta nova sociedade holística, funcionará as organizações empresariais que dominarão o mercado global do mais alto nível até o mais baixo, isto é, local. Essas empresas funcionarão como órgãos físicos de um organismo vivo. O organismo é a própria Terra, os órgãos sãos as corporações, os centros nervosos são as entidades supranacionais como ONU, OMS, União Européia e etc.
Nesta crise pandêmica, assistimos ao protagonismo da Fundação Bill e Melinda Gates na elaboração do seu projeto de saúde pública global, baseada em vacinas, redução populacional mundial, ecologia, e presença global e uniforme.
Conclusão
Para o mundo resistir a essa transformação precisa recuar em algumas questões, principalmente com o sistema de divisão de tarefas à nível global que sustenta o grosso da globalização atual. Precisa resistir também em obedecer as diretrizes dos promotores dessa crise, recusando suas soluções, suas vacinas, seus projetos delegando-os a atuar somente nos seus países de origem (no caso de empresas), apenas em reuniões conjuntas para interesses específicos e não sensíveis pelas instituições internacionais, negar todo o poder à ONU e outras organizações internacionais supranacionais e globalistas.
Thiarles Sosi;



Comentários