O que esperar para São Paulo com Covas ou Boulos?
- Thiarles Sosi
- 16 de nov. de 2020
- 2 min de leitura
No dia 15 de Novembro, dia da tragédia republicana no Brasil, foi o dia em que os paulistanos optaram uma vez mais pela esquerda no poder. Dessa vez foram escolhidos a velha tucanagem e a nova esquerda radical emergente psolista. O que podemos esperar com Bruno Covas e Boulos na prefeitura de São Paulo pelos próximos anos?
Para Bruno Covas, não é apenas esperado a "mesmice" que o Guilherme Boulos havia dito, como também um aprofundamento da institucionalização dos apelos globalistas para São Paulo, como o empenho da Agenda 2030 da ONU, aumento de concentração de poder, e firmação da crise dos últimos anos. Vendo que a manutenção da Quarentena horizontal em São Paulo estava gerando muita comoção em São Paulo, Bruno Covas diminuiu suas atitudes ditatoriais a fim de que o povo logo esquecesse do que aconteceu ao longo do ano pondo-o no nível de um governante preocupado com a saúde do povo, ao invés de ter sido um ditador psicopata que quase quebrou São Paulo para atender a uma agenda globalista que em nada tem haver com a ciência e que apenas trouxas crentes na Grande Mídia poderiam ter sido enganados. De fato, as massas esqueceram do que Bruno e Dória fizeram durante esta 'Pandemia", e colocaram-nos na liderança por São Paulo neste segundo turno. Caso venha a ganhar, Bruno Covas não temerá a impopularidade, voltará a estabelecer políticas draconianas para a promoção da agenda globalista e enfraquecimento da organicidade social e cultural da cidade utilizando o mesmo discurso demagógico e anticientífico.
Bruno Covas e João Dória estão evidentemente empenhados em estabelecer as políticas determinadas pelo governo chinês, incluindo na questão das vacinas, mas não somente, passando pelo enfraquecimento da "direita" brasileira, sufocamento dos apelos populares e estabelecendo as empresas chinesas para ter o domínio sobre a economia da maior economia do país.
Parte do eleitorado paulistano realmente acreditou na tese da quarentena, das máscaras e de outras formas de repressão e manipulação social das massas como forma de contenção social e obediência servil a uma agenda estranha a realidade da própria cidade.
E quanto ao Guilherme Boulos, o que podemos esperar? O Boulos foi colocado pela grande mídia como a nova esquerda emergente que vem para ficar no lugar do PT, é a esquerda legítima em suas reivindicações. O Boulos empenhará sua agenda de fortalecimento dos movimentos "populares", que quer dizer, movimentos identitários, e avançará para tornar São Paulo no novo eixo do progressismo e do socialismo brasileiro. Assim, São Paulo se tornará numa cidade ainda mais progressista, quer dizer, disforme de sua organicidade e dotada de um artificialismo grupal que apagará ainda mais as individualidades.
Ambos candidatos são adeptos do mainstream e do avanço progressista socialista, portanto veremos a continuação da crise econômica e até o seu aprofundamento. Mas o Boulos evitará estabelecer políticas mais radicais no plano econômico, provavelmente, já que ele precisa provar para o eleitorado paulistano e brasileiro da capacidade do Psol em representar os anseios "de progresso" do povo, coisa que ainda está permeada na cabeça da população em geral. Assim, a atuação progressista de Boulos será mais concentrada na esfera cultural e educacional. No plano econômico, embora ele não vá procurar prejudicar diretamente, mas devido ao compromisso de suas próprias agendas, levará ao engessamento e a uma diminuição do dinamismo empreendedor de São Paulo.



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