O Covid19 é uma Arma Biológica para a Guerra do Great Reset, e estamos perdendo nesta guerra
- Thiarles Sosi
- 19 de mar. de 2022
- 14 min de leitura
Atualizado: 26 de mar. de 2022
Publicação parcial do Relatório 3: Coronavírus 2: A ameaça das armas biológicas à humanidade

O Covid19 é uma Arma Biológica para a Guerra do Great Reset, e estamos perdendo nesta guerra
Após dois anos de Pandemia de Covid19, o mundo sucumbiu aos ditames de uma operação de guerra bem forjada e planejada e que deve grande êxito por ceifar a vida de muitas pessoas, debilitar a saúde de muitas mais, saúde física e sobretudo mental, quebrar a harmonia entre as pessoas na convivência social normal, diluindo as amizades, criando revanches e discursos escabrosos, criando uma rede de mentiras para prejudicar a inteligência das pessoas, manipular as pessoas simples pelo medo.
O Covid19 é fruto voluntário de uma Classe Científica corrupta e corruptora, pois usa dos métodos da ciência para produzir meios sofisticados de morte e manipulação. A partir do momento que se criam vírus sintéticos em laboratórios, usando o método de engenharia genética e ganho de função, que é uma tecnologia já de grande modo usada para os alimentos transgênicos, portanto, algo já banal em nossa cultura contemporânea, eles servirão de vetores de ameaça futura caso escapassem. Vírus sintéticos são vírus que não existem na natureza e, portanto, criados sofisticadamente pelo homem, por essa razão, a simples existência de tais pesquisas já implica num crime contra a humanidade, pois se cria não uma solução, mas um problema, literalmente uma arma de morte.
O SARS-Cov-2 como foi batizado o vírus sintético lançado ao mundo nos fins de 2019, é uma arma biológica e isto é opinião não minha mas de inúmeros especialistas de grande porte mundial, um vírus que foi ganhado funções, funções que lhe permitiram infectar humanos e contagiá-los mediante o mesmo contato humano. A cidade da qual partiu o vírus é a mesma donde há um laboratório de Biossegurança P4, o de mais alta classe no mundo, e que nele se operava pesquisas de vírus da classe corona que pudessem infectar humanos, incluindo vírus sintéticos, ou seja, vírus que são o resultado da colagem, engenharia genética de dois ou mais vírus. Até hoje nem o Governo Chinês e nem canto lugar algum do mundo esclareceu a origem do vírus, mas logo no início deram vazão à ideia de que fosse fruto de hábitos alimentares estranhos do povo chinês, comendo morcego ou pior, bebendo chá de morcego, costume na verdade inexistente e simbolicamente sarcástico, porque de fato veio de morcego, mas não por hábitos alimentares, e sim por hábitos perversos de engenharia genética.
Essa mesma engenharia genética, que consistiu em dar ao coronavírus poder de fogo para infectar o homem, sobretudo com o ganho de função da proteína spike, já descoberta há muitos anos como sendo um vetor forte de infecciosidade e genotoxicidade, foi usada para se criar as vacinas de DNA e mRNA, que consistem numa tecnologia para fazer o próprio corpo do ser humano produzir pelas células a proteína spike que fornecerá ambas coisas: infecciosidade e doença autoimune, por danar o DNA, criando genotoxicidade, isto é, quebrando o funcionamento normal da divisão e produção celular que envolve inúmeras operações protéicas. As inoculações fornecidas para se prevenir o vírus não fomentaram o sistema imunológico, se não muito deficientemente, mas criando sobretudo inúmeros efeitos adversos como a doença autoimune, em que o corpo ataca e se defende de si mesmo, destruindo as células doentes.
As inoculações usam ainda de uma capa de gordura sintética que abriga o vetor de RNA Mensageiro diretamente para dentro das células, diminuindo assim a resistência do corpo e das células em absorvê-las, porque são confundidas com alimentos. Mas essa mesma capa lipídica é tóxica para os órgãos do Sistema Endócrino, criando intoxicações contínuas e acumulativas no Fígado, Baço e Gônadas Genitais.
Se a vacina e o próprio vírus causam tanto dano mediante a proteína spike, com acréscimo das substâncias tóxicas inseridas nas inoculações, porque toda a mídia, empresas, governos, classe médica e científica, com raras exceções em cada um deles, estão fomentando vivazmente o discurso contrário, de que é necessário se vacinar e que o vírus foi uma “revolta da natureza contra o homem”? Simples: Nós estamos numa guerra em que todos estes setores acima afirmados estão unidos num Grande Conluio Global liderados e comandados por uma classe de dirigentes metacapitalistas e revolucionários chamados Globalistas e de cujo movimento eles chamam de Nova Ordem ou Nova Ordem Mundial, chamado por vezes de Nova Era, e mais recentemente eles deram ao seu próprio movimento planetário de O Grande Recomeço, The Great Reset.
Em 12 de Setembro de 2019, houve a Cimeira Global pela Vacinação Global organizada pela Comissão Europeia, órgão globalista, em que já se dizia em como iria se operar a Vacinação Global, para uma doença que ainda não existia! Poderia ser uma gripe ou qualquer outra enfermidade, justificaria a vacinação global e a tomada de atitudes em cnluio. Lá já se dizia que a vacinação sofreria grande resistência, por um motivo que eles ainda não poderiam dizer (efeitos adversos?), e que, portanto, deveria-se organizar a Classe Médica, as Mídias, os Governos, as Empresas, as Megacorporações e o que bem pudese para convencer as pessoas da segurança das vacinas (como se houvesse uma forte resistência às vacinas já naquela época, o que não é verdade, tanto que as crianças nascem tomando várias vacinas, os adultos levam os seus filhos sem resistência, e agora depois da vacinação, mostrou-se que a grande maioria do povo realmente confiava plenamente nas vacinas). O que verdadeiramente mudou dessa Cimeira para a realidade da Vacinação Global é que a Vacina e a Vacinação se tornaram em ambas Sacramento e Religião da Humanidade atual, se tornando comum e corriqueiro que as pessoas comuns, não especialistas, o povo mesmo mais simples e ignorante das ciências, incentivasse as outras uma por uma, individualmente, tal como se faz uma catequese ou a pregação do evangelho, esforço que se dedicassem para converter as pessoas ao Batismo, já haveriam batizado o mundo inteiro num único ano.
Em 18 de Outubro de 2019 houve o Event 201, em que os mesmos organizadores da Cimeira pela Vacinação Global se reuniram com os agentes referidos: empresas, mídias, governos, classe médica, cientistas, jornalistas e outros nomes para criar uma “Simulação de Pandemia de Covid19”, em que o mundo seria afetado por uma pandemia causado pelo vírus da classe corona advindo de morcegos ou porcos, muita coincidência! Ressalvadas as diferenças óbvias entre a simulação e a realidade, a operação de combate à pandemia foi seguida à risca com lockdowns, distanciamento social, cooperação entre governos, cancelamento de viagens internacionis e vacinas, já que medicamentos demorariam a surgir (o que foi o contrário, os medicamentos surgiram rapidamente, mas acontece que a vacina já estava pronta desde o primeiro semestre da pandemia, um recorde fenomenológico “na ciência moderna e medicinal!). Mais curiosamente ainda, infelizmente, em torno de um mês depois, surge o primeiro caso de Covid19 em Wuhan, mas será uma narrativa que se demonstrou falsa pelo lapso de tempo que num mercado de frutos do mar em Wuhan em dezembro de 2019 surgiram os primeiros casos, mas como já falei, era falsa a narrativa de que surgira no mercado de frutos do mar, porque o vírus não sofre mutação tão rápida, mudando-se de um hospedeiro para outro até se tornar infectável ao homem, e depois não adquiria neste tempo mutações que lhe favorecessem a infecciosidade, e ainda, não poderia haver tantas infecções imediatas assim, e pelo período de incubação do vírus, presumiu-se que tenha surgido pelos fins de novembro e não início de dezembro, o que faz uma grande diferença pela questão de onde surgiu o vírus, se do consumo exótico no mercado de frutos do mar, ou se escapara de um laboratório de biossegurança P4 que tinha o coronavírus de morcego como uma de suas linhas de pesquisa corrente.
Após a OMS decretar a pandemia quando havia poucos milhares de casos espalhados pelo mundo, sendo boa parte deles em um só lugar, Wuhan, China, os governos do mundo inteiro agiram em uníssono para fechar fronteiras, fechar empresas e comércios, diminuir ou acabar com os transportes públicos e, iniciar a campanha do #fiqueemcasa #stayathome. A mídia do mundo inteiro realizou a mesma campanha de medo, de lockdown, do fique em casa, do manter o distanciamento social, do trabalho home-office e em seguida o do “somente quando tivermos a vacina, voltaremos ao normal”. Esta última se tornou em piedade evangélica repetida pelos quatro cantos da terra unanimimente, isto é, por aqueles mesmos ditames de cooperação de que a Cimeira de Vacinação Global dissera que haveria para incentivar as políticas coordenadas pela OMS, uma das precursoras da Cimeira e do Event 201. Conforme podemos ler no documento de 10 Ações para a Vacinação Global dessa Cimeira, vemos:
1. Promover a liderança política mundial e o compromisso para com a vacinação e construir uma colaboração e parcerias eficazes a nível internacional, nacional, regional e local com as autoridades do setor da saúde, os profissionais da saúde, a sociedade civil, as comunidades, os cientistas e a indústria, a fim de proteger todos os cidadãos através de taxas elevadas de cobertura da vacinação constantes.
2. Assegurar que todos os países disponham de estratégias nacionais de vacinação e que assegurem e reforçem a respectiva sustentabilidade financeira, em consonância com os progressos no sentido da concretização da cobertura universal dos cuidados de saúde, de modo a não excluir ninguém.
3. Criar sistemas de vigilância sólidos para as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, em especial as que estão sujeitas a objetivos de eliminação e erradicação a nível mundial.
4. Combater as causas profundas das reticências em relação à vacinação e aumentar a confiança nas vacinas, bem como conceber e aplicar intervenções baseadas em dados concretos.
5. Explorar o poder das tecnologias digitais, de modo a reforçar a monitoração do desempenho dos programas de vacinação.
6. Apoiar os esforços de investigação a fim de gerar um fluxo contínuo de dados sobre a eficácia e a segurança das vacinas e o impacto dos programas de vacinação.
7. Prosseguir os esforços e o investimento, nomeadamente através de novos incentivos e modelos de financiamento, na investigação, no desenvolvimento e na inovação a fim de criar novos dispositivos de administração de vacinas ou melhorar os existentes.
8. Atenuar os riscos de escassez de vacinas, melhorando o acompanhamento da disponibilidade, as previsões, a compra, a entrega e a constituição de reservas de vacinas, bem como a colaboração com os produtores e todos os participantes na cadeia de distribuição, a fim de utilizar da melhor forma ou aumentar a capacidade de produção existente.
9. Capacitar os profissionais da saúde a todos os níveis, bem como os meios de comunicação social, para que possam prestar ao público informações eficazes, transparentes e objetivas e combater informações falsas e erróneas, nomeadamente através da colaboração com plataformas de redes sociais e empresas tecnológicas.
10. Alinhar e integrar a vacinação nas agendas mundiais da saúde e do desenvolvimento, através de um programa de vacinação renovado para 2030[1].
Alinhe tudo isto com a Agenda 2030[2] e o Grande Recomeço[3] e você entenderá que a vacinação e o covid19 não é se não a etapa inicial deste processo que se prosseguirá por toda a década como um método de controle e avanço do poder da Nova Ordem.
Um capítulo novo que se segue ao próprio Covid19 e a vacinação global é a Carteira Digital ou Certificado Digital Covid19 em que a OMS e a mesma elite do Event 201 deseja impor a todas as nações[4]. Embora o Covid19 seja uma arma biológica de guerra contra a humanidade para encadear o Great Reset, e a vacina também seja, e todos os documentos verdadeiros mostram que a vacina é não só ineficaz como prejudicial à saúde ao extremo, indo de sequelas silenciosas à morte repentina em boa parte dos vacinados, a campanha de desinformação do Grande Conluio Global segue com a Carteira Digital de Vacinação Global em que a intenção é ter uma censura, um controle sobre o direito de ir e vir do cidadão comum, criando párias e uma pressão pela vacinação em diversas partes do globo. Países como Austrália e Canadá destruíram suas democracias para criar a ditadura da agulha, mas todos os seus respectivos líderes são homens colocados no poder precisamente para isto, como “novas lideranças globais do Fórum Econômico Mundial”.
As armas biológicas são uma realidade, só os EUA possuem dezenas de laboratórios de biossegurança em que são feitos experimentos com armas biológicas espalhados pelo mundo, a finalidade desses biolaboratórios não é só procurar tratamentos para doenças existentes, como também criar novas ou modificar as existentes fazendo-as ganharem poder de infecciosidade e periculosidade. Hoje em dia, num mundo de armas nucleares e armas químicas, armas biológicas são apenas a próxima etapa desse belicismo asqueroso que as nações ricas desenvolvem continuamento em torno de um projeto de poder asqueroso. Ao meu ver, o Covid19 já é esta primeira grande guerra mundial com armas biológicas, mas o alvo não são países e sim o povo mesmo. Mas a novidade que se segue é a do Grande Conluio, ou seja, a união de megaempresas, megacorporações, megabilionários que se unem para financiar junto com os governos a estes mesmos laboratórios, criando uma rede neofascista mundial capaz de dominar desde a produção até a distribuição, além da unanimidade midiática que foi toda comprada silenciosamente por essa gente, sem que pudéssemos reconhecer o seu perigo eminente, fazendo um serviço vigoroso de campanha que não diz respeito à verdade, mas apenas aos interesses econômicos, políticos, ideológicos e até mesmo espirituais.
A próxima etapa dessa guerra contra a humanidade já começou e é a Guerra da Rússia e Ucrânia e a Crise Energética, a fim de criar uma crise global de fome e de abastecimento, além das contínuas doenças. Uma informação importante deste conflito e o que ele tem a ver com armas biológicas é o que se seguirá na próxima etapa deste relatório.
[1] 10 Ações para Vacinação para Todos: https://ec.europa.eu/health/sites/health/system/files/2019-11/10actions_en_0.pdf última vez acessado em 17 de Março de 2022 às 14:44
[2] Transformando Nosso Mundo: A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, Organização das Nações Unidas;
[3] Klaus Schwab e Thierry Malleret, Covid-19: The Great Reset, Edition 1, Forum Publishing, 2020
Para saber mais:
[4] Digital Documentation of COVID-19 Certificates: Vaccination Status — Technical Specifications and Implementation Guidance, 27 August 2021. Geneva: World Health Organization; 2021 (WHO/2019-nCoV/Digital_certificates/vaccination/2021.1). License CC BY-NC-SA 3.0 IGO.
Artigos e referências complementares:
"Segmentos virais de RNA do HIV emendados cirurgicamente dentro do genoma do COVID-19" e pesquisa sobre biofísica óptica. Artigo interessante de Luc Montagnier, vencedor do Prêmio Nobel de 2008 por sua descoberta do vírus HIV em 1983 - 30 de abril de 2020 Excerto: Neste 16 de abril, o Dr. Luc Montagnier tornou-se um nome conhecido em todo o mundo. Isso ocorreu quando o controverso virologista decidiu declarar publicamente seu apoio à teoria de que o Covid-19 é de fato uma criação gerada em laboratório e não um efeito natural da evolução viral. Referindo-se a um estudo publicado na Kusama School of Biology em New Dehli em 31 de janeiro, Montagnier afirmou que a ocorrência específica de segmentos virais de RNA do HIV emendados cirurgicamente dentro do genoma do COVID-19 não poderia ter se originado naturalmente e ele o descreveu nas seguintes palavras: “Analisamos cuidadosamente a descrição do genoma desse vírus de RNA. Não fomos os primeiros, um grupo de pesquisadores indianos tentou publicar um estudo mostrando que o genoma completo desse vírus tem dentro das sequências de outro vírus: o do #HIV.” Enquanto a equipe indiana foi induzida a retirar sua publicação sob imensa pressão do establishment médico convencional (que nunca se preocupou em refutar seriamente o conteúdo da pesquisa do estudo, mas usou o argumento “a mutação aleatória torna qualquer coisa possível”), Montagnier afirmou que “a verdade científica sempre emerge”.
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1º de agosto de 2019: Glaxo Smith Kline e Pfizer anunciam o estabelecimento de uma parceria corporativa em Produtos de Saúde do Consumidor, incluindo Vacinas.
19 de setembro de 2019: A ID2020 Alliance realizou seu Summit em Nova York, intitulado “Rising to the Good ID Challenge”. O foco estava no estabelecimento de uma vacina com passaporte digital embutido .
18 de Outubro de 2019. Evento
201. The 201 Pandemic Simulation Exercise
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Relação de empresas e laboratórios envolvidos no processo pandêmico:
Glaxo e Pfizer:
https://pfarma.com.br/noticia-setor-farmaceutico/mercado/4766-gsk-e-pfizer-iniciam-fusao-que-deve-gerar-lucro-de.htmlA britânica GlaxoSmithKline (GSK) e a americana Pfizer Consumer Healthcare, duas das principais farmacêuticas globais, iniciaram neste mês o processo de fusão de suas operações no Brasil, que dará origem à uma nova Joint Venture, a GSK Consumer Healthcare.
O acordo entre as duas empresas resultará na maior companhia do mundo voltada para produtos de venda livre de prescrição médica, o segmento OTC. Com a joint Venture, a GSK Consumer Healthcare amplia o portfólio no mercado brasileiro, que passa a incluir as marcas Centrum, Advil, Stresstab e Caltrate, da Pfizer.
Artigo POR MICAELA SANTOS Fonte: Época Negócios
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Black Rock é aconista da Glaxo: https://www.fiercepharma.com/pharma/glaxosmithkline-ceo-walmsley-has-key-investor-backing-upcoming-fight-against-activist
O CEO da GlaxoSmithKline, Walmsley, recebe o apoio dos principais investidores para a próxima luta com o ativista Elliott: relatório
Por Angus Liu 21 de maio de 2021 12h52
A BlackRock, o maior investidor da GSK, e a Dodge & Cox – seu quinto maior acionista – e a Royal London do Reino Unido entraram em contato com o presidente da GSK, Jonathan Symonds, apoiando a equipe atual em uma potencial luta por procuração contra Elliott. relatado .
A Elliott assumiu uma posição “significativa” na GSK no início deste ano, provocando especulações de que o investidor ativista intimidador de Paul Singer pressionaria por uma grande mudança que poderia fazer com que a farmacêutica britânica se separasse ainda mais ou fosse subsumida por um rival dos EUA.
A Elliott não deixou suas intenções claras e não fez nada na reunião anual de acionistas da GSK em 5 de maio; todas as 22 resoluções foram aprovadas na reunião com mais de 93% de apoio dos investidores, incluindo o plano de remuneração da equipe executiva e a reeleição de Symonds e Walmsley.
A GSK está atualmente em processo de divisão em duas empresas como parte de uma revisão que Walmsley lançou no final de 2018. Com uma cisão planejada, o negócio de saúde do consumidor - que Walmsley costumava dirigir antes de se tornar CEO do grupo em 2017 - seguirá carreira solo. O objetivo é focar a nova GSK exclusivamente em produtos farmacêuticos e vacina.
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Uma teoria sugere que Elliott pretende acelerar a separação. Mas com uma data de spin-off em meados de 2022, simplesmente não há muito espaço para mais aceleração.
Vários “banqueiros e investidores bem posicionados” suspeitam que Elliott possa buscar mais divisão nas linhas das franquias de medicamentos e vacinas, ou pressionar pela venda da empresa, de acordo com o The Mail.
No passado, o fundo de hedge mirou várias empresas biofarmacêuticas, incluindo a Alexion Pharmaceuticals, que acabou de se vender para a AstraZeneca. Elliott supostamente defendeu uma separação da Allergan antes que a AbbVie concordasse em adquirir a fabricante de Botox em 2019.
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"É plausível que possa estar tentando desmembrar a empresa ainda mais, ou fazê-la se fundir com outra empresa", disse um dos dez principais investidores da GSK sobre o plano potencial de Elliott, conforme citado pelo The Mail.
Outra possibilidade é que Elliott queira forçar uma reformulação da equipe executiva da GSK. Alguns investidores prefeririam que Walmsley liderasse o negócio de saúde do consumidor em vez da franquia de medicamentos restante, informou o Financial Times anteriormente , citando uma pessoa familiarizada com o sentimento entre alguns acionistas da GSK.
Walmsley infundiu a GSK com um foco renovado em oncologia com a compra da Tesaro por US$ 5,1 bilhões. Mas reveses recentes, incluindo o fracasso em estágio final do bintrafusp alfa , parceiro da Merck KGaA, deixaram alguns observadores do setor preocupados com a capacidade da empresa de entregar perspectivas de longo prazo.
Walmsley defendeu sua posição como CEO após o aumento das ações da Elliott. “Não sou cientista. Sou uma líder de negócios e acredito que as prioridades como CEO são definir a estratégia... contratar as pessoas, e isso inclui a contratação da melhor liderança de P&D possível no mundo”, disse ela a repórteres em abril durante uma coletiva de imprensa sobre o desempenho da empresa no primeiro trimestre, conforme citado pelo The Financial Times.
Walmsley agora está programada para fornecer o que ela chamou de “uma visão clara da estratégia para a nova GSK” em um próximo evento de investidores no próximo mês. A empresa esclarecerá suas áreas terapêuticas alvo para investimento, fornecerá mergulhos profundos em potenciais impulsionadores de crescimento, oferecerá mais detalhes sobre a abordagem da separação da saúde do consumidor, bem como produzirá uma perspectiva de receita para os próximos 10 anos, disse ela aos investidores durante uma conferência. ligue em abril.
“Estamos muito cientes de que as ações da GSK tiveram um desempenho inferior e vamos demonstrar como estamos construindo valor para os acionistas na nova GSK”, disse ela. “Com a base de uma profunda mudança em andamento nos últimos anos, acreditamos que desenvolvemos uma visão e uma perspectiva convincentes para compartilhar com você”.
Acessado em 17 de Março de 2022, às 15:52, horário de Brasília
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Who are George Soros, Black Rock, Vanguard, GlaxoSmithKline, Pfizer, Wuhan Lab and Other Connections with COVID-19, Agosto de 2021
Neste site, eles provam por A mais B a ligação entre todas estas empresas, os magnatas globalistas Bill Gates e George Soros, e o Laboratório de Wuhan. Consultado em 17 de Março de 2022 às 16:05 de Brasília;
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Lista de alguns sites da Grande Mídia que pertence aos globalistas que desesperadamente negaram esta ligação entre as empresas que pelos próprios sites delas se mostra evidente:
A partir de informações imprecisas de uma pequena cartilha, justamente por ser um postagem feita para se popularizar, porque nem todo mundo vai fazer investigações minuciosas das relações entre empresas, governos, agentes e cientistas, então essas mídias põem em descrédito tudo o que nela está contida como se fosse invencionice, pode ser imprecisa, incompleta, até errada, mas não falsa no conteúdo geral que é a união destes entes para o grande conluio que se seguiu de fato. Estas mídias realizam o trabalho de “fact check” porque elas são pagas ou sustentadas por esses mesmos agentes, quando não pertencem a eles formalmente.



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