O Apelo Moral das Vacinas e a Ciência 2
- Thiarles Sosi
- 18 de nov. de 2021
- 3 min de leitura
Quando, Onde e Por quê?

O Apelo Moral das Vacinas e a Ciência - Parte 2
Em 11 de Março de 2020 a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou a doença viral denominada Covid19 (Coronavírus 2019) como sendo uma Pandemia, ou seja, uma doença infecciosa não apenas potencial, mas espalhada globalmente e por isso mesmo alertando às nações sobre a tomada de atitudes radicais de combate à proliferação. O resto é história que estamos contando em numerosos trabalhados espalhados em artigos e relatórios, mas o que nos resta tracejar é que partindo da classificação de Pandemia a Covid19, ouviu-se muitos rumores e opiniões políticas de como combater o mesmo vírus: Com máscara, sem máscara, com distanciamento social ou não, com aglomeração, sem aglomeração, com voos internacionais liberados ou não, com quarentenas ou não, com bloqueios da atividade econômica ou não, com pesquisa científica ou não, com tratamento precoce ou não, mas tudo sempre ditado e pautado como unilateralmente o que a OMS declarava e o que os governos dos países declaravam, com apoio e conivência da Grande Mídia Empresarial e Política que teve como objetivo pregar unilateralmente a opinião médica dita da Classe Governante e OMS, além das Fundações espalhadas pelo mundo inteiro, de empresas ou entidades sociais. A Igreja Católica deu apoio moral ao trabalho executado sobretudo pela OMS, esta por sua vez deu apoio moral ao trabalho realizado pela China no combate à Pandemia. Com isto quero deixar claro que não houve a escuta de várias vozes, ainda que fossem opiniões verdadeiras, plausíveis, apenas quando a OMS declarava era que ensejava válida. Todavia, mesmo quando a OMS declarava por vezes que tal opinião outrora considerada “fake news” agora era válida como por exemplo o lockdown em países pobres e com economias informais como é o Brasil, ainda assim políticos regionais e locais, além da imprensa em conluio com estes, propagaram unilateralmente a vontade política de causar encerramento de atividades e outras formas de tomada da liberdade de ir e vir, sem que isto tivesse respaldo científico, apenas indícios mais ou menos prováveis. Após estes quase 20 meses desde o início oficial da Pandemia, também restou um discurso unilateral apontando como solução para a mesma, a Vacinação Global.
Mesmo não havendo provas irrefutáveis sobre a efetividade das vacinas, mesmo estas sendo declaradamente pelas fabricantes responsáveis como sendo experimentais, mesmo havendo milhões de casos de reações mais ou menos graves tão numerosos ou mais que de mortos pela Covid19, mesmo ignorando completamente pesquisas e argumentos científicos provando a inefetividade da tecnologia aplicada às mesmas, mesmo sabendo que todos podem simplesmente estarem errados em acreditarem 100% nas vacinas por serem de tecnologias experimentais, ainda assim, juntou-se a classe governante, médica das mesmas instituições do Estado, políticos, grupos e fundações internacionais financiadas por quem diretamente tem interesse econômico nas vacinas como por exemplo o Bill Gates que financia quase 1/5 da OMS, uma organização que deveria ser sustentada exclusivamente pelos Estados Nacionais, tudo isto juntou-se à Mídia e ao Estabelecimento Burocrático do mundo inteiro, em especial no Brasil, calando e impedindo todas as vozes dissidentes, mesmo apresentando provas, tudo isso para declarar que a Vacina é a única solução para a normalidade da vida humana. Como se não bastasse isso, somou-se a ela a necessidade de monitorar e obrigar a todos os cidadãos do mundo em tomar as vacinas e receber um certificado digital que comprove que tomou a vacina. Por quê?
O motivo desta escolta colossal de proatividade vacinatória pelo mundo inteiro tem como finalidade:
Uniformizar o discurso social e cultural global;
Necessitar de intervenção de instituições internacionais que apoiem e sustentem os governos nacionais, regionais e locais;
Diminuir a liberdade individual mediante a necessidade “holística”;
Criar um sistema de digitalização de identidade de documentos da população global;
Experimentar as tecnologias de manipulação do DNA humano, Engenharia Genética em massa.
Todos estes são 100% de certeza. Agora ditarei os prováveis, mas possivelmente não (ainda):
Diminuir a expectativa de vida da população em geral;
Diminuir a fertilidade natural de homens e mulheres;
Criar uma plataforma orgânica de interface Homem-Máquina por meio de magnetização e/ou engenharia genética;
Digitalização total e unilateral da economia.
Todas estas afirmações podem ser tidas como prováveis, não porque sejam inverossímeis, mas porque há mínima possibilidade de que não seja nada disso, portanto, se seguirmos o critério científico a rigor, só podemos esperar para ver. No entanto, somente os primeiros que são certos de se realizar, já são o suficientemente maus intrinsecamente para serem aceitáveis pelas gentes do mundo inteiro, por isso é necessário que pessoas e autoridades competentes se levantem contra este tipo de impostura totalmente desproporcional e que abre brecha para uma colossal ditadura tecnológica a nível global e/ou ao nível de cada país. Se tais brechas totalitárias, apresentadas pelas entidades internacionais, forem apresentadas indistintamente por entre os países, abrirá margem para ditaduras de cunho fascistóide.



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