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O Apelo Moral das Vacinas e a Ciência

O Apelo Moral das Vacinas e a Ciência - Parte 1





Este relatório eminentemente documental pretende-se avaliar alguns pormenores da vacinação global em curso e os principais e objetivos efeitos que estejam causando perante o mundo. Não é preciso dizer a importância disto, mas é necessário averiguar sobretudo o porquê e como estão sendo submetidos toda a população global a um experimento não de cunho científico, nem político, mas histórico mesmo. Este relatório buscará dar uma ênfase ao modo como está sendo incutido nas pessoas a necessidade da vacinação, avaliará também o porquê de estar sendo incutido. Avaliaremos ainda se é razoável a proposta, se se justifica a tomada de liberdade de consciência perante o quadro global. Avaliaremos ainda o que seja a ciência neste caso, o que ela tem a dizer e qual a consequência deste curso global mais provável de vacinação global. Por se tratar de um relatório, um relato no sentido estrito da palavra e não um documento científico, buscarei ensejar segundo o esquema de uma verdadeira reportagem, mas no quadro objetivo em que se encontra e não nos fatos isolados.

O quê, Como, Quando, Onde, Por quê, Quem, - e como diz o Paulo Briguet - E Daí? Eu ainda acrescentaria a seguinte; É Razoável?


O Que é o problema?


A Vacina está sendo proposta como a mais eminente solução, para não dizer a única, sobre outro problema chamado Covid19. Como todos sabemos, a vacina existe para dar ao vacinado a capacidade do organismo de defender-se contra a presença viral, pois o corpo passa a produzir defesas e anticorpos contra os intrusos parasitas. Se a vacina faz isso, então é uma coisa boa a vacina, e certamente é. Mas as vacinas que estão sendo propostas não foram amplamente experimentadas e submetidas a todos os processos de averiguação científica sobre sua eficácia, e acima de tudo, possíveis efeitos colaterais que seu conteúdo possa acarretar nas pessoas a curto, médio e longo prazos.


No momento em que escrevo estas linhas, nós estamos às 17:25 de 17 de Outubro de 2021, ou aproximadamente 19 meses após a OMS ter decretado a ameaça do Covid19 (Coronavírus 2019) como uma nova Pandemia, não foi provado efetivamente a eficácia das vacinas e todos os números relacionados são suspeitos porque provém de um cruzamento de dados heterogêneos e alguns certamente falsos, sobretudo no Brasil, onde sabemos que um número não desprezível de casos foram imputados ao Covid19 quando inequivocamente foram causados por outras doenças. A quantidade de casos de mortes foram atribuídas em uníssono por uma politização da Pandemia no Brasil que causou uma dramatização perante a mesma por meio de governos, mídias e instituições médicas.


Além disso, a tecnologia da vacina é de tal maneira “inovadora” que ela não pode ser classificada como vacina ainda porque ela não possui analogia com outras vacinas já desenvolvidas para outras enfermidades micro bacterianas e virais, as vacinas contra a covid19 utilizam uma tecnologia de DNA e mRNA que ainda não foram efetivamente provadas como eficientes como as demais tecnologias até hoje catalogadas, então questionar a efetividade destas vacinas atuais é no mínimo algo de primeira importância, por outro lado, a mesma vacinação já é imposta a todas as gentes como sendo algo inquestionável e indubitável, até mesmo pelas classes médicas e científicas, mas a “efetividade” das vacinas é provada tanto quanto o número de mortes, ou seja, é sempre duvidosa e se faz mediante o vexame da questão.


Muitos dizem que não há o que questionar pois quem dá o veredito da questão são os especialistas. O problema é que há uma miríade de especialistas que dizem contra as mesmas ditas vacinas, mas estes não são ouvidos e nem atendidos em suas questões, enquanto alguns dizem que a vacina por determinados motivos, outros tantos dizem que pelas mesmas razões elas prejudicam e não trazem benfício, ou seja, há um tremendo paradoxo de tipo lógico A↔B, sendo A e B contrários e trazendo os mesmos benefícios e prejuízos pela mesma razão em que trazem os mesmos benefícios e prejuízos, neste sentido não há porque dizer que a questão não pode ser dada, ao contrário, ela está aberta e ainda não finalizada, nem sequer avançou na probabilidade, o que há, portanto, é apenas uma imposição. Veremos o que seja esta imposição:

Como está se tornando um problema a vacinação

Desde que começou a pandemia, esta vem sendo informada às massas pelo mundo inteiro pela grande mídia a qual denominamos Mainstream, isto é, um Estabelecimento Midiático que age não para dar informação mas para instruir conforme o gosto do pagador, cliente, o seu ideal. As características da mídia atual que permitem isto são:

  • Elas são dirigidas às massas, por isso não utilizam um discurso lógico-analítico para informar às pessoas, mas sim um discurso retórico de baixo calão para descer ao mínimo denominador comum a todas as pessoas consumidoras daquela ‘informação’.

  • O jornalista é formado desde a faculdade com a ideia de que ele é o portador do amplo conhecimento e visão neutra, fatual do mundo, e por isso pode delegar a informação mais mastigada e verdadeira, ipsis litteris, quando na verdade ele adota apenas o discurso da verossimilhança ou do possível. Mesmos os fatos mais concretamente apresentados estão carregados do discurso da verossimilhança, não porque necessariamente seja falso, pode ser que seja verdadeiro, mas não é provado ao âmago como uma investigação científica propriamente dita, o leitor não tem condições de julgar se é verdadeiro ou falso, porque ambos os discursos apresentados sob a forma de jornalismo parecem igualmente verdadeiros.

  • Muitos dizem que não há o que questionar pois quem dá o veredito da questão são os especialistas. O problema é que há uma miríade de especialistas que dizem contra as mesmas ditas vacinas, mas estes não são ouvidos e nem atendidos em suas questões, enquanto alguns dizem que a vacina por determinados motivos, outros tantos dizem que pelas mesmas razões elas prejudicam e não trazem benefício, ou seja, há um tremendo paradoxo de tipo lógico A↔B, sendo A e B contrários e trazendo os mesmos benefícios e prejuízos pela mesma razão em que trazem os mesmos benefícios e prejuízos, neste sentido não há porque dizer que a questão não pode ser dada, ao contrário, ela está aberta e ainda não finalizada, nem sequer avançou na probabilidade, o que há, portanto, é apenas uma imposição. Veremos o que seja esta imposição:gundo o gosto destes, ao menos não confrontará a estes diretamente.

  • A Mídia Mainstream não age com política independente de informação, interessada em denunciar fatos e erros, ela age conforme interesses particulares que ela divulga como de interesse público, na verdade para influenciar o mesmo público. Isto ocorre porque o jornalista é formado desde a faculdade com a ideia de que ele é um vetor importante de mudança da sociedade para melhor. O jornalista se vê realmente como sendo um intelectual de primeira envergadura quando na verdade é apenas um palpiteiro completamente alheio à informação. Tanto é assim que o jornalista teria de estudar livros e mais livros, autores e mais autores para formar uma opinião minimamente embasada na informação que ele apresentará ao público. Isto, porém, não ocorre com o jornalismo mundial e com o brasileiro em particular. Eles apenas escolhem uma fonte de informação, esta fonte de informação pode ser uma autoridade mais ou menos respeitada ou tolerada pela mídia Mainstream, cujas opiniões vão de acordo ou pelo menos não se contraponham aos ideais do mesmo corpo editorial. As vezes isto pode produzir algo de bom, tal como relógio parado acerta duas vezes ao dia, mas na maior parte o que haverá é pura manipulação da informação, as vezes, e somente as vezes, com a inocência do jornalista, mas não com sua escusa.

Com isto não quero difamar e nem menosprezar o papel do jornalismo, estou denunciando os defeitos que se apresentam à profissão e como elas podem e de fato afetam a nossa realidade.


Agora iremos sintetizar como de fato estes defeitos do jornalismo estão sendo aplicados ao problema da Vacinação Global.


A Organização Mundial da Saúde junto à Comissão Europeia realizou no dia 12 de Setembro de 2019 em Bruxelas, Bélgica, o Cume sobre Vacinação Global de Bruxelas, GLOBAL VACCINATION SUMMIT BRUSSELS. Este evento teve como objetivo formular um projeto de vacinação global para uma possível gripe ou pandemia viral que surgiria. Veja bem a data, 12 de Setembro, ou seja, basicamente 2 ou 3 meses antes dos primeiros casos de Covid19 terem sido identificados na China. Este evento realizou uma série de documentos, entre eles destaco o assim chamado Dez Ações para a Vacinação Global, um pequeno documento que mostra como a vacinação global será imposta em todo o mundo e como receberá ajuda para isto.


Todos devem poder se beneficiar do poder de vacinação. Apesar da disponibilidade de vacinas seguras e eficazes, a falta de acesso, a escassez de vacinas, a falta de informação, a inação perante os riscos de doença, a diminuição da confiança do público na eficácia das vacinas e o desinvestimento estão a prejudicar as taxas de vacinação em todo o mundo. A vacinação é, incontestavelmente, uma das intervenções mais eficazes da saúde pública. Devemos envidar esforços para manter os resultados positivos da vacinação que tão difíceis foram de obter, mas também procurar fazer mais e melhor, a fim de assegurar sistemas de saúde eficazes e equitativos e reduzir os danos causados pela doença e pelo sofrimento que podem ser evitados. Nomeadamente, têm de ser feitos os investimentos necessários em investigação e desenvolvimento a fim de dar resposta às necessidades médicas não satisfeitas através do desenvolvimento de novas vacinas e da melhoria das já existentes. Ensinamentos retirados da cimeira e medidas necessárias para assegurar o acesso de todos à vacinação e a eliminação das doenças que podem ser prevenidas através de vacinas:
1. Promover a liderança política mundial e o compromisso para com a vacinação e construir uma colaboração e parcerias eficazes a nível internacional, nacional, regional e local com as autoridades do setor da saúde, os profissionais da saúde, a sociedade civil, as comunidades, os cientistas e a indústria, a fim de proteger todos os cidadãos através de taxas elevadas de cobertura da vacinação constantes.

Quero tecer um comentário a respeito deste item 1 que é o seguinte: Como é possível você levantar a coordenação global de governos em todos os níveis em todo o mundo, e junto com eles empresários, organizações civis e indústrias, além de todo o setor de saúde e não menos importante, toda a classe científica de antemão? Isto simplesmente não é possível de se fazer de antemão sobre algo que ainda não aconteceu senão por meio de uma grande coordenação em que já se sabe todos os meandros do que acontecerá e de todas as possíveis objeções e contradições. Não é possível levantar unanimidade científica de antemão, não é possível domar a opinião de saúde pública sobre um problema não existente. Isto evidencia uma preparação para uma coordenação de nível global e que abrange todos os níveis da sociedade não por uma questão científica, e sim por uma questão política. Apenas decisões políticas podem ser preparadas de antemão, ciência não. Não posso defender uma ciência de algo ainda inexistente, só posso fazer ciência sobre algo que existe e que demandou anos de pesquisa profunda em torno, mas de antemão, não.


2. Assegurar que todos os países disponham de estratégias nacionais de vacinação e que assegurem e reforçem a respectiva sustentabilidade financeira, em consonância com os progressos no sentido da concretização da cobertura universal dos cuidados de saúde, de modo a não excluir ninguém.

Como você pode exigir algo de que ainda não aconteceu? Como você pode exigir que todos sejam vacinados sem que se excluam ninguém, se ainda não existe necessidade disto? Novamente peço ao leitor que pense, reflita e veja se isto não é algo a se refletir e no mínimo indagar-se? Exigir algo que nada menos exige a vacinação em massa e que esta abranja todos os países, e ainda seja associada à sustentabilidade financeira, isto é, à saúde da economia das nações por meio do progresso da vacinação em massa, é no mínimo salutar, é no mínimo de se questionar, é no mínimo mínimo temerário realizar.


3. Criar sistemas de vigilância sólidos para as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, em especial as que estão sujeitas a objetivos de eliminação e erradicação a nível mundial.

Novamente anseio ao leitor indagar se era tão necessário realizar esta reunião com urgência temerária e ainda propor a criação de sistemas de vigilância para uma doença que ainda não existia e que em poucos dias surgiria? Como poderia acertar tão aptamente o surgimento de uma doença pandêmica, isto é, de alastrar mundial, e com ela a necessidade de vacinação em massa global com monitoração constante de sua evolução? Em quase 20 meses após o início vemos o realizar destes itens ipsis litteris, completamente sem desviar uma linha, tal como profecia autorrealizável. Poderiam objetar o leitor, e com razão, de que tudo isto são apenas reuniões para se prevenir algo possível futuro. Sim, poderiam ser, mas em se tratando de Ciência não existe antecipação de descoberta e necessidade. Em se tratando de Política não existe improviso e imprevisibilidade premeditada, é autocontraditório. Em se tratando de um reunião à nível e importância global como foi este evento não é possível que eles estivessem apenas discutindo aleatoriamente ou imprevisivelmente, ao contrário, fizeram a reunião porque justamente previram que aconteceria, e aconteceu 2 meses após este evento a necessidade daquilo que eles mesmos disseram ser urgente planejar e ensejar. Como isto é possível? Por que eles sabiam que aconteceria? Por que eles previram e foi tão imediato? Não é possível prever evolução das espécies, não é possível prever a evolução das formas na natureza se não de eventos muito simples e muito imediatos, em situações muito específicas. Mas em se tratando de Covid19, se era tão previsível assim, e era previsível porque um pouco mais de 30 dias depois desta cimeira houve o assim chamado Event201, um evento de simulação de pandemia de coronavírus que se alastraria pelo mundo inteiro com descrição literal do que se seguiria. Por que aconteceu exatamente como previram? Profetas?


4. Combater as causas profundas das reticências em relação à vacinação e aumentar a confiança nas vacinas, bem como conceber e aplicar intervenções baseadas em dados concretos.

Como eles já sabiam que as vacinas seriam globalmente questionadas por inúmeras pessoas qualificadas a tal ponto de haver as intervenções ditas “baseadas”, isto é, ditadas por trabalhos feitos por cientistas que trabalham ou são associados às produtoras de vacinas, e divulgados pela classe midiática inteira comprada pelas mesma indústrias, além de governos que ensejam um único discurso já pré-pronto? Não é óbvio? O que eles chamam de dados concretos é o que eles mesmos apresentam como dados concretos, e não estudos independentes de críticos, até porque não aceitam críticas e críticos.


5. Explorar o poder das tecnologias digitais, de modo a reforçar a monitoração do desempenho dos programas de vacinação.

Veja o perigo deste item, eles estão dizendo claramente que usarão do poder das tecnologias para reforçar a monitoração da vacinação global! Há pessoas que são ingênuas a tal ponto de pensar que tudo isto é invenção ou exagero. Eu pergunto ao leitor para quê monitorar mundialmente a vacinação global por meio de tecnologias se isto não for uma forma de invadir desde já e premeditadamente a liberdade de cada pessoa humana em rejeitar do que ela não confia? A OMS está desde aqui declarando claramente que pretende monitorar os homens de todo o mundo com a ajuda da tecnologia, engana-se quem pensa que isto se trataria de mero monitoramento de estimativa completamente desligada de um ensejo político e arbitrário com estes mesmos dados. O que acontecerá com quem recusa as vacinas? Será monitorado a sua atividade a fim de ser pressionado a se vacinar. Argumentam os incautos que isto é bom porque as pessoas que não se vacinam são perigosas para a população, perigosas para quem? Se a vacina é boa, não há a necessidade de obrigar e monitorar ninguém, ela por si já seria adotada sem questionamentos pelo povo que veria o seu efeito positivo. Ainda, se ela é eficiente, não traria perigo para quem já se vacinara, o perigo seria único e exclusivamente para aqueles que não se vacinaram, no entanto, na nossa mídia “informativa” atual declara que o perigo é para todos, e diz isso sem base científica, repito, apenas por campanha política já pré-declarada pela OMS neste documento.


6. Apoiar os esforços de investigação a fim de gerar um fluxo contínuo de dados sobre a eficácia e a segurança das vacinas e o impacto dos programas de vacinação.

Embora aqui declare apoiar os esforços de investigação, nenhum deles estão sendo realizados de maneira independente e imparcial, todos estão sendo executados e divulgados pelos mesmos agentes que não possuem a licença ou a elegibilidade científica para falar por todos. Por exemplo, pesquisas feitas pelas fabricantes são suspeitas, pesquisas feitas pela própria OMS são suspeitas, pesquisas feitas pelo GAVI, CEPI, Bill e Mellinda Gates são suspeitas, pesquisas feitas pelo NIAID, Governo Chinês e Fórum Econômico Mundial são suspeitas. Pesquisas de médicos vinculados às instituições com parcerias econômicas com a grande indústria farmacêutica são suspeitas. Pesquisas feitas por apoiadores de um produto são suspeitos de antemão, pois já pré-declararam confiar nas vacinas e por isso mesmo darão preferência por corroborar, é o mesmo que pedir para um juiz torcedor do Palmeiras julgar a partida de futebol de seu próprio time, ainda que possa ser honesto, não é insuspeito, esta é a questão. Objetarão dizendo que aqueles contrários à vacinação farão de modo suspeito do mesmo jeito, só há uma diferença nisto, aqueles que são contrários à vacinação são desligadas de qualquer força institucional maior, o que significa que eles não compreendem o Estabelecimento, isto é, a elite que está comandando a narrativa, eles são pessoas destituídas de poder, apenas com a sua própria inteligência é que combatem, portanto não é a troca de dois poderes iguais, e sim de um discurso com total poder político, científico, industrial, financeiro e midiático de um lado e o outro formado por pessoas estudadas isoladas de qualquer instituição de relevância elitista, muito menos de nível global.


7. Prosseguir os esforços e o investimento, nomeadamente através de novos incentivos e modelos de financiamento, na investigação, no desenvolvimento e na inovação a fim de criar novos dispositivos de administração de vacinas ou melhorar os existentes.

Este item revela o caráter meramente econômico que está em jogo, dinheiro, não se trata de saúde, se trata de como ganhar mais dinheiro por meio da vacinação global usando meios que garantam a sustentabilidade e a riqueza cada vez maior. Ora, sabemos que os governos de todo o mundo financiam a produção de vacinas sem que as fabricantes declarem que possuem qualquer responsabilidade sobre erros ou danos que causarem. Ora também sabemos que os governos estão obrigando todos a tomarem as vacinas como se estas fossem 100% eficazes quando as próprias empresas produtoras dizem serem experimentais. Por que os Governos e a Grande Mídia no mundo inteiro estão fazendo um discurso que é pura “fake news”, pura desinformação da pior espécie, enganando as pessoas simples que acreditam 100% nestes veículos? Por que ainda querem obrigar e dar como certo o que ainda está sendo estudado e não possui qualquer garantia de infalibilidade? Argumentam que nenhuma vacina é 100% segura e por isso mesmo elas são o suficientemente seguras tais como as de outras doenças as quais somos acostumados a tomar desde pequenos nos postos de saúde, mas na verdade aquelas ditas vacinas foram estudadas e testadas por número o suficiente de anos para garantir que a longo prazo não causam dano, além disso foram minimizadas os seus danos à saúde pública. Mas por qual razão as pessoas não questionam o motivo de ainda não terem sido criadas as vacinas contra AIDs e Dengue apesar de tantos danos e gastos que estas doenças causaram e causam até hoje (curioso que a dengue parece ter diminuído bastante durante esta pandemia, não é? Além de outras doenças…)?


8. Atenuar os riscos de escassez de vacinas, melhorando o acompanhamento da disponibilidade, as previsões, a compra, a entrega e a constituição de reservas de vacinas, bem como a colaboração com os produtores e todos os participantes na cadeia de distribuição, a fim de utilizar da melhor forma ou aumentar a capacidade de produção existente.

Este item indica um cenário de certo desespero onde não há vacinas para todas as pessoas porque a doença se alastrara muito rapidamente pelo mundo.


9. Capacitar os profissionais da saúde a todos os níveis, bem como os meios de comunicação social, para que possam prestar ao público informações eficazes, transparentes e objetivas e combater informações falsas e erróneas, nomeadamente através da colaboração com plataformas de redes sociais e empresas tecnológicas.

Chegamos ao ponto central dos nossos comentários. Veja, caro leitor, esta informação não proclamada aos ventos, não proclamada nas mídias. Todos, governos e mídias, afirmam divulgar a verdade, mas esta verdade é a que eles proclamam ser a verdade, não aceitam o contraditório, não aceitam questionamentos, desde já como aqui é mostrado, vemos o cumprimento deste rechaço às ditas “informações falsas e errôneas”. A OMS está declarando aqui neste item 9 que tudo o que está fora do escopo deles são as ditas notícias falsas e errôneas, e para impedir o alastrar destas mesmas notícias errôneas, contarão com a ajuda e coordenação dos profissionais de saúde em todos os níveis! Terão para si controle de toda a cadeia de informação por meio dos meios de comunicação social, em particular com as Plataformas Digitais como Facebook, Twitter, Instagram, Youtube, Google e outros. Ora, um dos e-mails do Anthony Fauci, diretor do CDC, divulgados há poucos meses atrás, revelam que ainda no pleno início da Pandemia o Mark Zuckerberg declarou seu apoio para desde o começo divulgar as vacinas e impedir o proliferar de enredos contrários. O Facebook é dono de um monopólio de Redes Sociais no Ocidente, pois o outro seria o Google e o Twitter que possuem a mesma política pró-vacinas. Uma plataforma como o Youtube que deveria permitir o livre pensar é a que mais rigorosamente combate as opiniões contrárias utilizando seus mecanismo para impedir o crescimento daqueles taxados de “teóricos da conspiração”. Dizer que a mídia e os governos, além de toda a classe médica controla a opinião no mundo inteiro não é exagero, está explicada neste único item.


10. Alinhar e integrar a vacinação nas agendas mundiais da saúde e do desenvolvimento, através de um programa de vacinação renovado para 2030.

E aqui para coroarmos a nossa objetiva argumentação questionando as políticas contrárias à liberdade de querer ou não ser vacinado, temos o item 10 revelando-nos claramente que não se trata de uma exceção histórica, não se trata de um contexto conturbado atual, não se trata de uma mera situação catastrófica que exige “medidas drásticas” de tomada das liberdades e perseguir opiniões contrárias, se trata, meus caros, de uma política oficial decidida antes de surgir o coronavírus para vacinação global e controle social que perdurará para pelo menos 2030! E com qual razão fazem isto? Por qual razão eles decidiram adotar uma política de vacinação global para até 2030 contando com o apoio de toda a elite midiática, empresarial e governamental do mundo inteiro para uma doença que sequer existia? (Lembre-se, repito, estou me referindo a este documento que fora composto no dia 12 de Setembro de 2019, portanto, antes do surgimento do primeiro caso oficial de Covid19 ao que consta ocorrera em Novembro de 2019).


Tudo isto evidencia que não estamos diante de uma evolução natural de conhecimento científico, as decisões que estão sendo tomadas durante esta pandemia foram todas reguladas desde antes, premeditadamente. Se é justo questionar, e na ciência questionar é uma obrigação intrínseca, é justo que deixem as vozes que discordam destes mecanismo políticos fazerem as suas objeções, e que assim a ciência cresça, ganhe musculatura. Se esta vacinação em massa é boa, deixem que ela seja questionada, pois aqueles que estão questionando, uma vez que tiverem acesso ao avanço límpido dos estudos, logo ascenderão à mesma opinião da elite.


No entanto, ainda que fosse provada a eficiência 100% da vacinação, não é possível admitir e tolerar passivamente que as liberdades humanas sejam roubadas, esfaceladas por uma política que não possui legitimidade. Esta vacinação global está pisando, por exemplo, as leis das nações, sobretudo no Brasil onde todas as leis e a Constituição estão pisadas e ignoradas por completo por meio de uma classe de políticos, juízes, juristas, mídias e tudo o mais com a única e falsa justificativa de anormalidade global, anormalidade esta que foi exatamente premeditada tal como a Cimeira de Vacinação Global realizada pela OMS e Comissão Europeia.

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