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Covid19 e o Grande Conluio

Covid19 e o Grande Conluio


Terceira Série de Artigos: Covid19 e Revolução 2030: Covid19 e o Grande Conluio


O vocabulário a respeito da Nova Ordem Mundial ficou durante décadas restrito no Brasil a um pequeno grupo de intelectuais influenciados em grande medida por Olavo de Carvalho, e nos meios evangélicos pentecostais, quando muito, por uma literatura norte-americana a respeito, mas ainda carrega de estereótipo e falta de medida segundo a experiência concreta, ou seja, faltava verossimilhança. Apenas na última década, ou melhor, nos últimos cinco anos anteriores à Pandemia que círculos cada vez maiores de católicos foram tomando conta do assunto mas sem se aterem muito quanto à sua envergadura, com exceção da comunidade Canção Nova que vem desde o início da década de 1990 a falar sobre o assunto talvez ainda sem muito crédito por parte do povo que das palestras de Padres Jonas Abib e José Augusto se alimentaram, mas eu me incluo entre estes que se ativeram ao assunto só recentemente. Foi, doravante, no início de 2020 que percebi de imediato, após anos de estudo fortuito, com certa reserva de receio que delego sempre a algum assunto o qual não domino, não dando assim mais do que o meu típico ceticismo até que haja algum tipo de metanóia, o resplandecer desta teoria da conspiração globalista perante o mundo todo, não sabia do seu poder e de seu alcance, e quando eles avançaram sobre os principados de toda a Terra, senti-me impotente como ovelha para o matadouro, achei que pelo menos grande parte das pessoas já entendiam o que estava acontecendo, em especial os cristãos, afinal, haviam eleito Jair Messias Bolsonaro contra o Movimento Comunista em 2018, mas tão longe isto houve. Estávamos sozinhos, eu e algumas vozes destes pequenos círculos de intelectuais que se mostraram muito reduzidos no Brasil, quase que por meios virtuais exclusivos, eu pelo simples motivo de ser ainda jovem, estava e deveria estar na fase que denominamos voto de pobreza em matéria de opinião, isto não foi possível, é verdade que tentei abrir um site em que pudesse estar atualizando tais temas sob o denominador da construção da Cidade Global, mas o volume corrente de informações era grande demais, muitas informações que por si só levariam meses, anos para serem averiguadas e processadas até hoje, o que se tornou num volume insuportável de acompanhar, por isso fui afunilando o vocabulário, mas não sem me assustar com o que vinha logo depois: Os brasileiros dos círculos entendidos, ao invés de denunciarem abruptamente o que estava acontecendo, ficaram calados ou reduzidos à esfera de defesa eleitoral, como se tudo não passasse de uma luta para derrubar o Jair Messias Bolsonaro da presidência, não se atentando que o Grande Conluio Globalista contra a liberdade humana era e é planetária e não local, era para a abertura de um Grande Resete (assim, aportuguesado mesmo) e não de uma luta temporária por mais dinheiro e holofotes midiáticos. Com isto, o que restou foi uma derrota acachapante no Brasil, bem como em diversos locais pelo mundo, porque o Brasil e EUA são os lugares mais bem informados sobre este grande esquema no mundo, por houver neles longo debate de anos sobre o tema, mas mesmo assim não foi o suficiente, porque o número de pessoas verdadeiramente conhecedoras foram muito poucas, atuantes foram menos ainda. Mas o The Great Reset é real e está sendo implantado no mundo todo, não sem os reclamos das gentes por seu redor, mas com muita suavidade por conterem o apoio das elites de todo o planeta, global e provincianas, além da massa de pessoas que cogitam confiar na mídia e nos jornais ensurdecedores, que pasmem nós, são a maioria. Após estes dois anos, o vocabulário “covidiano” e o relacionado à Nova Ordem Mundial, ao grande esquema globalista de poder, se familiarizou muito e abrange muitas pessoas de diferentes níveis intelectuais, desde incautos até os mais doutos. O certo é que agora não podemos lograr agir de maneira estúpida, temos que dar nomes aos bois, já vivemos no início do Governo Globalista desde Março de 2020.


Antes de 2020 sabíamos da ação dos globalistas, estes possuem atos que podem ser puxados para trás até chegarem na Revolução Francesa, mas o certo é que toda ação propriamente dos globalistas enquanto tal é um fenômeno mais recente, enquanto organização atuante e não apenas mentalidade e ideologia, existe há algumas décadas, desde o pós-guerra, e veio se alimentando das suas primas revolucionárias: Comunismo, Liberalismo e Fascismo, e não à toa fundiu as três para formarem esta síntese de todos os movimentos revolucionários: O Globalismo. Como tal, ele possui capilaridade muito grande e que não pode ser limitado por ideologias e nem por instituições, ele só pode ser atentado segundo os agentes que dele fazem parte, dialogam e trabalham, assim, parecendo obscuro, basta que uma pessoa aceite a decisão de qualquer um dos dirigentes de determinadas instituições para ele ser um globalista e trabalhar efetivamente no seu sistema, integralmente para o Grande Conluio, e isto inclui até mesmo o senhor Jair Messias Bolsonaro. Porque não há atualmente governo algum capaz de simplesmente renunciar o diálogo com quaisquer agentes da Nova Ordem Mundial, nem mesmo o presidente brasileiro. Isto se agrava quando o sujeito não sabe o tamanho do problema e nem o alcance de suas ações, assim, o que parece ser combate ao comunismo pode ser a mais alta colaboração dentro do esquema globalista cujo comunismo é apenas uma das vertentes usadas, e não a sua totalidade. Esta análise que estou dando, não adianta o leitor querer que seja respeitada por doutos pelo Brasil, se houver meia dúzia de pessoas capazes de entender isto que escrevo, já é muito. Mas até 2019, a ação dos globalistas se restringia ao blablablá, ao diálogo entre grupos e influências internas nos corredores de burocratas que faziam as leis nas nações e nas instituições internacionais, agindo aqui e acolá, em detalhes imperceptíveis para pessoas comuns como nós, exceto para aqueles que em seus estudos se dedicavam a acompanhar e denunciar tais coisas como o próprio Olavo de Carvalho que já citei. Porém, a partir de 2020 a coisa mudou e muito; não há apenas uma manipulação nos corredores, há uma manipulação e conquista das mentes de cada pessoa individualmente, é a maior operação de adesão partidária que já se ouviu falar desde que Deus criou o mundo, ou pelo menos, desde que os homens se decidiram construir a Torre de Babel. A profundidade desta operação é tão grande que quem faz o trabalho de catequizar cada pessoa nos novos valores que se levantaram na sociedade são as pessoas comuns, aquelas que você encontra na rua por algum motivo fortuito. Vemos tal catequização voluntária das pessoas comuns por exemplo quando indagam umas às outras sobre se tomaram as vacinas, e logo depois repetem o mantra do “Somente depois da vacina tudo voltará ao normal”. Não, não voltará. Porque a ação globalista perante a Pandemia de Covid19 foi desde o começo forjada para criar uma implantação de seu governo propriamente dito, e fizeram-no com êxito, o que há desde 2020 até hoje, começo de 2022, é a implantação dos cimentos em bases já firmadas. O governo mundial não é mais uma hipótese e nem uma possibilidade, é uma realidade atual, mas não nos moldes como talvez imaginávamos quando antes de 2020, onde havia um exército, um palácio e uma classe de pessoas muito bem identificadas com o nome de “governo mundial” o fizessem, críamos, não, é mais simples e mais sutil, porque estamos no começo também, é a simples adesão dos governos nacionais, locais e regionais, é a ressignificação da soberania nacional, dos povos e dos indivíduos, ressignificação das leis, das normas e dos decretos, ressignificação da cidadania, liberdade e direitos humanos, que a coisa se dá e se dá de maneira incisiva sobre cada um em particular.


Os exércitos nacionais aderiram substancialmente, não formalmente, ao Governo Mundial, porque não se ativeram que este mesmo governo mundial não viria jamais com o nome de governo, mas sim como “necessidade pelo bem de todos”, ora isto deveria ser o óbvio dos óbvios, pois quem aceitaria entregar a sua liberdade para um tirano quando teria condições para dizer não? Apenas com a desculpa do “Vamos cuidar de você, se deixar que tomemos as decisões por sua conta, porque sabemos o que fazemos” que se aceitaria sem questionamentos, e foi assim que a implantação de uma ditadura oligárquica, plutocrática, travestida de democracia no sentido aristotélico que o ambiente global foi convertido no Grande Conluio. É literalmente o mundo contra o ser humano individual, e isto foi querido exatamente por este motivo pelos mentores do The Great Reset.


Se perguntarmo-nos quando foi que a humanidade se aderiu tão facilmente como ovelhas a estes lobos, veremos que a resposta está na infiltração que fizeram na Igreja Católica: De maçons e comunistas. Segundo o já citado Olavo de Carvalho, o Movimento Comunista é o único movimento cultural global, e a dimensão disto quer dizer que eles possuem meios de ações globais, e foi o que fizeram durante a pandemia com o discurso único do “Fique em casa”, que não é científico, do Lockdown (prefiro usar o aportuguesamento sarcástico de Lóquidau). Acontece que o Comunismo sofreu uma metamorfose após o colapso da União Soviética, metamorfose já desejada desde antes como intencional, e que se espatifou e ao mesmo tempo se camuflou dentro do liberalismo ocidental, este se convertera em braço do movimento comunista, e o próprio comunismo se convertera depois em massa de manobra da classe que outrora era dos liberais, mas que então se organizara numa síntese que Olavo chamou de Metacapitalismo, que no seio social intentam um Fascismo Global, união entre governos e megacorporações, e esta é a melhor síntese e a mais sintética de se dar neste momento. São os metacapitalistas os agentes protagonistas desta nova revolução chamada de Revolução 2030, por ocasião de sua afamada agenda político-social denominada Agenda 2030, do qual descreve parcialmente o seu intento de minar a soberania dos povos.

Esta Revolução fascista global 2030, se caracteriza por tais características:

  • Cria o Megamonopólio Global;

  • Possui diversas esferas de governo, todos independentes entre si e ao mesmo tempo subalternos às tomadas de decisões internacionais de dirigentes desconhecidos pelo povo comum;

  • Possui como topo da hierarquia o Quarto Setor da economia que comanda os outros três tradicionais: Primário-rural, Secundário-industrial e Terciário-comercial. O Quarto Setor é formado pelo corporativismo de empresas que se comportam como um grande conglomerado de instituições que comandam hierarquicamente toda a cadeia de produção, desde o setor primário até elas mesmas, desde a produção ao consumidor, de forma que por onde se passa a economia, sempre se passa por eles o dinheiro, a economia e os bens;

  • Diminuição e controle do consumo individual e familiar para não sobrecarregar o meio ambiente, ao controlar a produção em escala industrial para o de “consumo responsável”;

  • Digital, une o homem e a máquina, criando uma relação de mútua independência ao invés de soberania do homem perante os seus inventos. No entanto, é bom lembrar que máquinas sempre são comandadas por homens, isto significa que tais supermáquinas serão comandadas por homens contra outros homens, ou melhor, apesar de homens, serão controlados por outros homens por meio de máquinas impessoais.

  • Holística, este nome horrível indica uma espécie de panteísmo social-político dos valores de conduta humana que na prática significa que as decisões vitais sobre a sua própria vida deverão ser delegadas a uma classe de burocratas a usar de argumentos científicos para convencê-lo.

Estas e outras características importantes deverão surgir, mas ainda que adotada uma só delas, já se torna ilícita por si mesma, porque se trata de uma grande manipulação e cobiça pela posse do corpo e da alma humana, a mais alta gravidade de opressão que se ouviu falar. A Pandemia de Covid19 não foi um ensaio para isto, foi a implantação disto, o que não significa que esteja completa, ao contrário, está só no seu começo e esta década é a sua rápida transição.

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Mas poderiam me perguntar com razão, quem poderia resistir a isto, e eu diria que a resposta foi no alvo número um dos globalistas desde a infiltração maçônica e comunista: A Igreja Católica. Assim como o Comunismo é o único movimento político-cultural de ordem global, a Igreja Católica também é, deve ser ou foi, e mais do que isto, é sua arqui-inimiga, e por isso mesmo é que foi tão combatida. Primeiro, com a separação entre Igreja e Estado, isto significa que o Estado passa a ser contra a Igreja, porque é isto que significa na prática, foi para isto que lhe foi conquistada a liberdade de agir contra a Igreja. Em segundo, com a implantação do Modernismo, que é a adaptação da Igreja aos novos tempos, e estes novos tempos quer dizer cada inovação científica e cultural criada pelos filosofismos que incluem dentro do Movimento Revolucionário: O Liberalismo, o Fascismo e o Comunismo. Em terceiro, pela introdução da Mídia como voz capacitada para falar em nome do povo e de seus anseios, ainda que sem consultar a este. Em quarto, a equalização da religião e da liberdade religiosa subestatal, o que quer dizer que todas as religiões possuem igualdade, mas todos abaixo do Estado que deve tutelar a sua harmonia. Em quinto lugar, com o Concílio Vaticano II que veio para impor com ainda mais força estes ideais por dentro da Igreja, não por si mesmo, mas por vias dessa infiltração que já era massiva, diminuindo a sua força como Anima Cultural Universal, ou seja, a Igreja aceitou ser uma entre outras agentes, em vez de ser a Única agente cultural e intelectual legítima a dialogar consigo mesma para educar os povos e seus fieis. Em sexto lugar, a Igreja não desenvolveu uma classe de intelectuais preparados para concorrer com a classe científica pró-ateísta das últimas décadas e séculos, o que faria assim minar os ideais de separação entre Religião e Fé. A concretização de separação entre Ciência e Religião no senso comum dos fieis foi a maior catástrofe do conhecimento que podemos dizer das últimas décadas, pois obrigou o povo católico a ter que dividir a sua religião em duas: Uma de dentro da Igreja, e outra de fora dela. Uma nos Sacramentos e no Sobrenatural, e a outra na Técnica Científica e no Materialismo sem causa primeira. Em sétimo lugar, a Igreja chegou ao Terceiro Milênio aquém do domínio do conhecimento e passou a ser uma aluna da Classe Científica Mundial que se converteu na classe sacerdotal do Movimento Globalista. Com isto, fica fácil entender o porquê quando do início da Pandemia de Covid19, a Igreja Católica, em sua cúria, foi quem por si mesma ordenou a tomada de decisões conforme mandava a OMS, que se tornou na Cúria da Classe Científica Mundial. Em momento algum a Igreja Católica foi obrigada a obedecer os globalistas, ela se obrigou a si mesma porque esteve convencida disto. Em suma, a Igreja Católica delegou uma autoridade que só lhe pertencia a um segundo magistério, o da Classe Científica Mundial em harmonia com a sua cúria da Organização Mundial da Saúde, por sua vez, atendendo aos caprichos revolucionários dos metacapitalistas.


Essa síntese é importante para entendermos como chegamos até aqui, mas é necessário desdobrar em pormenores as afirmações que aqui são contidas, mas quem acompanha os meus escritos, tem ideia da dimensão do que isto quer dizer.


Neste caminho para uma ditadura tecnológica mundial, peçamos a Deus em 2022 o ânimo para evitar que a nossa vida pessoal e familiar não seja arrasada por este Grande Conluio, e nem a perda da Esperança que nunca deve morrer.

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