top of page

Como o Brasil especificamente pode escapar do coronavírus e sair muito mais poderoso após a pandemia



Porém, se podemos mapear o que os globalistas estão fazendo e o que eles podem ganhar se saírem vitoriosos dessa crise, por outra lado, podemos também mapear os possíveis ganhos que o Brasil pode ter ( e todos os países) se ao invés de seguir os conselhos deste pessoal que está orientado aos seus próprios interesses escusos, seguir uma nova abordagem independente e soberana que englobe todas as ações de combate à pandemia. Esta é talvez, a parte mais importante deste relatório, porque quer ajudar humildemente a lançar luz para o Brasil e para os demais países do mundo. Vamos lá:


Primeiro de tudo, devemos saber onde estão as deficiências do Brasil em relação à crise causada pela pandemia; são poucos hospitais equipados? Planeje construir mais, planeje construir melhor em locais estratégicos das grandes, médias e pequenas cidades. É a falta de laboratórios de pesquisa para tratamentos? Incentivar mais para a construção de novas clínicas e laboratórios de pesquisa. É a falta de indústrias farmacêuticas nacionais que utilizam de tecnologias e estudos nacionais próprios? Incentivar o surgimento de novas indústrias farmacêuticas ou incentivar as que já têm e que sejam completamente independentes da indústria farmacêutica estrangeira. Mas tudo isso é em relação à saúde no Brasil a longo prazo evidentemente. O mesmo argumento vai para praticamente todas as outras áreas como eletrônicos, veículos, tecnologia de informação, comunicação e etc. Em suma o que o Brasil precisa é de uma nova industrialização!


Uma nova industrialização que abarque todas as áreas deve ser incentiva pelos atuais e futuros governos se quiserem transformar o Brasil num país independente. Esta industrialização não passa pela simples vinda de estrangeiros para o país, mas passa pela verdadeira industrialização a partir do desenvolvimento tecnológico nativo do Brasil, seja por empreendedores nacionais ou estrangeiros que aqui se estabeleceram definitivamente. Não digo que investimentos estrangeiros não sejam bem vindos, claro que são, mas o foco da nação brasileira deve ser incentivar o surgimento nativo da indústria nacional, sobretudo naquilo que for estratégico e de interesse nacional, por exemplo: Atualmente o Brasil está inteiramente dependente da China para atender a demanda de equipamentos de saúde, desde as básicas às mais avançadas do mundo, e isto é algo catastrófico para qualquer país, é uma vexame nacional depender de outro país para algo tão essencial como a produção de equipamentos e medicamentos para a saúde. Não ter uma indústria nacional pujante o suficiente para atender a demanda de saúde pública nacional quando esta se apressa diante de uma pandemia que está só no começo (no momento que escrevo essas linhas existem menos de 100 mil casos de covid-19 num país de mais de 200 milhões de pessoas!) é uma coisa mais do que lamentável, deplorável, algo horrível, significa que a vida dos brasileiros estão nas mãos dos estrangeiros, e o pior, todo o mundo está dependente da China neste momento da sua produção industrial em larga escala, o que quer dizer, que todo o mundo depende TOTALMENTE DO PARTIDO COMUNISTA CHINÊS.


Segunda coisa a se destacar; o Brasil precisa romper com todas as indústrias vinculadas ao metacapitalismo. O metacapitalismo é um termo criado por Olavo de Carvalho para destacar aqueles empresários e empresas que cresceram tanto que já seguem mais o caminho do capitalismo, isto é, da concorrência de livre mercado, elas já usam o seu poder de compra para comprar umas as outras, para comprar os setores, empresas e governos naquilo que favorecem ao crescimento delas. Elas já cresceram tanto que superam os países das quais são origem, elas trabalham para a construção de um oligopólio ou monopólio de sua área de atuação GLOBAL, ou seja, elas não desejam apenas ser as donas de suas áreas no seu país de origem, mas no mundo inteiro. Para isso elas financiam organizações, corporações, leis, mídias, pessoas, influentes, intelectuais em todos os países, em todos os níveis, em todos os lugares, em todos os setores para promover mudanças econômicas, sociais, políticas, intelectuais e culturais que favoreçam a monopolização e/ou oligopolização de suas indústrias pelo mundo inteiro. Um exemplo disso que foi bastante falado aqui é o do empresário Bill Gates, dono e co-fundador da Microsoft, empresa que por si só já é maior do que a maioria dos países do mundo em termos de valor econômico, capital, riqueza e presença de mercado no ramo da tecnologia de informação e comunicação, ele possui uma fundação chamada Fundação Bill e Melinda Gates (com um típico narcisismo dar o nome próprio para uma fundação dita de caridade), esta Fundação é responsável pelo financiamento de praticamente todas as campanhas de vacinação no mundo, em especial nos países pobres da África e Ásia. Através dessa Fundação, Bill Gates detém para si um império das vacinas e de saúde pública em larga escala no mundo inteiro, ele tem papel decisivo na OMS, é o grande financiador desta organização, atrás somente dos EUA que são o país mais rico do mundo! Por tudo isso, ele pode ser o grande beneficiado desta pandemia, e o seu poder se amplia não somente por meio dos seus investimentos na compra e financiamento de toda a produção de vacinas no mundo, ele também financia uma nova industrialização “verde-ecológica” da qual ele deterá o monopólio de sua tecnologia e por isso mesmo, terá o império da indústria futura para si no MUNDO INTEIRO. Bill Gates é apenas o “bom-mocinho” que está aparecendo em destaque ultimamente pelo sua influência nas decisões do mundo inteiro, na OMS, no governo dos EUA através do seu empregado Anthony Fauci, responsável pelo enfrentamento da pandemia nos EUA onde se tornou no epicentro da doença no mundo inteiro! Também podemos destacar sua influência na China, na Índia, na África e em tudo o mais, em suma, o mundo inteiro está esperando o momento quando Bill gates irá divulgar oficialmente a sua vacina ou múltiplas vacinas contra o coronavírus, já que el financia laboratórios no mundo inteiro através do Unitaid, Gavi, Cepi, Fundação Gates e etc. Mas o número de metacapitalistas é fenomenalmente grande e abrange, entre outros, os donos do Facebook, Twitter, Google, Apple, Ford, Motorola, Samsung, Huawei, General Motors, Wall Mart, Carrefour, no Brasil podemos incluir Ambev, Bradesco, Itaú Unibanco, Globo (Fundação Roberto Marinho), América Móvil (Claro, Net no Brasil), Renault, Shell, Alibaba (China) e etc, são inúmeras atualmente e que dominam a grande indústria mundial e caminham através dessa crise para abarcar ainda mais a economia mundial desde o micro ao macroeconômico. Esse rompimento não precisa ser de uma vez, mas precisa começar pelo mais urgente; o rompimento do Estado e proibição do Governo Brasileiro e de todas as esferas do poder público em todos os níveis para que não haja corrupção dos interesses da nação brasileira diante daqueles que representam projetos de poder global.


Em terceiro o Brasil deve romper com a OMS, ONU e todas as formas de cooperação com entidades supranacionais que tenham como finalidade substituir as relações bilaterais por relações multilaterais que implique em leis conjuntas cuja interferência atinja os cidadãos e a livre iniciativa popular, exceto quando estas leis surjam a partir da justa aprovação política dos povos dos respectivos países mediante votação com voto universal igualmente válido, e respeitando a constituição de cada país, estado/província, e cidade, e que não seja irrevogável a ponto de tornar os seus impactos definitivos e impostores aos justos interesses da nação. Entidades supranacionais não podem e não devem se intrometer na política interna dos países, não pode impor políticas, não pode propor leis, não pode impor ações que desrespeitem a unidade mínima de autoridade, isto é, a família. A ONU que originalmente era uma entidade que representava os países para mediar conflitos a fim de evitar uma guerra se mostrou totalmente ineficaz, pois quantas guerras ela conseguiu impedir? Golfo Pérsico? Vietnã? Iraque? Afeganistão? Guerra Fria (engana-se pensaste que não houve conflitos bélicos, além disso os conflitos bélicos são apenas a ponta do iceberg nestes esquemas)? Síria? Sudão? Líbia? Egito? Paquistão? Camboja? Cuba? A lista de guerras foram infindáveis, e o pior, os países viram suas soberanias se perderem e suas alianças bilaterais perderem forças.


A ONU não intermedia conflitos mais do que as relações diplomáticas de cada país é capaz de realizar. A ONU não representa as nações, pois interesses de países que entram em conflito, ela simplesmente fica em um dos lados como se fosse juiz, e ela não é um juiz, ninguém na Terra escolheu a ONU para ser a juíza das nações, e para nós cristãos, apenas Jesus Cristo é o juíz das nações porquê ele é o Filho de Deus e Rei do Universo, por isso, a existência da ONU como juíza é anticristão(não possui respaldo doutrinário para que seja juíz da Terra, pois a ONU não foi estabelecida por Deus, ao contrário da Igreja Católica que foi estabelecida por Jesus Cristo, ainda assim, mesmo ela não substitui as nações, mas estpa para auxiliá-las no caminho da salvação), é antiética (não foi eleita pelos povos do mundo inteiro, nem por todas as nações para representá-las, além disso não representa todas elas, apenas aquelas que ela quer defender ideologicamente), é antidemocrática (nenhuma de suas resoluções foram aprovadas pelos povos de cada um dos países membros, por isso, ela é desrespeitosa diante de todos os povos da Terra) e autoritária (ela é governada por burocratas que absolutamente ninguém conhece, exceto os magnatas da vida política e econômica do mundo inteiro e, ainda assim, limitadamente, pois alguns desses representam seus interesses particulares lá dentro. Burocratas que não foram eleitos, não são acompanhados e que não representam de maneira alguma os interesses de cada nação.). Por tudo isso mostra-se justo e necessário para o bem do Brasil que essa relação seja rompida rapidamente, já que nesta pandemia está revelando-se consistentemente que a ONU e a OMS trabalham para os interesses dos globalistas, sejam eles de governos, empresas, e Fundações internacionais. A ONU não representa os interesses dos países que são membros, mas os interesses político-econômicos de grupos específicos cuja presença e poder extendem-se pelo mundo inteiro.

Aqui vou criar uma lista pautada para que o leitor entenda o que o Brasil precisa realizar já desde agora para se sobressair diante da crise e quem sabe sobreviver:

  1. Criação de infraestrutura médica pujante em todas as cidades em operação de guerra. O Brasil deve enfrentar a pandemia como se estivesse enfrentando um inimigo invasor de nível global. Não precisa retirar os direitos civis, pois não trata-se de uma guerra convencional, mas precisa armar a população com os recursos necessários para combater a pandemia: campanhas de nutrição com vitaminas (Zinco, vitaminas D e C, e alimentos que fortaleçam a imunidade natural do corpo), isolamento vertical com auxílio financeiro e acampamentos recreativos para pessoas enfermas e/ou potencialmente frágeis, hospitais de campanha exclusivos para os doentes de covid-19 em que os doentes sejam TRANSFERIDOS PARA TAIS HOSPITAIS e não sejam levados para os hospitais comuns, exceto na completa impossibilidade de se ter hospitais de campanha em determinadas cidades, uso massivo de máscaras distribuídas nos postos e hospitais para a população usar em todos os locais. Higienização constante de todos os veículos de transporte público. Digitalização de diversos sistemas em que não seja necessária a presença das pessoas para evitar deslocamento desnecessário. Tratamento médico preventivo, visita de agentes de saúde frequentes. Lei de transformação de indústrias em períodos de epidemia generalizada de alto índice de periculosidade e transmissibilidade em indústrias de insumos médicos essenciais livres de impostos, livres de burocracia exceto monitoramento e aprovação médico-legal e teste de qualidade de produtos dessas mesmas indústrias, semelhantes ao que existe nos Estados Unidos.

  2. Incentivo a industrialização médico/farmacêutica nativa do país com laboratórios de pesquisa, desenvolvimento de indústria local e etc. Diminuir dependência deste setor da China.

  3. Nova industrialização massiva de tudo o que for estratégico; saúde, segurança, infraestrutura, energia, mineração, processamento de dados, tecnologia da informação e comunicação, fomento ao processo de indústria química, mecânica, de alta tecnologia própria de capital nacional e não proveniente de conglomerados estrangeiros multinacionais, exceto aquelas indústrias não multinacionais, mas que estabelece um acordo com o país mediante acordos bilaterias entre os dois países. Proibição de formação de cartel, monopólio e oligopólio de qualquer setor, proibição de formação de holdings em vários setores estratégicos de várias empresas concorrentes entre si no país, seja de origem nacional, seja de origem estrangeira, isto é, proibindo a compra estrangeira de empresas nacionais por empresas estrangeiras quando desta operação, haverá oligopólio e/ou monopólio. A exceção, ao meu ver, seria para aquelas empresas inovadoras que são monopólios ou oligopólios pela própria natureza de sua atuação, e não por indução. Por exemplo, todos os bancos novos que surgem no Brasil são comprados imediatamente pelo Banco Bradesco e por outros bancos, isto é a preservação e aumento de oligopólios de bancos. O banco Bradesco comprou por exemplo o Nubank, o Banco Inter e o Banco Next (eu já fui cliente dos três), isto não é algo saudável para um país e nem saudável do ponto de vista econômico, aumenta a concentração de poder e renda nas mãos dos banqueiros do Banco Bradesco e de outros grandes bancos nacionais. O Brasil é um país historicamente monopolista e oligárquico em todos os sentidos, e isto é a causa de grande parte da ineficiência do país. Liberdade econômica deve ter limites, e certas proibições ou limitações são necessárias para a própria preservação da liberdade econômica e de outras liberdades de uma sociedade pujante e desenvolvida.

  4. Incentivo ao livre empreendimento com apoio logístico, sistemático, burocrático, eventos, premiações e etc.

  5. Rompimento político com empresas globalistas, incentivo ao surgimento de empresas nacionais nos ramos das empresas multinacionais globalistas, incentivo à concorrência e etc. Por exemplo, porque o Brasil tem que depender do Facebook? E da Microsoft ou Intel? Um continente como o nosso deveria ter poder e capacidade para ter não apenas empresas nesse ramo, como deveria ter várias!

  6. Rompimento com organizações internacionais como a ONU, OMS, União Européia e não querer entrar para outras cujos requisitos seja o abrandamento da soberania nacional ou a imposição de tratados e leis que não foram aprovadas democraticamente pelo povo brasileiro.

  7. Proibição incestuosa entre Estado e relações com grupos, empresas, corporações, entidades que tenham como objetivo o estabelecimento de políticas ideológicas que afetem a cultura, religiosidade e piedade popular do povo brasileiro. Ou pior ainda, que afetem a vida e a saúde dos brasileiros direta ou indiretamente, por exemplo, proibir que Bill Gates e seus camaradas tenham QUALQUER NEGÓCIO estabelecido no Brasil, seja por ele próprio, seja por meio de suas empresas, fundações e financiamentos. Por quê? Porque não é possível manter relações e nem dar poder para quem deseja diminuir a vida na Terra, diminuir seres humanos, manipular seres humanos, submeter seres humanos a meras formigas trabalhadoras que os sustentam. Tudo isso é o mínimo do mínimo do mínimo que se pode fazer contra essa gente, impedir que eles tenham qualquer poder.

  8. O Brasil deve industrializar-se e diminuir sua dependência da China para absolutamente tudo. O Brasil só deve continuar comprando da China aquilo que não tiver importãncia estratégica para a independência da nação, por exemplo pequenos eletrônicos, brinquedos, artigos de conveniência, produtos de uso pessoal, cosméticos. Por outro lado o Brasil deve continuar vendendo os seus produtos para China, mas não produtos primários baratos como ferro, aço, manganês, mas produtos de valor agregado como carros, eletrônicos, aviões, de produtos primários o Brasil só deve vender alimentos porque a China é COMPLETAMENTE DEPENDENTE do Brasil para esse setor, o que significa que é altamente estratégico que o Brasil use o seu poder agropecuário para ditar regras comerciais no mundo inteiro.

  9. O Brasil deve processar toda a cadeia de produção de matéria-prima no próprio país, de preferência no próprio local onde ela for encontrada, por exemplo, numa região de mineração, porque isto vai gerar desenvolvimento econômico (e não apenas crescimento do PIB) na mesma e a infraestrutura irá permitir o desenvolvimento de toda a região inclusive para outros setores ao longo prazo.

  10. O Brasil deve investir absolutamente em uma industrialização nacional e conectada por diferentes modais (ferrovias, rodovias, hidrovias, aerovias). O processamento de minérios ou produtos básicos deve ser incentivado ao mais próximo do local de onde é retirado possível para além de desenvolver tal local, permitir economia de transportes. Ao mesmo tempo que essas novas zonas de processamento e industrialização devem ser conectadas pelos diferentes modais.

Tudo isso é um investimento de longo prazo, mas se não começar a fazer isso desde já, quando temos a oportunidade de rever nossa política no mundo, então desperdiçaremos a oportunidade de ouro.

Comentários


bottom of page