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Comentário sobre a morte de Olavo de Carvalho

Quero traçar um pequeno comentário para os irmãos de boa vontade e respeito mútuo sobre a morte do Professor Olavo de Carvalho: Há muita balbúrdia sobre a sua morte por ele ter adoecido de COVID19 dias antes, e houve comentários dos mais diversos insinuando que sua morte foi vergonhosa e indigna por morrer daquilo que combateu, evidentemente que não por seus alunos, mas por externos que são a massa de incompetentes intelectuais. Quem é (não apenas foi) aluno e segue há algum tempo sabe como foi a evolução de suas opiniões, no contexto de quando Olavo afirmou que a doença era sobrevalorizada e superestimada; havia poucos milhares de casos pelo mundo em meio há muitas fraudes, então toda e qualquer opinião neste período deve ser levada em contexto da época. Posteriormente, a opinião de Olavo foi que a questão pandêmica levaria pelo menos 5 anos para ser investigada e nos dada uma resposta minimamente satisfatória, e conhecer todos os meandros do que está acontecendo pelo mundo levariam 20 anos, porque as questões de tal envergadura levam muito tempo, no entanto, é possível combater a unanimidade e as respostas prontas trazidas por pessoas nada confiáveis por serem parte de um esquema de poder ambicioso e malthusiano, ou seja, que deseja o controle social e demográfico absoluto, este combate é o que ele fez durante os dois anos que se seguiram da questão pandêmica. O fato de Olavo ter adoecido de Covid19 e isto tê-lo enfraquecido ainda mais não torna vergonhosa a sua morte, porque sua opinião última não foi da inexistência do Covid19, mas da falsidade do Movimento Pandêmico, coisa que para quem tem preparo intelectual sabe a diferença, mas para pessoas educadas pela mídia e redes sociais, não conseguem diferenciar A de B. Se houvesse o dom da caridade por seus inimigos que apavoram as pessoas com o discurso pandêmico, lamentariam a sua morte como um fruto de ingenuidade, isto se houvesse caridade, mas o que há é uma guerra dos que são a favor da Pandemia contra aqueles que lutam contra a manipulação da vida humana sustentada por uma Pandemia artificial, sim, pois produzida por um determinado grupo para fomentar o controle, e não há o que questionar sobre isto, é fato consumado. Digo e afirmo com todas as letras que a Pandemia de Covid19 é real, e se trata de uma guerra no sentido stricto sensu contra as pessoas que desejam ser livres da Revolução Tecnológica. Olavo de Carvalho foi o maior combatente contra o Movimento Revolucionário no Brasil, e acrescentaria sem medo de errar ou exagerar, do Mundo, pois foi o único intelectual que compreendeu em profundidade quase angélica a complexidade do Movimento Revolucionário, um dos principais temas de seus estudos filosóficos, tanto é assim que a inexistência de um Olavo em cada língua do mundo fez com que o Brasil fosse o país que possui a linguagem mais aprimorada para a compreensão dessa Revolução Tecnológica. Mesmo nos EUA há muita confusão, os homens de grande saber não conseguem compreender a complexidade global de todo este Movimento, a ponto de uns inocentarem a China, outros acusarem apenas o Vale do Silício, outros condenarem como mero fruto de corrupção das farmacêuticas, outros ainda serem a favor das vacinas mas contra o Passaporte Sanitário, ou seja, não entendendo a complexidade deste enredo, ao qual eu denominei de O Grande Conluio. Sendo um dos maiores combatentes do Movimento Revolucionário, este evidentemente comemoraria a sua morte supostamente por Covid19 (que não foi) como uma vitória, tal como um inimigo que lança o ataque e mata o seu adversário. Para a tristeza deles eu tenho duas obviedades: Se Olavo morreu de Covid19, ele foi um mártir que assumiu uma coroa preciosa e eterna, defensor de suas convicções e Amor à Verdade. Se não morreu de Covid19, nem isso Deus deu aos seus inimigos. Em todo caso, Olavo tem a coroa da defesa da verdade e isto ninguém pode mais tirar. Sua morte não foi inglória, mas fruto da inefável sabedoria divina que combate pelos seus. Portanto, anuncio-vos a derrota do Movimento Revolucionário. Paz e bem, Homens de Boa Vontade!


Thiarles Soares, aluno e escritor;


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