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Chile pretende acabar com o exército nacional

Comunismo não tem nação e nem ama país algum no qual esteja presente. O Comunismo por sua própria ideia visa a destruição de todo estado nacional, o que muita gente dita da direita não enxerga, pois pensa que o comunismo quer apenas crescer o Estado e o seu poder. Não, o comunismo quer crescer o estado e destruir todas as instituições intermediárias, para que por fim possa destruir o Estado Nacional. O Estado Nacional subsiste sobretudo nas instituições que garantem a ordem das relações de poder, o exército é o principal deles pois garante o território e a lei para um país. Ao projetar destruir o exército, um país está automaticamente garantindo a sua extinção. O Chile está destruindo o seu próprio país, e dessa vez não é apenas por danificar as instituições. Parece que o Movimento Comunista que tomou conta do Chile, culpa em parte do povo que elegeu um comunista de novo no poder, está pronto para fazer a revolução anárquica. Evidentemente que se o Chile acabar com o seu exército, ficará mais fácil para ser dominado por organismos internacionais, por autoridades obscuras como de megacorporações, sem exército, o povo inteiro passa a ser peça de manobra para conflitos militares contra eles mesmos, ou seja, o povo pode ser convocado para lutar contra ele mesmo. Este mesmo povo fica incapaz de se defender de ataques externos, é bom lembrar que a Bolívia ainda possui o desejo de encontrar a sua saída para o mar, que possuía no século XIX, mas que o Chile lhe havia tomado. O fim das nações é o desejo primordial do Comunismo e do atual Globalismo, por isso eles atacam em várias vertentes e frentes ao mesmo tempo: Quebrar a economia, desestabilizar as instituições, desarmonizar os poderes que sustentam o Estado, minar a garantia da lei e da ordem (é só vermos que todas as ações dadas no combate à Pandemia de Covid19 foram fora da lei e da ordem, e a autoridade presidencial foi minada ao ponto de ser um cargo de honra ou meramente tesoureiro, como aconteceu com Jair Bolsonaro, e os governadores adquiriram poderes outrora presidenciais, o STF adquiriu status de sobrepoder republicano, acima de qualquer um, inclusive com apoio do Congresso Nacional, apoio este não vindo de uma reforma constitucional, mas de mera vontade política de uma trupe traidora que diante a qual o Judas tremeria de pavor, acrescentando que Judas traiu Jesus justamente por ter sido "patriota demasiadamente", amando mais do que o seu próprio Deus"), fomentar a discussão política incessantemente e a consequente inimizade entre as pessoas, minar a confiança entre as pessoas que é a base para quaisquer relações, mesmo entre bandidos, enfim. Tudo isso está sendo operado e orquestrado em cada país deste planetinha, e em cada um o Movimento Revolucionário está tomando estratégias distintas: No Chile a proposição do fim do exército, no Brasil o STF se tornou no poder supremo acima dos demais, e os estados e municípios já se comportam como feudos em separados da União, na Finlândia os cristãos são proibidos de entrarem nas igrejas sem o passaporte sanitário, na Suécia já está se colocando os chips que comprovam vacinação aos milhares, na Austrália estão criando exigências insuportáveis para as pessoas tomarem as vacinas e o passaporte, com direito a campos de concentração, nos EUA as eleições foram fraudulentas e um presidente que cria pressão pela vacinação, em Portugal a esquerda socialista ganhou o poder de novo (como se a situação portuguesa já não estivesse ruim), a Alemanha e a União Europeia está diminuindo o consumo e produção de energia de fontes não-renováveis causando frio e encarecimento da energia, já o Reino Unido se associou em Glasgow a COP26 que se pretende acabar com os combustíveis fósseis gradualmente até 2040, a Rússia se prepara para um possível conflito contra a Ucrânia que quer fazer parte da OTAN. Todos estes fatos atuais mostram o quadro revolucionário que se avança de distintos modos tal qual uma orquestra sinfônica.



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