Certificado Digital, ID2020 Global e Carteira de Vacinação (no Brasil)
- Thiarles Sosi
- 10 de set. de 2021
- 26 min de leitura
Atualizado: 27 de nov. de 2021
Pauta: Certificado Digital, ID2020 Global e Carteira de Vacinação (no Brasil)
Estamos caminhando para uma escalada de autoritarismo sem parâmetro em todo o mundo encabeçada pelas megafortunas, megacorporações, metacapitalistas e Movimento Comunista Internacional. Para mostrar ao leitor leigo que ainda dorme na desinformação proclamada aos quatro ventos pela Grande Mídia e pelos Governos do mundo todo vamos colocar este artigo por partes:

Primeiro descreveremos os “Ms” acima, depois mostraremos alguns dados que farão o leitor no mínimo questionar o curso da nossa sociedade, faremos uma ligação de pontos e depois diremos qual o estado atual em que estamos e para onde iremos.
Dizem que quem manda no mundo é quem tem dinheiro, acontece que quem manda no mundo tem dinheiro porque manda nele, não é pelo fato de ser rico. Uma parte significativa, para dizer o mínimo, dos bilionários globais o são porque fazem parte de um grupo que fomenta uns aos outros numa rede interconectada que mais se assemelha a um clã ou tribo aos moldes antigos, pois dentro deles há rivais em disputa de uma determinada coroa, mas não diferem nos ideias e intentos, ao menos a longo prazo. Estes bilionários detém boa parte das empresas que eles mesmos fundaram e abriram ao capital externo, isto é, capital financeiro e Mercado de Ações, a fim de enriquecerem ainda mais. Eles sempre conseguem isto. Estas empresas detém o capital e o poder econômico nas mãos e os seus sócios investem uns nos outros para promover a sua rede. Assim são boa parte das multinacionais. As megacorporações são empresas multinacionais ou nacionais que possuem um campo de atuação em todo o globo terrestre. Os donos destas são os metacapitalistas, homens que se aproveitam das leis de livre mercado para se enriquecerem ao mesmo tempo que procuram destruí-lo ao criar uma oligarquia de nível global. Esta mesma oligarquia, não se contentando em apenas ter o dinheiro nas mãos, querem também o poder de ditar as regras do mundo, recriar a civilização onde eles serão os novos soberanos, assim se cria um ambiente de neofeudalismo, onde os feudos são identificados com os campos econômicos e áreas de atuação, para fomentar estes projetos eles criam as chamadas Fundações. Cada fundação é uma instituição financiada por estes metacapitalistas com a finalidade de promover as suas ideias, ideias que gerem negócios e aumentem o seu poder de controle em determinado setor da sociedade humana global. É nesta luta pelo controle em um setor que é chamada a ‘Coroa’, entre aqueles que disputam não haverá frontalidade, apenas embate para quem vencerá, quem obterá a Galinha de Ovos de Ouro, se você me entende… Uma vez que estes metacapitalistas possuem suas fundações, suas empresas, poder econômico e poder das ideias, eles precisam também comandar uma série de servos interconectados em diferentes campos para fazer valer os seus interesses. Estes servos são colocados nos governos, nas universidades, nas instituições público-privadas, na mídia, nas artes e em todos os campos conforme lhe sejam o interesse atuar. Sabendo que as pautas identitárias como Racismo, Feminismo, LGBT, Xenofobia, Pobreza, Camponeses, Operários, etc, são os que melhor lutam para defender as suas ideias, estes defendem suas pautas na maioria das vezes de graça com a ajuda destes megabilionários com a finalidade de fomentar a guerra de todos contra todos, pois isto obriga a criação de legislações específicas para atender as novas e sempre novas demandas identitárias e políticas. Com isto, muitos dos ativistas de tais bandeiras identitárias são financiados e contratados por estas fundações, ao mesmo tempo que defendem os interesses das fundações, ou seja, dos metacapitalistas por trás. Qual a finalidade de financiar as mais diversas bandeiras identitárias por parte dos metacapitalistas, isto não lhes prejudicaria? Não, ao contrário, isto lhes fortalece, pois enfraquece a sociedade em setores cada vez menores de organização ao passo que as Fundações cuidam de setores cada vez mais específicos. Assim por exemplo, os índios da Amazônia contam com o “apoio” de inúmeras fundações internacionais que defendem os índios contra o Brasil e brasileiros, porém a favor deles mesmos que adquirirão meios de lhes explorar suas riquezas e levá-las para o exterior ao benefício dos metacapitalistas que financiam as mesmas fundações. A Amazônia já é um bom exemplo de terreno dividido em muitos feudos, e continua sempre mais e mais, a fim de defender que o Brasil perca a Amazônia pouco a pouco, é necessário criar uma narrativa de que a mesma floresta está sendo extinta pelas mãos dos brasileiros, e quem cuidará dela para a humanidade serão as fundações ambientalistas pertencentes aos metacapitalistas “defensores da ecologia e sustentabilidade”. O Movimento Comunista, como prega o igualitarismo, se une em torno dos metacapitalistas a fim de fomentar a Revolução Igualitária. Esta Revolução é desejada pelos metacapitalistas, pois eles desejam criar um mundo onde eles mandam e os outros obedecem, para isto é preciso fazer com que todas as formas de poder que concorrem ao deles de alguma forma saiam do caminho. Então temos a síntese igualitária sendo apresentada para a sociedade na seguinte forma: Os metacapitalistas com o poder, e o resto como seus servos de acordo com a utilidade no seu mesmo poder. A estes capitalistas que procuram destruir todas as bases civilizacionais e todas as diferenças a fim de colocar todos igualmente no mesmo barco da servidão aos seus interesses, lhes chamamos de “Globalistas”, pois o seu campo e intento é atingir o mundo inteiro sem deixar qualquer pedaço de ilha ou vereda de fora. Claro que eles não conseguem executar os seus planos do dia para a noite, eles precisam avançar as suas agendas por etapas, fazendo com que elas sejam naturalmente demandadas, requisitadas a fim de que a resistência seja a menor possível. Eles não possuem pressa, pois não agem para que somente eles dominem, mas também os seus filhos, netos e bisnetos, assim, trata-se da formação de um império ao nível global por dinastias muito bem definidas e articuladas, é assim que ao passar das décadas os seus interesses não mudam, embora as suas ações mudem em cada esquina, muitas vezes opostas ao que é colocado em outra esquina.
Exemplos de Megafortunas e Megabilionários: Jeff Bezos, Jack Ma, Mark Zuckerberg, Jorge Paulo Lemann…
Multinacionais: Ford, General Motors, Apple, McDonalds, Renault…
Megacorporações: Samsung, Motorola, Mitsubishi, Bank of America, Block;
Organizações e Fundações: Organização das Nações Unidas, União Europeia, Rockefeller Foundation, Bill & Mellinda Gates Foundation, University of Harvard, University John Hopkins, Ford Foundation…
Organizações e Movimentos identitários: Greenpeace (Ecologia), Avaaz (Campanha), Change (Campanha), Black Lives Matters (Racismo), Teologia da Libertação (Igreja Católica), ID2020...
Agora que abrimos o parêntese, podemos avançar na matéria deste artigo.
Uma das pautas criadas pelos globalistas é a necessidade de colocar todas as pessoas num banco de dados, suas ações e suas vidas devem ser monitoradas e catalogadas num sistema que garanta sua identificação em qualquer lugar do mundo. Basicamente sua vida deve ser registrada e atualizada num sistema que garanta que é ela e não outra pessoa no lugar dela que faz algo. Para isto, usa-se a justificativa da necessidade de evitar fraudes em nome de outro. A internet é um bom exemplo onde há fraudes de pessoas passarem-se por outras, mas a justificativa não se limita a pessoas que habitam o ecossistema da internet, também se refere à sua vó que mora num sítio no interior de Goiás ou Minas e que não sabe nem o que é Whatsapp e como funciona, também esta deve ter uma identidade na internet, porque alguém pode se passar por ela! Daí, de um problema possível, cria-se a necessidade absoluta de criar mecanismos de controle que garantam a “segurança”. Então surge a proposta da Identidade Digital.
A Identidade Digital 2020 vem para sanar este problema das fraudes digitais pelo mundo inteiro, mas ela é uma espada de dois gumes já que aumentará ainda mais o conhecimento sobre a vida pessoal e o seu registro. Caso não saiba, você já é monitorado, se quiserem, por onde você anda, onde navega, e o que escreve, basta que use o computador ou celular. A Identidade Digital só vai garantir que é você mesmo e não outro que está fazendo isto, e então… caso haja algum crime… não poderá fugir. Mas e se não tiver crime algum, também não poderá fugir.
As informações e citações a seguir são dadas pelo site da Identidade Digital 2020, uma organização que reúne como eles mesmos dizem os governos, empresas do setor privado, ONU entre outras organizações:
“ID2020 está construindo um novo modelo global para o design, financiamento e implementação de soluções e tecnologias de identificação digital. Não há nenhum outro esforço de múltiplas partes interessadas focado em identificação digital gerenciada pelo usuário, proteção de privacidade e portátil.”
“O envolvimento do setor privado é fundamental para a solução em escala. Os parceiros da aliança incluem empresas com uma pegada coletiva na casa dos bilhões e um compromisso compartilhado com uma abordagem ética para a identificação digital. As decisões sobre como os fundos da Aliança são administrados, quais programas financiar e quais padrões técnicos apoiar são tomadas em conjunto pelos parceiros da Aliança por meio de um processo de governança transparente, evitando o domínio de qualquer instituição ou setor individual.”
“Desde 2016, o ID2020 defende abordagens éticas e de proteção da privacidade para a identificação digital.
Para uma em cada sete pessoas no mundo que não tem meios de provar sua identidade, a identificação digital oferece acesso a serviços sociais vitais e permite que exerçam seus direitos como cidadãos e eleitores e participem da economia moderna. Mas fazer a identificação digital correta significa proteger as liberdades civis e colocar o controle sobre os dados pessoais de volta onde eles pertencem ... nas mãos do indivíduo.”
Apontando tal discurso, o leitor leigo é pescado por acreditar que terá mais controle sobre os seus dados, quando na verdade estará dando mais de seus dados pessoais para outro administrá-los. Qual é o sentido de você delegar suas informações para quem ainda não tem essas informações e assim você fica protegido? A melhor maneira de proteger os seus dados é não os compartilhando para terceiros. De fato, em uma situação hipotética, quem mais tem chance de ser alvo de invasão cibernética ou qualquer tipo de fraude são governos e grandes personalidades públicas, mas estas conseguem bons advogados e vencem os seus problemas.
“A capacidade de provar quem você é é um direito humano fundamental e universal. Como vivemos em uma era digital, precisamos de uma maneira confiável e confiável de fazer isso no mundo físico e online.”
“Em 2018, a ID2020 Alliance Partners, trabalhando em parceria com o Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), elaborou uma articulação formal de nossa perspectiva sobre abordagens éticas para identidade digital. O marcante Manifesto da Aliança ID2020 abaixo apresenta esses princípios compartilhados e constitui um ponto de partida para orientar o futuro da identidade digital globalmente.
“Somos empresas, organizações sem fins lucrativos, governos e indivíduos ... trabalhando em colaboração para garantir que o futuro da identidade digital seja, de fato, #goodID.” https://id2020.org/”
Agora pergunto ao leitor, quem deu tal autoridade para estas pessoas decidirem pensar por nós todos deste planetinha chamado Terra para saber o que e não fazer, o que e não precisamos? Ninguém deu, eles se deram este direito unicamente por seus interesses, mas para nos convencerem da necessidade de ouvi-los, criam um arcabouço de unanimidade a fim de que há um problema grave real e que precisa ser urgentemente sanado.
“Nenhum governo, empresa ou agência pode resolver este desafio sozinho. Definir o curso futuro da identificação digital e navegar pelos riscos associados é um desafio que requer colaboração sustentada e parceria global.”
Faz parte do projeto como fundadores de Identidade Digital Global 2020 a GAVI Alliance, uma aliança pela vacinação global que está liderando a campanha de produção e coordenação das vacinas contra Covid19, Microsoft, ACCENTURE, The Rockefeller Foundation, IDEO ORG. Como parceiros: Facebook, Berkeley University of California, fhi330, Block, Mastercard, ICC (International Computing Center), Nuggets, Mercy Corps, NCC (National Cibersecurity Center), OKTA, Panta, Sinprints, TECH5, Share Ring, Learning Economy, Privacy Commissioner Bermuda, Kiva, Hiperledger, Iresponde, City of Austin, Grameen Foundation.
Manifesto:
O Manifesto da Aliança
1.A capacidade de provar a própria identidade é um direito humano fundamental e universal.
2.Vivemos em uma era digital. Os indivíduos precisam de uma maneira confiável e verificável de provar quem são, tanto no mundo físico quanto online.
3.Mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo não conseguem provar sua identidade por nenhum meio reconhecido. Como tal, eles estão sem a proteção da lei e não podem acessar os serviços básicos, participar como cidadão ou eleitor, ou realizar transações na economia moderna. A maioria das pessoas afetadas são crianças e adolescentes e muitos são refugiados, deslocados à força ou apátridas.
4.Para alguns, incluindo refugiados, apátridas e outros grupos marginalizados, não é possível confiar nos sistemas nacionais de identificação. Isso pode ser devido à exclusão, inacessibilidade ou risco, ou porque as credenciais que eles possuem não são amplamente reconhecidas. Embora apoiemos os esforços para expandir o acesso aos programas de identidade nacional, acreditamos ser imperativo complementar esses esforços, fornecendo uma alternativa para os indivíduos que não têm acesso seguro e confiável a sistemas baseados no estado.
5.Acreditamos que os indivíduos devem ter controle sobre suas próprias identidades digitais, incluindo como os dados pessoais são coletados, usados e compartilhados. Todos devem ser capazes de afirmar sua identidade além das fronteiras institucionais e nacionais, e ao longo do tempo. Privacidade, portabilidade e persistência são necessárias para que a identidade digital capacite e proteja os indivíduos de maneira significativa.
6.A identidade digital acarreta um risco significativo se não for projetada e implementada com cuidado. Não subestimamos os riscos de uso indevido e abuso de dados, especialmente quando os sistemas de identidade digital são projetados como grandes bancos de dados centralizados.
7.O design técnico pode mitigar alguns dos riscos da identidade digital. A tecnologia emergente - por exemplo, sistemas criptograficamente seguros e descentralizados - pode fornecer maior proteção de privacidade para os usuários, ao mesmo tempo que permite portabilidade e verificação. Mas é necessário um acordo generalizado sobre princípios, padrões de design técnico e padrões de interoperabilidade para que as identidades digitais descentralizadas sejam confiáveis e reconhecidas.
8.Esse modelo “melhor” de identidade digital não surgirá espontaneamente. Para que as identidades digitais sejam amplamente confiáveis e reconhecidas, precisamos de colaboração sustentada e transparente alinhada em torno desses princípios compartilhados, junto com o suporte de estruturas regulatórias e políticas.
9.Os parceiros da ID2020 Alliance definem em conjunto os requisitos funcionais, influenciando o curso da inovação técnica e proporcionando um caminho para a interoperabilidade técnica e, portanto, confiança e reconhecimento.
10. A ID2020 Alliance reconhece que levar essas ideias em escala requer uma base de evidências robusta, que informará a defesa de direitos e a política. Como tal, os pilotos com suporte da ID2020 Alliance são projetados em torno de uma estrutura comum de monitoramento e avaliação.
Agora você me pergunta, se o nome deste projeto é Identidade Digital 2020, então teoricamente eles pretendiam aplicar isto a partir de 2020, certo? Sim, é isto mesmo. Mas eles não fizeram isto até agora em 2021, então como explicar este argumento? Simples; A Pandemia que você assiste e ajuda a expandir com o seu medo e com a reprodução de chavões ordenados por estas mesmas pessoas, organizações e empresas é o que está levando a cabo a ideia de uma necessidade de Carteira de Vacinação Digital. A Carteira de Vacinação Digital é a Identidade Digital 2020.
Você só perceberá e entenderá isto se gravar na memória o nome dos requerentes da ID2020, lá estão nomes como Microsoft, Facebook, Block, Mastercard, e GAVI entre outros.
GAVI, A Vaccine Alliance, é uma associação de setor público e privado para fomentar e coordenar a produção de vacinação global:
"Criada em 2000, a Gavi é uma organização internacional - uma Vaccine Alliance global, que reúne os setores público e privado com o objetivo comum de salvar vidas e proteger a saúde das pessoas, aumentando o uso equitativo e sustentável de vacinas.
Em junho de 2019, o Conselho da Gavi aprovou uma nova estratégia de cinco anos (“Gavi 5.0”) com a visão de "Não deixar ninguém para trás com a imunização" e a missão de salvar vidas e proteger a saúde das pessoas aumentando o uso equitativo e sustentável de vacinas .
Nosso modelo público-privado exclusivo ajuda a garantir que as vacinas essenciais cheguem a gerações de crianças."
Fazem parte do GAVI como doadores as fabricantes de vacinas, a Fundação Bill e Mellinda Gates, Institutos de Saúde e Pesquisa Científica, Banco Mundial, OMS, Unicef, governos de alguns países, etc.
Dois fatores-chave nos diferenciam de outros atores na saúde global:
O modelo de parceria: como parceria público-privada, capitalizamos na soma das vantagens comparativas dos nossos parceiros;
O modelo de negócios: ao reunir a demanda por vacinas dos países mais pobres do mundo, garantir financiamento de longo prazo e moldar os mercados de vacinas, estamos acelerando o acesso a vacinas que salvam vidas nos países que mais precisam delas.
A Identidade Digital 2020, portanto, faz parte deste projeto de Vacinação Global. Mas antes que o leitor duvide de que a coisa realmente está associada a outra, mostraremos alguns dados relevantes que evidenciam isto a que chamo “O Grande Conluio”, vejamos:
Em 12 de Setembro de 2019, foi realizada a GLOBAL VACCINATION SUMMIT BRUSSELS, 12 SEPTEMBER 2019, evento realizado pela Comissão Europeia e pela Organização Mundial da Saúde em Bruxelas, Bélgica. O tema do documento que você vai ler a seguir chama-se: Dez Ações de Vacinação para Todos, repita-se a data; 12 de Setembro de 2019:
Todos devem poder beneficiar do poder de vacinação. Apesar da disponibilidade de vacinas seguras e eficazes, a falta de acesso, a escassez de vacinas, a falta de informação, a inação perante os riscos de doença, a diminuição da confiança do público na eficácia das vacinas e o desinvestimento estão a prejudicar as taxas de vacinação em todo o mundo. A vacinação é, incontestavelmente, uma das intervenções mais eficazes da saúde pública. Devemos envidar esforços para manter os resultados positivos da vacinação que tão difíceis foram de obter, mas também procurar fazer mais e melhor, a fim de assegurar sistemas de saúde eficazes e equitativos e reduzir os danos causados pela doença e pelo sofrimento que podem ser evitados. Nomeadamente, têm de ser feitos os investimentos necessários em investigação e desenvolvimento a fim de dar resposta às necessidades médicas não satisfeitas através do desenvolvimento de novas vacinas e da melhoria das já existentes. Ensinamentos retirados da cimeira e medidas necessárias para assegurar o acesso de todos à vacinação e a eliminação das doenças que podem ser prevenidas através de vacinas:
1. Promover a liderança política mundial e o compromisso para com a vacinação e construir uma colaboração e parcerias eficazes a nível internacional, nacional, regional e local com as autoridades do setor da saúde, os profissionais da saúde, a sociedade civil, as comunidades, os cientistas e a indústria, a fim de proteger todos os cidadãos através de taxas elevadas de cobertura da vacinação constantes.
2. Assegurar que todos os países dispõem de estratégias nacionais de vacinação e que asseguram e reforçam a respetiva sustentabilidade financeira, em consonância com os progressos no sentido da concretização da cobertura universal dos cuidados de saúde, de modo a não excluir ninguém.
3. Criar sistemas de vigilância sólidos para as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, em especial as que estão sujeitas a objetivos de eliminação e erradicação a nível mundial.
4. Combater as causas profundas das reticências em relação à vacinação e aumentar a confiança nas vacinas, bem como conceber e aplicar intervenções baseadas em dados concretos.
5. Explorar o poder das tecnologias digitais, de modo a reforçar a monitorização do desempenho dos programas de vacinação.
6. Apoiar os esforços de investigação a fim de gerar um fluxo contínuo de dados sobre a eficácia e a segurança das vacinas e o impacto dos programas de vacinação.
7. Prosseguir os esforços e o investimento, nomeadamente através de novos incentivos e modelos de financiamento, na investigação, no desenvolvimento e na inovação a fim de criar novos dispositivos de administração de vacinas ou melhorar os existentes.
8. Atenuar os riscos de escassez de vacinas, melhorando o acompanhamento da disponibilidade, as previsões, a compra, a entrega e a constituição de reservas de vacinas, bem como a colaboração com os produtores e todos os participantes na cadeia de distribuição, a fim de utilizar da melhor forma ou aumentar a capacidade de produção existente.
9. Capacitar os profissionais da saúde a todos os níveis, bem como os meios de comunicação social, para que possam prestar ao público informações eficazes, transparentes e objetivas e combater informações falsas e erróneas, nomeadamente através da colaboração com plataformas de redes sociais e empresas tecnológicas.
10. Alinhar e integrar a vacinação nas agendas mundiais da saúde e do desenvolvimento, através de um programa de vacinação renovado para 2030.
Diante desta leitura o caro leitor ainda fingirá não haver nenhuma relação entre Vacinação Global e Identidade Digital com a criação de um totalitarismo fascista à nível planetário? Ou pior ainda, o leitor ainda poderá pensar que tudo isso não passa de mera filantropia e gratuidade de interesses pelos problemas do mundo e que todas estas megacorporações e megabilionários só interessam pelos problemas globais porque unicamente agem com caridade e urgência? Olhe bem porque uma coisa é a linguagem que eles utilizam nestes documentos formais, e ainda a narrativa segue a seguinte fórmula: Criar a necessidade ↔Dar a solução, Solução = Maior Controle Social e Individual. A necessidade é criada a partir de um problema real ou imaginário cuja solução deve ser global e holística, o resultado dela é o maior controle por meio de tecnologias e leis a respeito da vida social e individual, fazendo crescer exponencialmente o poder dos “agentes filantrópicos”. Mas para mostrar ao leitor que isto não se resume a estes dois documentos, segue o terceiro de nosso alerta: Event 201.
Event 201: A Global Pandemic Exercise, foi realizado em 18 de Outubro de 2019 pela Organização Center For Health Security. O que foi este evento segundo eles mesmos você lerá a seguir:
O Evento 201 foi um exercício de mesa pandêmico de 3,5 horas que simulou uma série de dramáticas discussões facilitadas baseadas em cenários, enfrentando dilemas difíceis e reais associados à resposta a uma pandemia hipotética, mas cientificamente plausível. 15 líderes globais de negócios, governo e saúde pública participaram do exercício de simulação que destacou a política não resolvida do mundo real e as questões econômicas que poderiam ser resolvidas com suficiente vontade política, investimento financeiro e atenção agora e no futuro.
O Centro Johns Hopkins para Segurança Sanitária, o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill & Melinda Gates propõem essas recomendações em conjunto .
Propósito
Nos últimos anos, o mundo tem visto um número crescente de eventos epidêmicos, totalizando aproximadamente 200 eventos anuais. Esses eventos estão aumentando e são prejudiciais à saúde, às economias e à sociedade. Gerenciar esses eventos já sobrecarrega a capacidade global, mesmo na ausência de uma ameaça de pandemia. Os especialistas concordam que é apenas uma questão de tempo até que uma dessas epidemias se torne global - uma pandemia com consequências potencialmente catastróficas. Uma pandemia severa, que se torna “Evento 201”, exigiria cooperação confiável entre várias indústrias, governos nacionais e instituições internacionais importantes.
Estudos econômicos recentes mostram que as pandemias serão a causa de uma perda econômica anual média de 0,7% do PIB global - ou US $ 570 bilhões . As respostas dos jogadores ao cenário iluminaram a necessidade de cooperação entre a indústria, os governos nacionais, as principais instituições internacionais e a sociedade civil, para evitar as consequências catastróficas que poderiam surgir de uma pandemia em grande escala.
Semelhante aos 3 exercícios anteriores do Centro - Clade X , Dark Winter e Atlantic Storm - O evento 201 teve como objetivo educar líderes seniores no mais alto nível de governos dos EUA e internacionais e líderes em indústrias globais.
É também uma ferramenta para informar os membros das comunidades de preparação e políticas e o público em geral. Isso é diferente de muitas outras formas de exercícios de simulação que testam protocolos ou políticas técnicas de uma organização específica. Exercícios semelhantes ao Evento 201 são uma forma particularmente eficaz de ajudar os formuladores de políticas a obter uma compreensão mais completa dos desafios urgentes que podem enfrentar em uma crise dinâmica do mundo real.
Quando onde
Sexta-feira, 18 de outubro de 2019 8h45 - 12h30 Hotel The Pierre New York, NY
Equipe de exercícios
Eric Toner, MD, é o líder da equipe de exercícios do Johns Hopkins Center for Health Security. Crystal Watson, DrPH, MPH e Tara Kirk Sell, PhD, MA são co-líderes do Johns Hopkins Center for Health Security. Ryan Morhard, JD, é o líder de exercícios do Fórum Econômico Mundial, e Jeffrey French é o líder de exercícios da Fundação Bill e Melinda Gates.
Os membros da equipe de exercícios são Tom Inglesby, MD; Anita Cicero, JD; Randy Larsen, USAF (aposentado); Caitlin Rivers, PhD, MPH; Diane Meyer, RN, MPH; Matthew Shearer, MPH; Matthew Watson; Richard Bruns, PhD; Jackie Fox; Andrea Lapp; Margaret Miller; Carol Miller; e Julia Cizek.
O evento 201 foi financiado pelo Open Philanthropy Project.”
Criar a necessidade ↔Dar a solução, Solução = Maior Controle Social e Individual. Assim, utilizando o controle e parceria com Indústrias, Governos, Instituições, Fundações, Pessoas, Artistas, Mídia, Controle de classes profissionais competentes em todos os níveis, desde o bairro da cidade até o nível das grandes corporações privadas como Microsoft, Facebook, fundações ‘filantrópicas’ como Fundação Bill & Mellinda Gates, empresários como Bill Gates e George Soros que manivelam a embarcação planetária muito acima de governos nacionais.. Eles manipulam a informação, taxam de ‘conspiracionistas’ os dissidentes.
Não se trata de invenção conspiracionista, eles confessam que o controle de informação é o mais importante a se fazer nesta campanha (lembre-se o leitor aqui que isto tudo foi antes da Pandemia de Covid19, ou seja, supostamente apenas uma preparação para uma possível e indeterminada pandemia viral global), isto significa que todo discurso investigativo que não esteja no rol dado e distribuído por eles não é e não será aceito de antemão, e mais, será combatido e privado de divulgação por eles mesmos através dos meios de comunicação em massa que eles detém seja por serem donos, seja por prestarem “oficialmente” aos órgãos de mídia privados e estatais, seja pelo controle da informação dada às classes científicas e médicas competentes impedidas de extraviarem-se.
Leia o documento a seguir para entender que o controle desta rede do início ao fim é predeterminada:
Cooperação público-privada para preparação e resposta à pandemia
Baixe as recomendações (PDF)
Um apelo à ação
A próxima pandemia severa não só causará grandes doenças e perda de vidas, mas também poderá desencadear grandes consequências econômicas e sociais em cascata, que podem contribuir enormemente para o impacto e sofrimento globais. Os esforços para prevenir essas consequências ou responder a elas à medida que se desdobram exigirão níveis sem precedentes de colaboração entre governos, organizações internacionais e o setor privado. Tem havido esforços importantes para envolver o setor privado na preparação para epidemias e surtos em nível nacional ou regional. 1 , 2 No entanto, existem grandes vulnerabilidades globais não atendidas e desafios do sistema internacional apresentados por pandemias que exigirão novas formas robustas de cooperação público-privada para serem resolvidos.
O exercício pandêmico do Event 201, conduzido em 18 de outubro de 2019, demonstrou vividamente uma série dessas lacunas importantes na preparação para a pandemia, bem como alguns dos elementos das soluções entre os setores público e privado que serão necessários para preenchê-las. O Centro Johns Hopkins para Segurança Sanitária, o Fórum Econômico Mundial e a Fundação Bill & Melinda Gates propõem conjuntamente o seguinte:
Governos, organizações internacionais e empresas devem planejar agora como os recursos corporativos essenciais serão utilizados durante uma pandemia em grande escala.Durante uma pandemia severa, os esforços do setor público para controlar o surto provavelmente ficarão sobrecarregados. Mas os ativos da indústria, se implantados de forma rápida e apropriada, podem ajudar a salvar vidas e reduzir as perdas econômicas. Por exemplo, empresas com operações focadas em logística, mídia social ou sistemas de distribuição serão necessárias para permitir a resposta de emergência dos governos, comunicações de risco e esforços de distribuição de contramedidas médicas durante uma pandemia. Isso inclui trabalhar em conjunto para garantir que produtos estratégicos estejam disponíveis e acessíveis para a resposta da saúde pública. O planejamento de contingência para uma potencial parceria operacional entre governo e empresas será complexo, com muitos detalhes legais e organizacionais a serem tratados. Os governos devem trabalhar agora para identificar as áreas de necessidade mais críticas e chegar aos participantes da indústria com o objetivo de finalizar acordos antes da próxima grande pandemia. O Conselho de Monitoramento de Preparação Global estaria bem posicionado para ajudar a monitorar e contribuir com os esforços que governos, organizações internacionais e empresas deveriam realizar para preparação e resposta à pandemia.
A indústria, os governos nacionais e as organizações internacionais devem trabalhar juntos para aumentar os estoques mantidos internacionalmente de contramedidas médicas (MCMs) para permitir uma distribuição rápida e equitativa durante uma pandemia severa.A Organização Mundial da Saúde (OMS) possui atualmente um estoque virtual de vacina contra influenza, com contratos em vigor com empresas farmacêuticas que concordaram em fornecer vacinas caso a OMS as solicite. Como uma abordagem possível, esse modelo de estoque virtual poderia ser expandido para aumentar a capacidade da OMS de distribuir vacinas e medicamentos aos países com maior necessidade durante uma pandemia severa. Isso também deve incluir quaisquer estoques de vacinas experimentais disponíveis para qualquer patógeno do Projeto de P&D da OMS para implantar em um ensaio clínico durante surtos em colaboração com CEPI, GAVI e OMS. Outras abordagens podem envolver estoques regionais ou acordos bi ou multinacionais. Durante um surto catastrófico, os países podem relutar em abrir mão de recursos médicos escassos. Um estoque internacional robusto poderia, portanto, ajudar a garantir que os ambientes de recursos baixos e médios recebam os suprimentos necessários, independentemente de eles produzirem esses suprimentos internamente. Os países com suprimentos nacionais ou capacidade de manufatura nacional devem se comprometer a doar algum suprimento / produto para este estoque virtual. Os países devem apoiar este esforço através da provisão de financiamento adicional.
Países, organizações internacionais e empresas de transporte globais devem trabalhar juntos para manter as viagens e o comércio durante pandemias graves. As viagens e o comércio são essenciais para a economia global, bem como para as economias nacionais e até mesmo locais, e devem ser mantidos mesmo em face de uma pandemia. Será necessário melhorar a tomada de decisões, a coordenação e as comunicações entre os setores público e privado em relação a riscos, avisos de viagens, restrições de importação / exportação e medidas de fronteira. O medo e a incerteza experimentados durante os surtos anteriores, mesmo aqueles limitados a um nível nacional ou regional, às vezes levaram a medidas de fronteira injustificadas, o fechamento de empresas voltadas para o cliente, proibições de importação e o cancelamento de voos aéreos e remessas internacionais. Uma pandemia particularmente rápida e letal poderia, portanto, resultar em decisões políticas para desacelerar ou interromper o movimento de pessoas e bens, potencialmente prejudicando economias já vulneráveis em face de um surto. Os ministérios da saúde e outras agências governamentais devem trabalhar em conjunto agora com as companhias aéreas internacionais e companhias marítimas globais para desenvolver cenários de resposta realistas e iniciar um processo de planejamento de contingência com o objetivo de mitigar os danos econômicos, mantendo as principais viagens e rotas comerciais durante uma pandemia em grande escala. Apoiar a continuidade do comércio e das viagens em tais circunstâncias extremas pode exigir o fornecimento de medidas aprimoradas de controle de doenças e equipamentos de proteção individual para trabalhadores de transporte, subsídios do governo para apoiar rotas comerciais críticas e, potencialmente, proteção de responsabilidade em certos casos. Organizações internacionais, incluindo a OMS, a Associação de Transporte Aéreo Internacional e a Organização de Aviação Civil Internacional devem ser parceiras nesses esforços de preparação e resposta.
Os governos devem fornecer mais recursos e apoio para o desenvolvimento e a fabricação de vacinas, terapêuticas e diagnósticos que serão necessários durante uma pandemia severa. No caso de uma pandemia grave, os países podem precisar de suprimentos para a população de contramedidas médicas seguras e eficazes, incluindo vacinas, terapêuticas e diagnósticos. Portanto, a capacidade de desenvolver, fabricar, distribuir e dispensar rapidamente grandes quantidades de MCMs será necessária para conter e controlar um surto global. Os países com recursos suficientes devem aumentar muito essa capacidade. Em coordenação com a OMS, CEPI, GAVI e outros mecanismos multilaterais e domésticos relevantes, os investimentos devem ser feitos em novas tecnologias e abordagens industriais, que permitirão a manufatura distribuída concomitante. Isso exigirá o tratamento de barreiras legais e regulatórias, entre outras questões.
Os negócios globais devem reconhecer o fardo econômico das pandemias e lutar por uma maior preparação. Além de investir mais na preparação de suas próprias empresas e setores, os líderes empresariais e seus acionistas devem se envolver ativamente com os governos e defender mais recursos para a preparação para uma pandemia. Globalmente, tem havido falta de atenção e investimento na preparação para pandemias de alto impacto, e as empresas não estão amplamente envolvidas nos esforços existentes. Em grande medida, isso se deve à falta de consciência dos riscos comerciais representados por uma pandemia. Devem ser criadas ferramentas que ajudem as grandes empresas do setor privado a visualizar os riscos de negócios apresentados por doenças infecciosas e caminhos para mitigar os riscos por meio da cooperação público-privada para fortalecer a preparação. Uma pandemia severa interferiria muito na saúde da força de trabalho, nas operações comerciais e na movimentação de bens e serviços. 3Um surto de nível catastrófico também pode ter efeitos profundos e duradouros em setores inteiros, na economia e nas sociedades em que as empresas operam. Embora os governos e as autoridades de saúde pública sirvam como a primeira linha de defesa contra surtos de rápida movimentação, seus esforços são cronicamente subfinanciados e carecem de apoio sustentado. Os líderes empresariais globais devem desempenhar um papel muito mais dinâmico como defensores com interesse em uma preparação mais forte para uma pandemia.
As organizações internacionais devem priorizar a redução dos impactos econômicos de epidemias e pandemias. Muito do prejuízo econômico resultante de uma pandemia provavelmente se deve ao comportamento contraproducente de indivíduos, empresas e países. Por exemplo, ações que levam à interrupção das viagens e do comércio ou que mudam o comportamento do consumidor podem prejudicar muito as economias. Além de outras atividades de resposta, um aumento e uma reavaliação do apoio financeiro à pandemia certamente serão necessários em uma pandemia severa, pois muitos setores da sociedade podem precisar de apoio financeiro durante ou após uma pandemia severa, incluindo instituições de saúde, empresas essenciais e governos nacionais Além disso, as maneiras pelas quais esses fundos existentes agora podem ser usados são limitadas. O Regulamento Sanitário Internacional prioriza a minimização dos riscos à saúde pública e a prevenção de interferências desnecessárias no tráfego e comércio internacional. Mas também haverá a necessidade de identificar os nós críticos do sistema bancário e das economias globais e nacionais que são essenciais demais para falir - alguns provavelmente também precisarão de apoio financeiro internacional de emergência. O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional, bancos de desenvolvimento regional, governos nacionais, fundações e outros devem explorar maneiras de aumentar a quantidade e a disponibilidade de fundos em uma pandemia e garantir que eles possam ser usados com flexibilidade quando necessário.
Os governos e o setor privado devem atribuir maior prioridade ao desenvolvimento de métodos para combater a desinformação antes da próxima resposta à pandemia. Os governos precisarão fazer parceria com empresas de mídia social e tradicionais para pesquisar e desenvolver abordagens ágeis para combater a desinformação. Isso exigirá o desenvolvimento da capacidade de inundar a mídia com informações rápidas, precisas e consistentes. As autoridades de saúde pública devem trabalhar com empregadores privados e líderes comunitários de confiança, como líderes religiosos, para divulgar informações factuais aos funcionários e cidadãos. Empregadores confiáveis e influentes do setor privado devem criar a capacidade de aumentar de forma rápida e confiável as mensagens públicas, gerenciar rumores e informações incorretas e ampliar as informações confiáveis para apoiar comunicações públicas de emergência. As agências nacionais de saúde pública devem trabalhar em estreita colaboração com a OMS para criar a capacidade de desenvolver e divulgar rapidamente mensagens de saúde consistentes. Por sua parte,
Alcançar os objetivos acima exigirá colaboração entre governos, organizações internacionais e negócios globais. Se essas recomendações forem seguidas vigorosamente, grandes progressos podem ser feitos para diminuir o impacto potencial e as consequências das pandemias. Apelamos aos líderes de negócios globais, organizações internacionais e governos nacionais para que lancem um esforço ambicioso de trabalhar juntos para construir um mundo melhor preparado para uma pandemia severa.” [os destaques em vermelho, negrito e sublinhado são meus]
Lendo tudo isto, o leitor ainda presume ser mera conjuntura? Impossível, fiz questão de pegar apenas o que eles mesmos dizem sobre si e seus projetos, mostrando que sim, a pandemia, a vacinação, e todas as políticas que por hora o mundo inteiro padece, não é por uma crise imprevista, ao contrário muito bem articulada segundo os interesses de um grupo de pessoas que estão envolvidas em todos os setores, em todas as áreas. Não se trata de uma Teoria da Conspiração que estes globalistas, metacapitalistas estão comandando a crise pelo mundo inteiro em todos os setores, eles confessaram que articulariam setores privados e públicos em todos os níveis, do local ao internacional-global diante de uma “pandemia severa” que estava porvir.
Eles planejaram a vacinação global antes da pandemia surgir, planejaram a simulação de pandemia de coronavírus antes de tal pandemia surgir, desenvolveram as estratégias de combate à “teorias da conspiração” e desinformação antes destas surgirem, e todos os seus agentes são basicamente os mesmos, em todas as reuniões, em todas as decisões, mas tudo sempre levado ao público como mera preocupação possível do que pode acontecer. Ora, por acaso planejamos a nossa vida diante da possibilidade de um asteroide cair na Terra e destruir a espécie humana dentro de algumas horas ou dias? Não. Planejamos a nossa vida por medo de uma tempestade solar que destrua toda a tecnologia elétrica na Terra e assim de repente voltamo-nos para a Era das Cavernas? Não. Por acaso planejamos a nossa vida com medo de uma invasão alienígena assassina que nos considerem uma raça inferior e com isto venha nos escravizar por completo? Não. Planejamos a nossa vida diante da possibilidade de um mega terremoto em todos os continentes que simplesmente acabe com milhares de cidades num só dia? Não. Mas planejamos de uma pandemia severa dois três meses dela surgir no mundo. Quem conhece e estuda o vírus, leia os meus relatórios sobre Coronavírus; https://www.geopolis.com.br/post/relat%C3%B3rio-semanal-1-coronav%C3%ADrus e https://www.geopolis.com.br/post/qual-a-origem-deste-v%C3%ADrus-as-evid%C3%AAncias-1 sabe que as características do Sars-Cov-2 não permitem supor uma mutação tão formidável de uma espécie animal para a humana tão infecciosa assim do nada, as características do vírus parecem-se muito com o Ganho de Função, uma técnica da engenharia genética e/ou bioengenharia que modifica vírus e seres vivos para adquirirem tais características encontradas em outras espécies. De qualquer forma, este artigo visa apenas clarear na mente do leitor o falso conceito de que tudo não passa de mera filantropia ou pior, coincidências.
Agora está sendo discutido no Congresso Nacional brasileiro a Carteira de Vacinação Digital a fim de obrigar todos os cidadãos brasileiros a tomarem a vacinação e receberem uma carteira digital que lhes permitem viver como cidadãos normais dotados de direitos. Ora, isto é ou não é a imposição clara, evidente, auto satisfatória da Identidade Digital 2020 planejada pela Organização ID2020 sob a tutela das grandes fundações, megacorporações e megabilionários-metacapitalistas? Esta é ou não é a ideia que eles ensejaram para a imposição de vacinação global em Setembro de 2019 em Bruxelas pela ONU para o mundo inteiro em parceria com governos, empresas, mídias e etc.? Estes projetos de Carteira de Vacinação Global estão sendo feitos no mundo inteiro, em todos os países, sobretudo aqueles mais progressistas em que os globalistas estão com políticas mais avançadas como Reino Unido, França, Austrália, Espanha, Alemanha, Estados Unidos, Canadá e etc.
Seguridade Social e Família - Carteira de Vacinação Digital e Certificado de Imunização - 30/08/2021https://youtu.be/fbXiWxLCPvA
https://cepi.net/ CEPI (pronuncia-se 'seppy') visa acelerar o desenvolvimento de vacinas contra doenças infecciosas emergentes e permitir o acesso a essas vacinas para as pessoas durante surtos.
A CEPI foi fundada em Davos pelos governos da Noruega e da Índia, a Fundação Bill & Melinda Gates, o Wellcome Trust e o Fórum Econômico Mundial.
Até o momento, o CEPI garantiu apoio financeiro da Austrália, Áustria, Bélgica, Fundação Bill & Melinda Gates, Canadá, Dinamarca, Comissão Europeia, Etiópia, Finlândia, Alemanha, Hungria, Islândia, Indonésia, Itália, Japão, Kuwait, Lituânia, Luxemburgo, Malásia, México, Holanda, Nova Zelândia, Noruega, Panamá, Romênia, Arábia Saudita, Sérvia, Cingapura, Suíça, República da Coréia, Reino Unido, USAID e Wellcome. Além disso, o CEPI também recebeu apoio de entidades do setor privado, bem como contribuições públicas por meio do Fundo de Resposta de Solidariedade COVID-19 da Fundação das Nações Unidas.
Chamadas de propostas anunciadas com sucesso
Desde o nosso lançamento em 2017, a CEPI anunciou uma série de chamadas de propostas para apoiar o desenvolvimento de vacinas candidatas contra a síndrome respiratória do Oriente Médio coronavírus (MERS-CoV), vírus Nipah, vírus Lassa, vírus da febre de Rift Valley e vírus Chikungunya, como bem como tecnologias de resposta rápida para desenvolver vacinas contra a doença X. Durante este período, o CEPI também supervisionou vários avanços científicos no desenvolvimento de vacinas contra outras doenças infecciosas, incluindo o primeiro ensaio de fase 3 de uma vacina de Chikungunya e o avanço do primeiro Nipah vírus e vacinas contra o vírus Lassa em ensaios clínicos de fase 1.
Trabalhando em programas de vacina COVID-19
A CEPI desempenhou um papel central na resposta global ao COVID-19, criando o maior portfólio mundial de vacinas COVID-19 e ajudando a tornar 2 bilhões de doses equitativamente acessíveis a 190 economias participantes por meio da COVAX em 2021. Como parte deste trabalho, CEPI garantiu o primeiro direito de recusa a potencialmente mais de um bilhão de doses para as instalações da COVAX a uma série de candidatos e fez investimentos estratégicos na fabricação de vacinas, que incluem a capacidade de reserva de fabricação de doses de vacinas da COVAX em uma rede de instalações e a proteção de frascos de vidro para conter 2 bilhões de doses de vacina. A CEPI também está investindo na 'próxima geração' de vacinas candidatas, o que dará ao mundo opções adicionais para controlar COVID-19 no futuro.
O CEPI ajudou a comunidade científica global a fazer algo incrível: desenvolver vacinas COVID-19 em menos de um ano. Com o apoio certo, a CEPI continuará a acelerar a inovação e alcançar avanços, ajudando a garantir que todos tenham acesso equitativo às vacinas que salvam vidas.
Bill Gates, copresidente
Fundação Bill e Melinda Gates



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