Análise Ant1-p4ss4porte s4an1t4r1o - Parte 1
- Thiarles Sosi
- 19 de dez. de 2021
- 33 min de leitura
Atualizado: 19 de dez. de 2021
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Imagem: Pixabay
Pauta: Análise Antipassaporte Sanitário:
Esta é uma das mais importantes análises que me proponho a realizar para o nosso público brasileiro. Como estamos testemunhando um clima de guerra contra às nações, é necessário denunciar os lobos vestidos em pele de cordeiro que querem impor às gentes sua política criminosa de minar as liberdades, a saúde, a propriedade, o trabalho e a vida saudável.
A Organização Mundial da Saúde e junto com elas os Estados Membros, juntamente com Fundações intromissoras nas políticas públicas adotadas nos mesmos, estão impondo arbitrariamente a vacinação global como meio de se prosseguir a vida normal pós-pandemia, segundo o Padrão The Great Reset.
O passaporte sanitário é imoral e discricionário, não é necessário para o correto andamento da nossa sociedade, pois a imunidade das pessoas, que é a suposta finalidade da vacina, é conquistada naturalmente. Se a vacina se propõe a induzir a imunidade, então se deveria averiguar quem tem imunidade ou não, o que não está sendo discutido, e mesmo quem não tem imunidade, e não deseja tomar as vacinas, tem o direito, porque as atuais vacinas disponíveis não são nem vacinas no sentido clássico, são experimentos que supostamente estão sendo usados para se testar a tecnologia de imunidade por estímulo genético de DNA e RNA, o que de acordo com o Doutor Robert Malone, criador da tecnologia de vacinas de DNA e RNA, não é eficiente. Para se averiguar se a pessoa está ou não com Covid19 se usa o exame de PCR que é completamente ineficaz para se proceder clinicamente no exame de doença viral, ou seja, se a pessoa está ou não doente de covid19, conforme já declarou o próprio criador do PCR, doutor Kary Mullis. Sendo a vacina experimental, não é razoável obrigar a vacinação ou uso de passaporte sanitário para ninguém. E mesmo assim está sendo imposta por todo o mundo, em especial no Brasil a mando do Presidente do Supremo Tribunal Federal, totalmente contra a lei já que é o Congresso Nacional que deve votar tal questão, contrariando também o Poder Executivo a quem deveria estar a cargo de Jair Messias Bolsonaro e não dos senhores ministros do STF.
A Ciência é feita de balizas, de disputas, de questões que são abertas e respondidas, e até agora, ninguém respondeu definitivamente as perguntas:
O que é Covid19?
Quais partes do corpo atinge e por que atinge?
Quantas vezes e por quanto tempo a pessoa pode adoecer desta enfermidade?
Quando começa e termina as “ondas” virais da mesma?
Se há tratamento médico que cure ou não.
Se há imunidade contra o Covid19 ou não.
Quanto tempo dura a imunidade do Covid19?
O que causa a diferença entre uma variante e outra?
Se sofre mutação, porque se deveria dar uma vacina contra um vírus mutante que numa eventual mutação pode torná-la inútil?
E se não a torna inútil, por que se deveria priorizar a vacina independentemente da imunidade natural de quem já adoeceu e se curou da doença?
Por que não se criou vacinas definitivas de Gripe, de Dengue, de HIV, Zika vírus e outras doenças virais mutantes, mas de Covid-19 a vacina já estava disponível nos primeiros meses após o início do surto e ainda supostamente possui eficiência mesmo não tendo passado por todas as fases de teste?
Por que a pessoa não ganha imunidade natural se se adoece do covid19?
Se o que causa a doença é a multiplicação da proteína spike, que danifica os tecidos de células epiteliais, por que dão vacinas que estimulam a produção de proteínas spikes pelo próprio corpo, causando doença autoimune?
Se a imunidade natural não é garantida, por que a da vacina é garantida?
Se a vacina não é remédio, e nem é definitivo, por que é vendida como a única solução, sendo que sempre a medicina tratou de doenças virais com antivirais e anti-inflamatórios e não com vacinas?
Se a vacina é experimental, então deveria ser opcional fazer parte de um experimento, então por que obrigar a usar a vacina?
Se o interesse na vacina é legítimo, como deveria de fato ser, por que é proibido estudar qualquer forma de tratamento preventivo e/ou antiviral?
Se há resposta tão rápida para declarar a ‘não comprovação científica’ de um tratamento contra o Covid19, mesmo havendo milhares de casos de médicos que trataram e curaram os seus pacientes mediante tais tratamentos, o mesmo princípio não se aplica à eficiência das vacinas, já que não houve tempo para que elas sejam comprovadamente e cientificamente respaldadas, pois nem sequer passaram por todas as fases de teste?
Se a vacina, na medicina, é e sempre foi uma opção entre outras, por que então se combateu vigorosamente todas as outras alternativas e colocadas como num consenso científico de que a vacina é solução, quando sempre a medicina tratou da vacina como um problema a mais para se resolver?
Se a vacina é a opção menos pior que se teria no momento, sendo experimental é apenas de caráter urgente e não definitivo, então por que querer perseguir e calar aqueles que não concordam com tal experimento?
Se não se pretende obrigar a tomar a vacina, por que está sendo discutido a criação do tal Passaporte de Vacinação Global que por sua vez está sendo pautado nos países membros da ONU, incluindo o Brasil?
Se o passaporte não é para discriminar quem não tomar as vacinas, então por que está sendo imposto com aquisição de direitos pós-vacinais?
Se o passaporte é algo completamente unívoco, por que estava sendo discutido já pelo menos desde 2018 conforme aComissão Europeia, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final 2018/0115 (NLE) Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação?
Conforme o mesmo relatório citado acima:
Os programas de vacinação tornaram-se cada vez mais frágeis, em consequência da baixa aceitação das vacinas, da hesitação em vacinar, do custo crescente de novas vacinas e da escassez na produção e no fornecimento de vacinas na Europa. Página 2.
Vários países enfrentam também uma escassez de vacinas devido a problemas de oferta e procura. Existe um desinvestimento nas vacinas por parte da indústria na UE, alegadamente devido a uma procura fragmentada e parcialmente imprevisível. Além disso, persistem dificuldades legais na partilha de vacinas entre países, em caso de crise. Ao mesmo tempo, a capacidade de produção é limitada pelos longos prazos, os processos de contratação continuam a ser morosos e ineficientes e a falta de planeamento antecipado, aliada à variação dos calendários de vacinação, tornam a procura imprevisível. As mudanças demográficas da população-alvo, devido à migração e ao envelhecimento, impedem também o planeamento exato das previsões. Página 3.
Ora, não há porque temer a baixa oferta e procura, pois se trata de vacina e não um carro novo a ser vendido. No entanto foi muito conveniente que os falsos problemas apontados por este relatório tenham sido “sanados” pela Pandemia de Covid-19, não é mesmo? A indústria que mais floresceu durante a pandemia foi por um acaso a Indústria Farmacêutica no ramo de vacinação porque os governos financiaram a compra em massa das mesmas e ainda impuseram uma forte propaganda de que as vacinas eram eficientes quando elas ainda estão supostamente na fase de testes e que portanto deveriam no mínimo serem dadas como opcionais a quem quer que seja, alertando sobre possíveis riscos. O que não está sendo feito em nenhum lugar sem nenhum questionamento! Coincidência?
A Recomendação defende ainda a criação de um repositório de dados virtual com informações sobre as reservas existentes e as necessidades em termos de vacinas, o que poderia permitir aos Estados-Membros e à Comissão identificar as reservas disponíveis de vacinas em casos de surtos ou de grave escassez, assim como proceder ao intercâmbio de excedentes. Além disso, prevê a identificação das opções para a constituição de uma reserva física de vacinas disponível em casos de surtos graves ou de escassez global. Além do mais, propõe a criação de uma coligação para a vacinação que reúna representantes de associações de trabalhadores do setor da saúde e associações de estudantes relevantes que se comprometam a aumentar a cobertura vacinal na Europa. Página 5.
O que chama a atenção é o fato de pedir por uma aliança para a cobertura da vacinação na Europa, o que efetivamente aconteceu, e mais, tais alianças durante a Pandemia de Covid19 estão sendo cobertas pela CEPI e pelo GAVI, Uma Aliança para a Vacinação (como eles mesmos se definem).
GAVI, A Vaccine Alliance, é uma associação de setor público e privado para fomentar e coordenar a produção de vacinação global:
Criada em 2000, a Gavi é uma organização internacional - uma Vaccine Alliance global, que reúne os setores público e privado com o objetivo comum de salvar vidas e proteger a saúde das pessoas, aumentando o uso equitativo e sustentável de vacinas.
Em junho de 2019, o Conselho da Gavi aprovou uma nova estratégia de cinco anos (“Gavi 5.0”) com a visão de "Não deixar ninguém para trás com a imunização" e a missão de salvar vidas e proteger a saúde das pessoas aumentando o uso equitativo e sustentável de vacinas .
Nosso modelo público-privado exclusivo ajuda a garantir que as vacinas essenciais cheguem a gerações de crianças.
Fazem parte do GAVI como doadores as fabricantes de vacinas, a Fundação Bill e Mellinda Gates, Institutos de Saúde e Pesquisa Científica, Banco Mundial, OMS, Unicef, governos de alguns países, etc.
Você pode obter mais informações na Análise: Certificado Digital, ID2020, e Carteira de Vacinação (no Brasil), também acessado no endereço eletrônico: https://www.geopolis.com.br/post/certificado-digital-id2020-global-e-carteira-de-vacina%C3%A7%C3%A3o-no-brasil
Ao longo de 2017 e no início de 2018, foram realizadas várias consultas às partes interessadas com o objetivo de contribuir para a presente iniciativa: uma consulta pública aberta e reuniões específicas com representantes dos Estados-Membros através da plataforma para a política de saúde. Mais concretamente, foi realizada uma consulta pública entre 21 de dezembro de 2017 e 15 de março de 2018, durante a qual foram obtidas 8 984 respostas1 . Foi efetuada uma consulta às partes interessadas em janeiro e fevereiro de 2018, com 33 respostas a um questionário e seis reuniões específicas com associações de profissionais de saúde, organizações internacionais, organizações não-governamentais que trabalham no domínio da saúde pública, a comunidade científica e a indústria das vacinas. Páginas 7 e 8.
Isto mesmo, com menos de 9 mil votos foi decidido a criação de tal proposta de um esforço conjunto pela vacinação na Europa e posteriormente no mundo, porque o que foi aí decidido, foi extendido ao mundo inteiro, inclusive no Brasil, por força das organizações internacionais como a OMS que está incentivando a vacinação global e o Certificado Digital Global. Este projeto foi ainda discutido na Cimeira de Vacinação Global feito pela mesma Comissão Europeia no dia 12 de Setembro de 2019, ao passo que uma simulação de Pandemia de Covid19 foi feita em 18 de Outubro de 2019.
As consultas realizadas revelaram que existe um elevado grau de interesse por parte dos Estados-Membros no reforço da ação a nível da UE sobre esta questão, mas também mostraram a extensão das preocupações expressas por aqueles que se recusam ou que estão hesitantes em aceitar a vacinação, assim como dos que se opõem à vacinação obrigatória em alguns grupos sociais. Página 8.
Os pontos 1 a 9 da recomendação ficam à consideração dos Estados-Membros e destinam-se a acelerar o desenvolvimento e a implementação de planos de ação nacionais de vacinação para alcançar as metas e os objetivos do Plano de Ação Europeu para a Vacinação da Organização Mundial da Saúde. Também é dada especial ênfase à vacinação contra o sarampo, dado o atual surto na Europa. A proposta reconhece a necessidade de simplificar e ampliar as oportunidades de vacinação e de alcançar os grupos vulneráveis com o objetivo de colmatar as lacunas de imunidade. A proposta apela a que as autoridades competentes na área da educação reforcem a formação em matéria de vacinação nos currículos médicos e a formação médica contínua de todos os trabalhadores do setor da saúde. Além disso, destaca a necessidade de aumentar as atividades de comunicação e as ações de sensibilização sobre os benefícios da vacinação. A exploração das sinergias com a saúde em linha e as tecnologias digitais com vista à criação de registos eletrónicos de vacinação para todos os cidadãos constitui também um elemento importante da proposta, que será incluída no intercâmbio de informações entre prestadores de cuidados de saúde transfronteiriços, no contexto do trabalho da rede de saúde em linha. Página 9.
Trata-se de um aumento do controle sobre a população com a desculpa de cuidar da saúde da mesma:
Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação:
(1) Em conformidade com o artigo 168.º do Tratado sobre o Funcionamento da União Europeia (TFUE), na definição e execução de todas as políticas e ações da União será assegurado um elevado nível de proteção da saúde. A ação da União, que será complementar das políticas nacionais, incidirá na melhoria da saúde pública e na prevenção das doenças e afeções humanas e na redução das causas de perigo para a saúde física e mental.
(2) Em conformidade com o artigo 168.º, n.º 6, do TFUE, o Conselho, sob proposta da Comissão, pode adotar recomendações para os fins enunciados no referido artigo com vista a melhorar a saúde pública, nomeadamente no que diz respeito à luta contra os grandes flagelos, a vigilância das ameaças graves para a saúde com dimensão transfronteiriça, o alerta em caso de tais ameaças e o combate contra as mesmas. As doenças que podem ser prevenidas por vacinação são consideradas grandes flagelos para a saúde.Página 11.
Isto não é modo de avaliar se uma doença é um grande flagelo ou não, e sim se é perigosa para a saúde do povo, neste caso, o critério é se é prevenível com vacinas, se sim, é um flagelo!
(4) Embora os programas de vacinação sejam da responsabilidade dos Estados-Membros, a natureza transfronteiriça das doenças que podem ser prevenidas por vacinação e os desafios comuns enfrentados pelos programas nacionais de imunização beneficiariam de uma maior coordenação das ações e abordagens a nível da UE para impedir ou limitar a propagação de epidemias e doenças com dimensão transfronteiriça. Página 11.
Aumentando a interferência de órgãos internacionais sobre as decisões nacionais. Na Pandemia de Covid19 esta política se mostrou em primeiro lugar pelo nível de palpites que a OMS deu e todos os países cederam em acolher, incluindo o Brasil, mesmo estando na maior parte das vezes errados e equivocados.
(5) A rápida disseminação da desinformação através dos meios de comunicação social e dos ativistas antivacinação alimentou equívocos que estão a desviar a atenção pública dos benefícios individuais e coletivos da vacinação, bem como dos riscos colocados pelas doenças transmissíveis, centrando-a numa maior desconfiança e no receio de efeitos secundários não comprovados. É necessário tomar medidas para reforçar o diálogo com os cidadãos e entender as suas verdadeiras preocupações ou dúvidas sobre a vacinação, assim como para lhes dar resposta de acordo com as suas necessidades. Página 11.
Este item, em pleno 2018, quando os antivacinas eram raríssimos, a elite da Comissão Europeia já olhava com grande preocupação a ameaça que pouquíssimos discordantes das políticas pró-vacinas, sobretudo de algumas vacinas, faziam. É interessante o quanto que isto só foi reforçado durante uma “possível pandemia futura”.
(7) A variação dos programas de vacinação entre os Estados-Membros no que diz respeito às recomendações, ao tipo de vacinas utilizadas, ao número de doses administradas e ao calendário4 aumenta o risco de os cidadãos, em particular as crianças, deixarem de tomar uma vacina quando se deslocam de um Estado-Membro para outro. Página 12.
A uniformização da vacinação global com laboratórios, marcas, doses, tecnologias, recomendações e tudo o mais são um fato comprovável e evidencia de que não se trata de política de momento, mas de perspicaz planejamento como se mostra neste relatório. O Laboratório Pfizer se tornou no rei deste oligopólio da vacinação global que tem a GAVI, o CEPI e a Fundação Bill e Mellinda Gates como panos de fundo na articulação.
(8) A necessidade de aproximar os serviços de imunização dos cidadãos requer esforços dedicados para alcançar os grupos mais vulneráveis da sociedade, nomeadamente através de serviços de base comunitária, como farmácias e programas médicos em escolas. Os Fundos Estruturais Europeus, em particular o Fundo Social Europeu e o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional, oferecem oportunidades significativas para os Estados-Membros intensificarem a formação dos trabalhadores do setor da saúde em matéria de vacinação e reforçarem as capacidades das infraestruturas de saúde no domínio da vacinação. Página 12.
Tudo pela vacinação, nada fora dela, é o lema dado aos profissionais de saúde. Não foram poucas as vezes que os funcionários de saúde dos postos de São Paulo a saírem convidando o povo a tomar a vacina, isto nunca aconteceu antes, nem em nenhum tipo de outra campanha pela saúde, nem pelo tabagismo, nem pelo álcool, nem pela gripe, nem por exames de mama, de próstata, e nada, mas de Covid-19 chamam como se fossem grandes vendedores simpáticos a oferecem algum tipo de aperitivo, é absolutamente ridícula esta política dada pelos governantes e pelo setor de saúde pública brasileira, e possivelmente global.
(9) As alterações demográficas, a mobilidade das pessoas, as alterações climáticas e a perda de imunidade estão a contribuir para mudanças epidemiológicas no ónus das doenças que podem ser prevenidas por vacinação, o que exige programas com uma abordagem de vacinação ao longo da vida, para além da infância. Tal abordagem visa assegurar uma proteção adequada ao longo da vida e contribui para uma vida e envelhecimento saudáveis, bem como para a sustentabilidade dos sistemas de saúde. Página 12.
Em primeiro lugar, deve-se ficar claro que este documento é tão científico quanto uma nota de três reais. Faz uma punhalada de afirmações grotescas sem comprovação no debate científico algum. Não provou que a demografia diminui a efetividade das vacinas, aliás, tal afirmação é inaplicável à imunidade e vacinação. O quer dizer esta relação entre mobilidade de pessoas e mudanças epidemiológicas? O deslocamente de pessoas pode causar a mutação viral? E vai impedir como isto, por bloqueio de passagem, impedindo que as pessoas circulem livremente? É isto mesmo que eles querem, aliás, já estão fazendo agora em 2021, pessoas só podem viajar de um país para outro se comprovarem que receberam a vacinação. O que tem a ver as mudanças climáticas com a capacidade de surgirem novas epidemias? Se há algo a ver, não é possível fazer nada com isto, porque a Terra está sempre mudando o clima, para a surpresa anticientífica da classe iletrada que nos governa hoje. Perda de imunidade? Se há perda da imunidade, em quê a vacina poderá ajudar neste processo já que a perda de imunidade é por um indivíduo, e a vacina é, em tese, para fomentar esta mesma imunidade? Se alguém está com problema de imunidae, deve ser tratada a sua imunidade, não vacinado. Mas o que está em pauta realmente é o interesse como se vê de criar uma política de vacinação para o resto da vida do sujeito, ou seja, desde o nascer para um processo de vacinação para combater as doenças ao longo de toda a vida. Se isto não é um controle total sobre o corpo das pessoas, eu não sei o que é, mas isto não possui sentido científico, é apenas um interesse econômico e político. As doenças não vão desaperecer com vacinas, as vacinas são apenas um adiantamento da doença no corpo do sujeito para que ele adquira imunidade natural, não existe isto de ter imunidade por dois meses, seis meses, é para a vida inteira, se uma vacina não afz isto, ela é inútil.
(11) A necessidade de avançar rapidamente na investigação e no desenvolvimento de novas vacinas e de melhorar ou adaptar as existentes requer parcerias e plataformas inovadoras, conhecimentos de alto nível e interligações mais fortes entre disciplinas e setores, bem como investimentos em investigação na área das ciências sociais e comportamentais, a fim de entender melhor os fatores contextuais específicos que estão na origem de atitudes hesitantes em relação às vacinas. Página 12.
Não é necessário investir em ciências sociais para saber por qual razão as pessoas recusam as vacinas, elas sabem que órgãos como a Comissão Europeia, União Europeia, OMS, ONU são apenas órgãos de controle instituídos por famílias de revolucionários globalistas cuja arquitetação a chamam de Nova Ordem Mundial, e são liderados, ao menos no que eu saiba, por Fundação Rockfeller, Fundação Bill e Mellinda Gates, Fundação Ford, Fundação Open Society, e outras. Estas mesmas fundações financiam o projeto do ID2020 que é o projeto de uma Carteira Digital global em que desejam colocar todas as pessoas que não estão inseridas na rede e torná-las rastráveis por meio deste ID. Soma-se o ID2020 à Carteira Digital de Vacinação que a OMS apresentou no dia 31 de Outubro de 2021 aos Estados-Membros e tem como finalidade criar um Passaporte Sanitário que serve de documento, digital, rastreável e que se pretender assegurar que todos tenham tomado a vacina, independente se ela é eficiente se traz efeitos colaterais ou não conforme se verá no artigo de suplemento chamado: Certificado Digital de Vacinação apresentado pela OMS às Nações.
(14) A Comunicação da Comissão sobre a aplicação da Estratégia para o Mercado Único Digital[10] e a Comunicação sobre o Plano de ação para a saúde em linha, 2012-2020[11] recordam a importância da agenda digital para a saúde e a necessidade de dar prioridade ao desenvolvimento de soluções baseadas na saúde em linha e em megadados. Estas iniciativas são reforçadas pela Comunicação da Comissão sobre a viabilização da transformação digital dos serviços de saúde e de prestação de cuidados no Mercado Único Digital[12], a capacitação dos cidadãos e a construção de uma sociedade mais saudável, que visa garantir modelos de cuidados de saúde modernos e sustentáveis e capacitar os cidadãos e trabalhadores do setor da saúde. Página 13[1].
Neste item notamos claramente a intenção já de elaborar um serviço de controle de dados nos moldes que estão sendo feitos o Certificado Digital Covid-19, a Carteira de Identidade Digital ID2020, etc. Eu já havia dito na Análise Geopolítica de 15 de Dezembro de 2021: Tecnologia e Revolução o quanto que a tecnologia digital é na verdade monopolizante por natureza, e o quanto que por isto mesmo ela é ensejada por uma oligarquia que quer por meio dela deter o controle de dados e da informação sobre as pessoas de todo mundo, ou seja, quanto mais avança a tecnologia digital, menos liberdade o ser humano comum tem dela, e é isto o que a própria Comissão Europeia confessa aqui neste item e no seu documento intitulado: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES, sobre a revisão intercalar relativa à aplicação da Estratégia para o Mercado Único Digital: Um Mercado Único Digital conectado para todos:
“As tecnologias e as comunicações digitais têm vindo a invadir todos os aspetos da nossa vida. Temos de lutar por uma Europa que proporcione os recursos necessários aos nossos cidadãos e à nossa economia. E, atualmente, tanto os cidadãos como a própria economia entraram já na era digital.”
Presidente Juncker, discurso sobre o Estado da União de 14 de setembro de 2016,
As sucessivas vagas de mudança tecnológica transformaram as economias e as sociedades humanas, com benefícios a longo prazo para o crescimento económico e a qualidade de vida. A revolução digital em curso tem poder para o voltar a fazer.[2]
Para quem ainda não entendeu até aqui, não sou eu quem digo Tecnologia a favor da Revolução conforme a minha análise de 15 de Dezembro de 2021, mas sim a própria Comissão Europeia dá o nome de Revolução Digital. Ora, revolução aqui não se trata de meras palavras, porque de fato eles estão planejando uma reovlução social planetária por meio da tecnologia digital, a carteira digital de vacinação faz parte desta revolução, existem outros itens que explico na mesma análise citada. O que eles querem é o controle absoluto sobre o seu corpo e o de quem quer que seja, não menos do que isto.
(15) A Diretiva 2000/54/CE13, relativa à proteção dos trabalhadores contra riscos ligados à exposição a agentes biológicos durante o trabalho, estabelece requisitos mínimos para garantir a proteção dos trabalhadores, incluindo a necessidade de oferecer vacinas aos trabalhadores ainda não imunizados, e a Diretiva 2010/32/UE14, que executa o Acordo-Quadro relativo à prevenção de ferimentos provocados por objetos cortantes nos setores hospitalar e da saúde celebrado pela HOSPEEM e pela EPSU, prevê que, se a avaliação dos riscos revelar que existe um risco para a segurança e saúde dos trabalhadores devido ao facto de estarem expostos a agentes biológicos contra os quais existem vacinas eficazes, a possibilidade de vacinação deve ser-lhes proporcionada.Página 13.
Isto significa que a política de vacinação será obrigatória, agravando-se penalidades à liberdade do sujeito se ele se recusar. A criação de duas classes de pessoas: Aquelas que deram os seus corpos, literalmente falando, para os órgãos internacionais cuidarem dela como se cuida de ovelhas de um lado, e Aqueles que por se recusarem, estarão perdendo os direitos fundamentais da liberdade humana como saúde, educação, lazer, de ir e vir, residir onde quer que seja, poder respirar o ar puro, frequentar comércios e acessar serviços que lhe garantam a tal qualidade de vida; tudo isto será negado aos não submissos e aos submissos a tal sistema serão não mais do que escravos do mesmo, tendo os seus corpos e a sua consciência mesma dominada. Isto não é jogo de palavras, é apenas a avaliaação da realidade, é o que se pode compreender desta política já minuciosamente e dramaticamente capitulada por eles já neste documento e que prosseguiu pelos anos de 2019, 2020, agora 2021, e continuará indubitavelmente em 2022 adiante.
(20) O Plano de Ação Europeu «Uma só Saúde»20, da Comissão, apoia os Estados-Membros da UE na luta contra a resistência aos agentes antimicrobianos (RAM), solicita vias simplificadas para a autorização de novos agentes antibacterianos e incentiva a investigação e o desenvolvimento de novas vacinas para agentes patogénicos associados à resistência antimicrobiana. Página 14[3].
No livro de Pascal Bernadin, O Império Ecológico, Bernardin explica muito bem que os órgãos internacionais comandados por este movimento revolucionário que pretende, segundo eles mesmos, a criação de uma Revolução Digital, procuram a criação de inimigos imaginários ou reais que fomentem o medo na população em geral, passe a impressão de unanimidade, e de necessidade de combater um inimigo em comum da humanidade para assim criar mecanismos de aumento do poder e intervenção na liberdade individual, pois que de outro modo o ser humano não aceitaria ceder a sua liberdade[4]. O exemplo destes inimigos são: Aquecimento Global, Asteróide, Extraterrestre, Colapso Energético, Vírus e Micróbios, Buraco na Camada de Ozônio, Rússia, e muitos outros (alguns são dados diretamente por Pascal Bernadin, outros são acrescentados por mim mesmo), o Covid19 é o exemplo atual mais notável de inimigo comum da humanidade em que eles incentivam a vacinação como único meio capaz de barrar este grande inimigo de certo modo invisível, e com isto aumentam o controle sobre as pessoas por meio do discurso midiático depressivo e meramente propagandístico, de puro marketing.
(21) A proposta de resolução do Parlamento Europeu, de 19 de abril de 2018, sobre as hesitações em relação à vacinação e a queda das taxas de vacinação na Europa[5]insta os Estados-Membros a garantirem que os profissionais de saúde sejam devidamente vacinados, a tomarem medidas eficazes contra a desinformação e a darem execução às medidas para melhorar o acesso aos medicamentos. Solicita igualmente à Comissão que promova uma maior harmonização dos calendários de vacinação em toda a UE. Página 14.
Este item 21 é a confissão de um crime premeditado; a fim de diminuir a resistência dos contra a vacinação obrigatória ou contra a sua eficiência ou necessidade, já premeditaram a obrigatoriedade da vacina pelos profissionais de saúde, além de já determinarem de antemão o controle da informação que no linguajar destes órgãos quer dizer “combater desinformação”. Desinformação para eles é o que foje de sua narrativa, quando a verdadeira Ciência é feita de diferentes narrativas que se contrapunham umas as outras, vão se moldando conforme vá se respondendo as perguntas que foram abertas e não respondidas, como eu mesmo já dei o exemplo no começo desta análise: As 24 perguntas que não foram respondidas pela ciência e que no entanto, a narrativa oficial anticientítica é vendida como sendo a mais pura ciência, o mais certo dos cálculos; sim, são cálculos de controle e engenharia social apenas.
(23) A Comissão apoia a melhoria do acesso a vacinas modernas e essenciais nos 77 países mais pobres através da Aliança GAVI, a Aliança para as Vacinas, desde que foi criada, em 2000. Contribuiu com 83 milhões de EUR até 2015 e assumiu o compromisso de atribuir mais 200 milhões de EUR para o período 2016-2020, o que permitiu a imunização total de 277 milhões de crianças no período 2011-2015, estando prevista a imunização de mais 300 milhões de crianças em 2016-2020. Página 15.
Veja só, então é exagero da minha parte dizer o quanto que estão mancumunados estes órgãos internacionais, fundações e instituições globalistas? Eu já citei nesta análise o quanto que a GAVI, CEPI, e outras instituições patrocinadas por fundações como Rockfeller, Bill e Mellinda Gates, John Hopkins e outras. Leia a análise: Certificado Digital, ID2020 Global e Carteira de Vacinação (no Brasil) para entender melhor sobre a atuação destas instituições na política de vacinação global contra a Covid-19 e no controle da narrativa global sobre a sua necessidade.
(24) Os Ministros da Saúde, reunidos na Assembleia Mundial da Saúde em 2012, aprovaram o Plano de Ação Mundial para a Vacinação, com o objetivo de garantir que ninguém fique excluído de imunização vital até 2020. O Comité Regional Europeu da Organização Mundial de Saúde aprovou, em 2014, o Plano de Ação Europeu para a Vacinação 2015-2020. Página 15[6].
Repare para o ano em que se elabora as políticas de vacinação global gradual e sobre como devem ser impostas a todas as pessoas do mundo inteiro, mediante o controle da informação, coleta de dados, e submissão da classe médico-científica: 2020. Não é por acaso que as políticas se extendem até 2020, o evento referido é de 2012 e já estava muito bem definido sobre a sua meta, há ainda outro documento que se chama COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Plano de ação para a saúde em linha, 2012-2020 - Cuidados de saúde inovadores para o século XXI[7]. Os cuidados inovadores seriam as vacinas de RNA e DNA que buscam fazer o corpo produzir as toxinas que o fazem atacar a si mesmo numa defesa autoimune?
Continuando nossa análise:
(25) O Objetivo 3 da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável[7] - «Assegurar uma vida saudável e promover o bem-estar para todos, em todas as idades» - sublinha a importância das vacinas na proteção das pessoas contra doenças. E, através do Consenso Europeu sobre o Desenvolvimento «O nosso mundo, a nossa dignidade, o nosso futuro»[8], a UE e os seus Estados-Membros reiteram o seu compromisso de proteger o direito de cada um a beneficiar do mais elevado nível possível de saúde física e mental, bem como de ajudar a garantir o acesso de todos aos medicamentos e vacinas essenciais a preços comportáveis. Página 15.
Difícil acreditar que toda uma Comissão Europeia seja mais burra e falaciosa do que um candidato a deputado federal no Brasil. Como a União Europeia poderá garantir o ‘mais elevado nível possível de saúde física e mental’ a qualquer pessoa que seja? O que seria o mais elevado nível, a imortalidade? O que seria o mais alto nível, a cura total de qualquer doença? O impedimento da velhice? O impedimento de qualquer transtorno psíquico? Pode alguém prometer isto a outro sem ser um charlatão? Pode alguém em são consciência garantir a si mesmo que nunca adoecerá e que sempre se curará de todo e qualquer problema de saúde física e mental? Não, não pode. A União Europeia também não pode. Ninguém neste planeta pode prometer tal coisa, seria absurdo! Isto é apenas uma ideia tão pueril e fantasiosa, que por si só já mereceria descrédito de qualquer pessoa minimamente capacitada e adulta para avaliá-la. É absolutamente incrível que num documento oficial da UE haja tal nível de especiosidade, tal nível de abjeta afirmação ideológica, simplista, demagógica, que não quer dizer absolutamente nada exceto o controle social, porque esta é a única e verdadeira intenção: A fim de te garantir o que não pode garantir, mas que todo ser humano quer que é a saúde plena de seu corpo e mente, promete cuidar de si retirando sua liberdade sobre o seu próprio corpo, tornando-o num instrumento das políticas públicas da União Europeia e de outros órgãos internacionais. Algúém que ceda a este pensamento de que alguém que não seja divino possa lhe prometer o máximo possível de saúde física e mental já é sinal de que a pessoa não está no melhor de sua saúde física e mental.
(26) Uma ação comum sobre vacinação, cofinanciada pelo terceiro Programa de ação da União no domínio da saúde[9], com início em 2018, pretende concentrar-se na partilha de melhores práticas sobre políticas nacionais de vacinação e na identificação de requisitos técnicos no que diz respeito aos sistemas eletrónicos de informação sobre imunização, a previsão das necessidades de vacinas, a definição de prioridades em matéria de investigação e desenvolvimento de vacinas, bem como a procura de soluções para a hesitação em vacinar.Página 15.
Difícil destacar um ponto: A obsessão por vacinar a todos, a ter o controle de informação por meio da tecnologia, fazer previsões de vacinação e metas, combater a hesitações e discursos contrários à necessidade de vacinação total e global. Em que parte o leitor ainda acha que tudo o que está acontecendo no mundo desde de 2020 é apenas um fatalismo?
(28) A presente recomendação está em conformidade com os princípios da subsidiariedade e da proporcionalidade. Página 15[10].
Completamente enganoso, o princípio de subsidiariedade parte de baixo para cima e não de cima para baixo: O que os indivíduos não conseguem fazer, a comunidade local ajuda a construir, o que esta não consegue, faz a cidade, e depois vai subindo até chegar a escala da nação. Isto significa que o Estado deve ter o menor número de responsabilidades e não a maior parte. O Estado não confere o seu poder até os indivíduos, e sim os indivíduos e famílias que o fazem. A União Europeia é um governo supranacional que está acima das nações, os seus agentes nem sequer são eleitos como numa democracia, apesaar disto, a União Europeia enseja as suas políticas e as aplica a todas as pessoas, suprimindo as liberdades totais das pessoas, já reivindicando como se mostra nestes documentos o controle sobre os empregos, sobre a saúde, sobre os corpos, sobre a consciência das pessoas na desculpa de proteger-lhes a vida e a mesma saúde! Esta desculpa é a mesma do combate ao inimigo invisível da humanidade que Pascal Bernadin denunciara.
RECOMENDA QUE OS ESTADOS-MEMBROS: 1. Desenvolvam e apliquem planos de vacinação nacionais e/ou regionais com vista a aumentar a cobertura vacinal de modo a alcançar até 2020 as metas e os objetivos do Plano de Ação Europeu para a Vacinação da Organização Mundial da Saúde. Esses planos devem incluir disposições para o financiamento e o fornecimento sustentáveis. Página 15-16.
Fica claro a união entre instituições internacionais, governos, e empresas.
5. Garantam, em cooperação com instituições de ensino superior e partes interessadas, que os currículos médicos nacionais e quaisquer programas de formação contínua na área médica incluam ou consolidem a formação sobre doenças que podem ser prevenidas por vacinação, vacinologia e imunização para os trabalhadores em todos os setores da saúde. Página 16.
Mostra o quanto que as profissões médicas e de ciências correlatas foram, são e serão o alvo principal de domínio. Quem pensa que a ciência se desenvolve sozinha e por pura boa vontade de cientistas está enganado, quem ordena o desenvolvimento da ciência é quem a financia, financia pesquisas que lhe dê os resultados desejados, trata-se de provas de convencimento, não de provas cientificas, como é o caso destas campanhas de vacinação, desde cá fica claro que o intento é obrigar a uma narrativa de vacinação total e que seja aceita sem se questionar, independente da vacina, da ocasião, da oportunidade, tem que ser unicamente por vontade política e não por ciência.
6. Aumentem as atividades de comunicação e sensibilização sobre os benefícios da vacinação:
a. Apresentando provas científicas para contrariar a propagação da desinformação, incluindo através de ferramentas digitais e parcerias com a sociedade civil e outras partes interessadas relevantes;
b. Envolvendo os trabalhadores do setor da saúde, as partes interessadas do setor da educação, os parceiros sociais e os meios de comunicação social enquanto propagadores de informação, a fim de combater a complacência e aumentar a confiança na imunização. Página 16[11]
Não, você não está lendo algo de 2021, mas de 2018, com a mesma linguagem, com o mesmo intento, com o mesmno discurso, não é? Pois é, agora consegue compreender o que é o Grande Conluio Global que se levantou contra a liberdade e contra a saúde humana? Desde esta pontuação, fica evidentíssimo o controle político que estas pseudoautoridades encadearam sobre o setor de saúde, pesquisa científica, indústria, governo e também na divulgação de informação. As redes sociais e os meios de comunicação desde o começo já foram colocadas como meios para se impor o discurso unilateral fomentado pelos órgãos internacionais como OMS, Comissão Europeia, GAVI, CEPI, Fundação Bill e Mellinda Gates, controlados por esta mesma elite globalista que tem total interesse na vacinação global. O setor de saúde foi tomado de assalto por esta elite.
Pergunto a qualquer um: Como você pode programar o combate a desinformação de uma vacina que nem sequer existia? A menos que você saiba o pretexto pelo qual ela será desqualificada de antemão, não há razão para se ter uma forte preocupação a ponto de exigir a união de todos os governos, órgãos de imprensa, mídias, empresas, órgãos internacionais e fundações para dizer em uníssono o único modo de discurso e combate a toda e qualquer narrativa contrária que viesse a surgir. O motivo é claro; já sabiam que haveria resistência, resistência esta que não seria gratuita, mas por justamente vir de uma forte dissidência científica que combateria o discurso oficial desta elite da vacinação global, e que conquistaria apoio massivo cada vez maior porque haveria autoevidências de sua má reputação, que é o que está acontecendo agora precisamente.
Dever-se-ia perguntar também como é possível produzir provas de antemão sobre algo que ainda não existe? Parece que a Comissão Europeia e os seus donos não são constituídos de cientistas, ou a ciência não é feita de verdades, mas de intenções.
SAÚDA A INTENÇÃO DA COMISSÃO DE, EM ESTREITA COOPERAÇÃO COM OS ESTADOS-MEMBROS, TOMAR AS SEGUINTES MEDIDAS: 10. Estabelecer um sistema europeu de partilha de informações sobre vacinação, coordenado pelo Centro Europeu de Prevenção e Controlo das Doenças (ECDC), a fim de:
...
b. Até 2019, criar um portal europeu de informações sobre a vacinação, com o apoio da Agência Europeia de Medicamentos, para fornecer elementos de prova objetivos, transparentes e atualizados, disponíveis em linha, sobre os benefícios e a segurança das vacinas e o processo de farmacovigilância; c. Monitorizar a desinformação em linha sobre as vacinas e desenvolver orientações e instrumentos de informação com base em provas para apoiar os Estados-Membros no combate à hesitação em vacinar, em conformidade com a comunicação da Comissão sobre o combate à desinformação em linha. Página 17.
Duas palavras deveriam chamar a atenção: Segurança e Farmacovigilância. Como você vai produzir provas de segurança de vacinas quando estas ainda não existem? A menos que você saiba que haverá resistência por motivos bem fundamentados, porque o que é bom e eficiente, se prova por si, não é necessário este grande aparelho montado globalmente para isto. A outra questão é a Farmacovigilância. O que seria isto? A criação de um sistema de monitoramento da saúde das pessoas por meio do setor de saúde, ou mesmo pela indústria farmacêutica? Hoje vemos que sim, a indústria farmacêutica, única beneficiária geral de toda esta política no campo econômico, está fomentando tecnologias para obrigar e esconder os fatos às pessoas.
13. Reforçar a aplicação efetiva das regras da União relativas à proteção dos trabalhadores contra riscos ligados à exposição a agentes biológicos durante o trabalho, como previsto na Diretiva 2000/54/CE e na Diretiva 2010/32/UE, assegurando, em particular, a formação adequada dos trabalhadores do setor da saúde, monitorizando o seu estado de imunização e oferecendo ativamente a vacinação quando necessário, para garantir níveis adequados de segurança dos pacientes e dos trabalhadores do setor da saúde. Página 17.
Este item indica simplesmente o quanto que o setor de saúde deverá ser enquadrado dentro desta política arbitrária de vacinação internacional, e silenciadas as divergências.
14. Fornecer provas e dados, incluindo através da Rede Escolar Europeia, a fim de apoiar os esforços dos Estados-Membros para consolidar os aspetos relacionados com a vacinologia e imunização nos seus currículos médicos nacionais, bem como nos estudos de pós-graduação. Página 18.
Ou seja, garantir que os futuros profissionais médicos sejam todos adeptos ou coniventes com a vacinação, senão não serão aprovados na profissão, coisa que já é hoje assim, mas que durante esta pandemia piorou muito mais. Este processo ainda está em andamento, não foram poucas as tentativas de ridicularizar ou ignorar médicos que embora não fossem antivacinas, foram críticos à necessidade destas vacinas como o doutor Anthony Wong, médico sino-brasileiro, que morreu no início do ano e a doutora Maria Emília Gadelha Serra.
16. Aumentem a eficácia e a eficiência do financiamento nacional e da UE destinado à investigação e desenvolvimento de vacinas através de esforços para:
a. Reforçar e estabelecer novas parcerias e infraestruturas de investigação, inclusive para ensaios clínicos, facilitando, em conjunto com a Agência Europeia de Medicamentos, o diálogo nas fases iniciais com os agentes de desenvolvimento, decisores políticos e entidades reguladoras nacionais, para apoiar a autorização de vacinas inovadoras, nomeadamente para os casos de ameaças emergentes para a saúde;
b. Desenvolver um roteiro das necessidades não satisfeitas da população e prioridades de vacinação acordadas, que possa servir para fundamentar futuros programas de financiamento da investigação na área das vacinas, a nível nacional e da UE, aproveitando, nomeadamente, o potencial da Coligação para a Inovação na Preparação para Epidemias (CEPI) e da Colaboração Mundial em Matéria de Investigação para a Prevenção de Doenças Infecciosas (GloPID-R)
c. Investir em investigação na área das ciências sociais e comportamentais no que respeita aos fatores determinantes para a hesitação em vacinar, em diferentes subgrupos da população e entre os trabalhadores do setor da saúde. Páginas 18-19.
Coligação para a Inovação na Preparação para Epidemias (CEPI) é uma organização suspeita por carregar os interesses de seu mentor Bill Gates. Além disso, ela tem interesse num projeto de vacinação internacional porque isto lhe garante o lucro, ainda que não fosse necessário. É justamente esta ligação com a atual Pandemia de COVID19 que nos garante afirmar que se trata de uma crise pandêmica forjada, porque foi ideal para eles em todos os sentidos.
E para finalizar a nossa citação do documento:
SAÚDA A INTENÇÃO DA COMISSÃO DE:
24. Reforçar as parcerias e a colaboração com intervenientes e iniciativas internacionais, como a Organização Mundial de Saúde e o respetivo Grupo Consultivo Estratégico de Peritos em Imunização (SAGE), o Grupo Consultivo Técnico Europeu de Peritos em Imunização (ETAGE), os processos da Agenda e da Iniciativa para a Segurança Mundial da Saúde (Iniciativa para a Segurança Mundial da Saúde e Agenda para a Segurança Mundial da Saúde), a UNICEF, bem como iniciativas de financiamento e investigação como a Aliança GAVI para as Vacinas, a Coligação para a Inovação na Preparação para Epidemias (CEPI) e a Colaboração Mundial em Matéria de Investigação para a Prevenção de Doenças Infecciosas (GloPID-R). Página 19[12].
Mostra claramente o quanto que todas estas organizações estão mancomunadas num Grande Conluio global pela vacinação, controle populacional, sobre a consciência individual e a liberdade humana de tomada de decisões com alto potencial discriminatório. Trata-se uma união fascista na tomada de atitudes políticas onde o interesse político-econômico fala mais alto, em nada isto tem de ciência, em nada se procurou divulgar a verdade. A situação em que nos encontramos já é uma perfeita crise premeditada e aguardada pela Elite Global já á vários anos, os seus agentes estão envolvidos político e economicamente desde o começo, o seu interesse é mais do que saúde, é controle social absoluto a fim de fomentar uma Revolução que perpassa a Tecnologia Digital.
[1] Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final, páginas 1-13;
[2] COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES, sobre a revisão intercalar relativa à aplicação da Estratégia para o Mercado Único Digital: Um Mercado Único Digital conectado para todos, Bruxelas, 10.5.2017, COM(2017) 228 final
[3] Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final, páginas 13-14;
[4] Pascal Bernadin, O Império Ecológico, ou A subversão da ecologia pelo globalismo, 1ª Edição, unho de 2015, CEDET;
“A nova ideologia deverá fornecer um ‘princípio central e unificador’ em torno do qual a sociedade mundial poderá se construir e se definir. Esse princípio deverá formá-la por inteiro, permiti-la definir tanto os objetivos sociais quanto as normas de comportamento individual, ser aceito pelos povos do Ocidente e do Oriente, do Norte e do Sul. Ele deverá evitar confrontar qualquer sensibilidade religiosa ou ‘filosófica’, mas, ao contrário, fazer avançar a causa sincretista e a aparição de uma religião mundial...”
Trecho da Sinopse da Obra, só este pequeno parágrafo já revela o como que o Covid-19 se encaixa como princípio central e unificador da política mundial que mina com a liberdade individual a fimd e criar um sistema de controle, governo e rastreamento global, que modifica as relações interpessoais; hoje já vemos as pessoas terem medo de se aproximar umas das outras para não transmitir doenças, vemos pessoas conhecendo umas as outras, estabelecendo diálogos sem nunca terem visto os seus rostos, indagando sobre quantas doses o outro já tomou, tendo por certo que já tomou a primeira. Uso de máscaras, álcool em gel, distanciamento social, três doses da vacina, e convencer o vizinho de que tudo isto é bom e necessário, se tornaram nos sacramentos da religião pró-pandemia, ao passo que os próprios sacramentos da Religião Católica foram secundarizados pelos da Covid-19.
[5] Parlamento Europeu. Comissão do Ambiente, da Saúde Pública e da Segurança Alimentar. Projeto de proposta de resolução sobre as hesitações em relação à vacinação e a queda das taxas de vacinação na Europa (2017/2951RSB) 19 04 2018
[6] Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final, páginas 14-15;
[7] COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Plano de ação para a saúde em linha, 2012-2020 - Cuidados de saúde inovadores para o século XXI, Bruxelas, 6.12.2012 COM(2012) 736 final:
As tecnologias da informação e das comunicações (TIC) aplicadas à saúde e aos sistemas de saúde podem aumentar a eficiência destes, melhorar a qualidade de vida e estimular a inovação nos mercados da saúde1 . Contudo, esta promessa continua, em grande medida, por realizar, como afirmou o Presidente da Estónia Toomas Hendrik Ilves, que é igualmente o presidente do grupo de trabalho de alto nível para a saúde em linha: «Sabemos que, nos cuidados de saúde, estamos atrasados, no mínimo, 10 anos em relação a quase todos os outros domínios na aplicação de soluções informáticas. Sabemos, pela experiência de uma vasta gama de outros serviços, que as aplicações informáticas podem revolucionar e melhorar radicalmente as nossas práticas.» (maio de 2012)2 . O primeiro plano de ação para a saúde em linha3 foi adotado em 2004. Desde então, a Comissão Europeia tem vindo a desenvolver iniciativas políticas específicas que visam promover a adoção generalizada da saúde em linha em toda a UE4 . Os Estados-Membros têm reagido com dinamismo, demonstrando um elevado nível de empenho na agenda política da saúde em linha, nomeadamente através da sua participação em importantes projetos-piloto de grande escala, como o epSOS5 . A adoção em 2011 da diretiva relativa ao exercício dos direitos dos doentes em matéria de cuidados de saúde transfronteiriços6 , que, no seu artigo 14.º, institui a rede de saúde em linha, constituiu mais um passo no sentido de uma cooperação formal no domínio da saúde em linha, com o objetivo de maximizar os benefícios sociais e económicos através da interoperabilidade e da implementação de sistemas de saúde em linha. Não obstante estes progressos substanciais, continuam a existir obstáculos que devem ser eliminados para que se materializem todos os benefícios de um sistema de saúde em linha plenamente amadurecido e interoperável na Europa.
1 A saúde em linha consiste na utilização das TIC nos produtos, serviços e processos de saúde, combinada com uma mudança organizativa nos sistemas de saúde e novas qualificações, para melhorar a saúde dos cidadãos, a eficiência e a produtividade dos cuidados prestados e o valor económico e social de saúde. A saúde em linha abrange a interação dos doentes com os prestadores de cuidados e a transmissão de dados entre as instituições ou a comunicação posto-a-posto entre os doentes e/ou os profissionais da saúde. Página 4.
[8] Declaração comum do Conselho e dos representantes dos Governos dos Estados-Membros reunidos no Conselho, do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia (2017/C 210/01) O NOVO CONSENSO EUROPEU SOBRE O DESENVOLVIMENTO «O NOSSO MUNDO, A NOSSA DIGNIDADE, O NOSSO FUTURO;
“1. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável ( 1 ) (Agenda 2030), adotada pelas Nações Unidas em setembro de 2015, é a resposta da comunidade internacional aos desafios e tendências mundiais no que toca ao desenvolvimento sustentável. Centrada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), a Agenda 2030 é um quadro político transformador que pretende erradicar a pobreza e alcançar o desenvolvimento sustentável a nível mundial. Representa um equilíbrio entre as dimensões económica, social e ambiental do desenvolvimento sustentável, incluindo as questões essenciais da governação e das sociedades pacíficas e inclusivas, reconhecendo as interligações essenciais entre as metas e os objetivos. Deve ser executada na íntegra e não de forma seletiva. Com a Agenda 2030 pretende-se não deixar ninguém para trás e chegar em primeiro lugar aos mais desfavorecidos.” Página 1.
[9] Regulamento (UE) n.º 282/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, relativo à criação de um terceiro Programa de ação da União no domínio da saúde (2014-2020) e que revoga a Decisão n.º 1350/2007/CE
[10] Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final, página 15;
[11] Idem, páginas 16;
[12] Idem, páginas 16-19.
Referências:
Proposta de RECOMENDAÇÃO DO CONSELHO sobre o reforço da cooperação contra as doenças que podem ser prevenidas por vacinação, Bruxelas, 26.4.2018 COM(2018) 244 final;
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES, sobre a revisão intercalar relativa à aplicação da Estratégia para o Mercado Único Digital: Um Mercado Único Digital conectado para todos, Bruxelas, 10.5.2017, COM(2017) 228 final;
COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Plano de ação para a saúde em linha, 2012-2020 - Cuidados de saúde inovadores para o século XXI, Bruxelas, 6.12.2012 COM(2012) 736 final;
Declaração comum do Conselho e dos representantes dos Governos dos Estados-Membros reunidos no Conselho, do Parlamento Europeu e da Comissão Europeia (2017/C 210/01) O NOVO CONSENSO EUROPEU SOBRE O DESENVOLVIMENTO «O NOSSO MUNDO, A NOSSA DIGNIDADE, O NOSSO FUTURO;
Pascal Bernadin, O Império Ecológico, ou A subversão da ecologia pelo globalismo, 1ª Edição, unho de 2015, CEDET;
Regulamento (UE) n.º 282/2014 do Parlamento Europeu e do Conselho, de 11 de março de 2014, relativo à criação de um terceiro Programa de ação da União no domínio da saúde (2014-2020) e que revoga a Decisão n.º 1350/2007/CE
Transformando Nosso Mundo: a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, Traduzido do inglês pelo Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil (UNIC Rio) e revisado pela Coordenadoria-Geral de Desenvolvimento Sustentável (CGDES) do Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Última edição em 11 de fevereiro de 2016. https://sustainabledevelopment.un.org
Outras análises:
Certificado Digital de Vacinação apresentado pela OMS;
Link será publicado (em correção)
Certificado Digital, ID2020 Global e Carteira de Vacinação (no Brasil);
Análise Geopolítica de 15 de Dezembro de 2021: Tecnologia e Revolução
Dr. Robert Malone denuncia a vacinação de crianças contra o Covid19:
Vídeo da Tati, mulher que deu uma entrevista para o canal Brasil Colateral, uma mídia informativa independente, que relatou sofrer uma reação grave da vacina e cuja prova se deu na própria entrevista, porque houve um destacável sangramento pela simples emoção da entrevistada ao dar as minúcias de seu caso. Infelizmente o Youtube, empresa globalista mancumunada com a política deliberada de vacinação em massa como bem relatado nesta análise, derrubou a enrevista, sobrando não mais do que o pequeno trecho consolador que se segue:



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