top of page

A maior ameaça ao Brasil a passos largos

A maior ameaça ao Brasil a passos largos


Nem Bolsonaro, nem Lula, a maior ameaça ao Brasil vem da traição lesa pátria dos Poderes da República: STF, Exército e Congresso Nacional. E o novo Projeto de Lei PL 2.963/19 que fora aprovado no Senado Federal, e garante a compra de até 25% do Brasil pelos estrangeiros, literalmente 25% do nosso território, isto quer dizer a completa derrubada da soberania nacional e a sua entrega às forças estrangeiras, sejam elas quais forem. Este projeto de lei coloca o Brasil a mercê do mais forte, no caso das potências estrangeiras que sejam; Grupo Billdeberg, Clube de Roma, FMI, FEM, Fundações e Empresas Multinacionais, além do PCCh.


Já publiquei um artigo sobre como o STF provocará uma Guerra Civil neste país, leia aqui https://www.geopolis.com.br/post/quem-governa-o-brasil-ou-como-o-stf-provocar%C3%A1-uma-guerra-civil-como-nunca-antes-neste-pa%C3%ADs,

em que mostro como o desvio do equilíbrio dos poderes republicanos é a causa principal da crise que se instalou no Brasil, crise essa que tem como causa única a corrupção moral dos envolvidos que transformaram-se nos donos do Estado, é o famoso Establishment. Mas agora a ameaça também vem de outro poder, do Congresso Nacional. Aquele que deveria ser a representação das vozes do povo, do anseio popular e a busca por preservar os direitos da nação, fazem justamente o seu oposto, e visam aos seus próprios interesses, que na maior parte das vezes, tão vis, que celebram a ideia de compor leis antinacionais, antissoberanias, antipatrióticas, verdadeiramente sabotadoras da nação como esta em que se pretende permitir a compra de até 25% das terras por empresas e entidades estrangeiras sobre o Brasil. O simples fato de tal projeto de lei ter sido criado por um congressista brasileiro, já deveria ser motivo mais que suficiente para perder o seu cargo por crime de lesa pátria, pois é isto que constitui tal projeto de lei, um crime hediondo contra a nação e unidade nacional.


Entre os vários problemas existentes neste projeto de lei está no fato de que ela fornecerá as bases para a instalação de soberanias estrangeiras sobre o território nacional, ou seja, partes do território do Brasil passariam a ser informalmente territórios de potências estrangeiras. Há atualmente uma corrida entre os bilionários e as potências nacionais e econômicas globais, sejam países ou empresas, na compra de terras agricultáveis como garantia de produção de alimentos no futuro. Quem pensa que quem tem a tecnologia domina, está enganado. Atualmente os bilionários estão se concentrando em se tornar em grandes fazendeiros, Bill Gates, personagem icônico da tecnologia digital e IA, está se tornando num exímio comprador de terras nos EUA. A China, país que já esgotou sua fronteira agrícola, precisa aumentar o seu consumo de alimentos, e busca terras agricultáveis pelo mundo para poder controlar preços, terras e políticas, o que no fim das contas significa que ele deseja criar protetorados produtores de alimentos fora dela para fornecer alimentos à preços que ela queira à ela mesma. Os países europeus não possuem condições de aumentar sua produção de alimentos, pois suas fronteiras agrícolas já foram esgotadas. A população mundial continua crescendo e o consumo de alimentos é cada vez maior, por isso a requisição de terras agricultáveis é cada vez crescente. Se alguém pensa que são pessoas comuns que queiram comprar fazendas e cultivá-las no Brasil tais como os imigrantes dos fins do século XIX e início do XX está perfeitamente enganado, tratam-se de empresas e organizações supranacionais e mesmo nacionais - como no caso chinês, onde as empresas são braços do PCCh - os interessados em transformar o Brasil num grande fazendão para os seus interesses.


Ao invés de facilitar o acesso à terra pelos brasileiros e à tecnologia e informação para aumentar a sua produção e o sucesso dos agricultores, ocorre esta proposta infame de antipatriotas que desejam vender literalmente o Brasil para as empresas estrangeiras. Ora, é preciso entender que tudo está sendo orquestrado para destruir as nações, em especial o Brasil, colocando-o como mero fornecedor de matérias primas para as demais potências econômicas e políticas estrangeiras.


A compra de terras agricultáveis pelos metacapitalistas dará vazão para que eles criem os novos feudos para a nova revolução. A nova revolução 2030 pretende retirar das mãos do povo a propriedade privada, leia o artigo https://www.geopolis.com.br/post/voc%C3%AA-n%C3%A3o-ter%C3%A1-nada-revolu%C3%A7%C3%A3o-2030-ou-a-reascens%C3%A3o-do-comunismo Você não terá nada ou Reascensão do Comunismo para entender que os globalistas pretendem cada vez mais retirar a propriedade privada e torná-la apenas alugada, apenas serviço prestado. A propriedade privada de todo o globo e de tudo o que ela contém passaria a ser pertence às megacorporações globalistas mais conhecidas como multinacionais, e suas respectivas fundações, cartéis, oligopólios e empresas. Leia o Manifesto de Davos 2020 https://www.geopolis.com.br/post/davos-manifesto-2020-the-universal-purpose-of-a-company-in-the-fourth-industrial-revolution para entender que eles veem as empresas e megacorporações globalistas como os novos agentes de transformação social, política, cultural e até cosmológica para a humanidade no futuro. Ou seja, o protagonismo das transformações cabem a elas. Este protagonismo já está sendo exercido desde agora pelo desenvolvimento das políticas públicas sobre o combate à Pandemia de Covid19; todas as ações tomadas pelos governos no mundo inteiro, desde prefeitos até presidentes, e de profissionais autônomos até CEOs foram por obediência às diretrizes criadas por um grupo privado de pessoas e agentes reunidos no Event 201, um encontro realizado em 18 de Outubro de 2019 para simular uma pandemia de coronavírus 2019 que poderia surgir num país emergente como Brasil ou China, em todo caso como supostamente de origem natural. Todos os efeitos decorridos da pandemia foram previstos durante este encontro do Event 201, e portanto foram queridos e não evitados. Não evitados, pois os efeitos indesejados pelo povo foram justamente os queridos por eles, quais sejam o empobrecimento, desemprego, monopolização e dependência cada vez maior deles - dos globalistas e de suas ações perante o mundo - pois assim eles poderão levar adiante o seu projeto revolucionário de extinção da propriedade privada.


...
IV: Uma companhia serve à sociedade através de várias atividades, apoia as comunidades em que trabalha, e paga justas taxas que lhe cabe. Garante segurança, ética e eficiente uso dos dados. Atua como um administrador do meio ambiente e do universo material para as futuras gerações. Conscientemente protege nossa biosfera e protege uma circular, partilhada e regenerativa economia. Continuamente expande as fronteiras do conhecimento, inovação, e tecnologia para aprimorar o bem-estar das pessoas.
...
B- Uma companhia é mais do que uma unidade econômica de geração de riqueza, cumpre as aspirações humana e social como parte de um sistema social mais amplo. Desempenha o dever de medir não apenas o retorno aos investidores, mas também como ele alcança o seu meio-ambiente, social e bons objetivos de governança. A Remuneração executiva deve refletir a responsabilidade das partes interessadas.
C- Uma companhia que tem um alcance multinacional de atividades não apenas serve a todos estes investidores que estão diretamente engajados, mas age em si mesma como uma parte interessada – junto aos governos e sociedade civil – de nosso futuro global. A cidadania corporativa global requer uma companhia para atrelar seu núcleo de competências, seus empreendimentos, habilidades e recursos relevantes em esforços colaborativos com outras companhias e partes interessadas para melhorar o estado do mundo.
...

O Brasil é o país que possui a maior quantidade de terras agricultáveis do mundo. E sua produção de alimentos garante a nutrição de 2 bilhões de pessoas neste mesmo mundo, segundo dr. Evaristo Miranda em uma palestra publicada pelo Instituto Plínio Corrêa de Oliveira em seu canal no youtube, https://www.youtube.com/watch?v=3ZFL1PpY-bw sendo que o Brasil possui apenas 220 milhões de pessoas, ou seja, o Brasil alimenta 9 vezes mais pessoas do que possui em seu território. Países como China dependem enormemente da importação de alimentos vindos do Brasil, sobretudo de farelos e grãos.


A produção tecnológica do Brasil e o seu parque industrial veio sendo destruído ao longo das últimas décadas por esta relação de mera exportação de commodities para China e outras potências industriais. Isto feriu tanto a economia do Brasil que o país teve de importar insumos básicos para hospitais como máscaras e luvas da potência sínica. Quantas empresas brasileiras tornaram-se em meras importadoras de produtos selados? Muitas, e isto foi destruindo a dinamicidade da economia brasileira cada vez mais dedicada à prestação de serviços.


Ora, dizem que os países mais desenvolvidos possuem economia de terceiro setor como sendo mais desenvolvidos do que os de segundo ou primeiro setor. Mas isto provou-se ser absolutamente falso. Os países desenvolvidos sejam de terceiro setor, sejam industriais, cada vez mais dependem da produção de alimentos e recursos naturais dos países de produção primária. Isto faz com que aqueles que possuem mais recursos naturais tenham mais valor de mercado do que aqueles que possuem apenas o parque industrial e o setor de serviços. A posição do Brasil neste sentido se torna a de primeira grandeza, está em primeiro lugar no mundo em recursos naturais e pode assim ditar as regras do mercado de indústrias e serviços diversos. O Brasil pode por meio disso agregar valor aos seus produtos primários. e é exatamente por isso que os países por meio das empresas estão almejando comprar as terras agricultáveis, além de minas para exportação de commodities. A lógica é a mesma que eu já expliquei: Tendo a posse dos recursos naturais é possível ditar as regras de preço e assim impor sua vontade no mercado industrial e de terceiros serviços. As grandes potências, sejam globalistas, sejam nacionalistas, ambicionam e planejam dominar cada vez mais o Brasil e seus recursos naturais justamente para controlar o mercado mundial futuro! A Pandemia de covid19 mostrou o quão frágeis são as economias ditas desenvolvidas de terceiro setor, países como Portugal e Espanha estão vendo suas economias esfarelarem-se como os grãos de soja exportados do Brasil para a grande fábrica de processamento que é o Império do Centro.


Assim sendo esta é a maior ameaça ao Brasil, ao admitir a posse por estrangeiros e por potências alheias à nação brasileira das suas terras agricultáveis e soberania. O Brasil não somente perderá a sua ÚNICA chance de ser potência desenvolvida, como também perderá a liberdade de usufruir de suas potencialidades, empobrecendo e submetendo o povo brasileiro aos ditames do mercado internacional para sempre e de maneira monopolizada.


Todo este processo de compra de empresas, de terras, de recursos, de setores e de setores políticos tem como finalidade máxima a criação do Megamonopólio Global. Este processo inclui a destruição da economia de base (pequenas empresas de terceiro setor e pequenas indústrias, além de produção primária), o empobrecimento geral da população de classe média, a concentração de riqueza e poder aquisitivo nas mãos das megafortunas e a total dependência econômica da mesma classe média pelas megacorporações globalistas a dominarem todos os setores do mercado. Isto já está sendo instalado a passos largos com a crise econômica provocada pela Pandemia.


O mais intrigante que quem criou tal projeto de lei infame foi o filho da senadora Kátia Abreu, o senador Irajá Silvestre. Ela que representa, supostamente, os interesses da bancada ruralista, coloca em cheque o futuro da mesma agricultura brasileira. O que as classes econômicas mundiais mais querem é uma maior liberdade para comprar terras e explorar os seus recursos no Brasil. Mas a maneira disso é como já expliquei, é por empresas e não pessoas individuais que queiram morar e construir suas vidas aqui no Brasil. Essas empresas adquiririam grandes quantidades de terras, estas funcionariam a longo prazo como feudos onde o poder do estado brasileiro poderia perder a sua capacidade de soberania, e sobretudo o brasileiro perderia o seu poder de barganha já que a posse dos recursos ficaria comprometida, e ao contrário, ficaria submisso aos preços dos produtos que seriam importados cada vez mais.

Comentários


bottom of page