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A fuga dos pensadores livres das Grandes Redes

Iniciou-se uma nova guerra, não convencional, da liberdade dos pensadores livres para discutir no ambiente digital contra as donas deste mesmo espaço digital apelidadas de "Big Techs". Empresas como Facebook e Twitter que praticamente controlam as maiores redes sociais do mundo estão agora travando uma guerra contra todos os usuários que as utilizam para divulgar suas próprias opiniões. Para isto, é preciso impor uma necessidade, e no caso, é combater as chamadas "fake news", "extremismos", "radicalismos conservadores", e etc. A fim de defender a liberdade da manipulação das grandes corporações e da Esquerda Revolucionária, tudo é permitido, desde a silenciação das vozes, até a morte mesma delas, literalmente falando. A morte de conservadores não significa absolutamente nada, exceto chacota para a galera dos liberals americanos, ou da esquerda bolivariana, comuno-petista brasileira. A prisão de jornalistas como Oswaldo Eustáquio ou ativistas como Sara Winter se tornam necessárias para a própria manutenção da "democracia", que significa manter o establishment esquerdista, o parasitismo estatal dos donos de partidos políticos, o avanço progressista da ciência antirreligião e relativista da moral.


A guerra do STF contra o povo brasileiro é um terreno da batalha que ocorre também no mundo digital. O inquérito das Fake News já significa em suma, que a nova guerra político-ideológica ocorre nos meios digitais, pois foram neles que Bolsonaro e Trump alcançaram os cargos políticos elegíveis. Por esta razão, as Big Techs, donas deste mesmo espaço, entraram no perfeito conluio com as megas corporações multinacionais e midiáticas para conter e reter parcialmente ou totalmente o avanço da organização dos conservadores no mundo inteiro, principalmente no Estados Unidos e no Brasil. Por esta razão, até o próprio Trump, que ainda é o presidente do país mais poderoso do mundo, está sendo censurado e até mesmo banido das redes sociais, impedido de ter meios de comunicação com o próprio povo por meio das plataformas das Big Techs! Censurar chefes de estado pelo mundo pela internet, significa dizer que as Big Techs se tornaram já neste exato momento em que escrevo estas linhas mais poderosas do que as próprias nações! São elas, e não mais o exército quem detém as maiores forças das armas.


Nem armas de fogo, mas de informação e dados, nem exércitos, mas cérebros, nem quartéis, mas servidores de dados, nem presidentes, mas donos de redes sociais são os que detém o poder de fato no mundo atual. qualquer pessoa pode ser censurada, anulada, apagada de meios até mesmo essenciais de sobrevivência sendo anulada por completo das redes sociais. A pandemia de coronavírus acelerou absurdamente este processo, porque na verdade faz parte deste mesmo processo. isto quer dizer que estamos no meio de uma guerra, onde há vários palcos de batalha, as redes sociais são algumas delas, e os conservadores têm que lutar contra os próprios donos das redes sociais, ou seja, é uma luta descomunal entre um gigante e uma formiguinha de baixo dos seus pés.


A batalha pela internet ainda pode ser vencida por ambos os lados, porque ainda ninguém especificamente é dono da internet, ela é uma frequência de dados a circular no ambiente. Mas isto não significa que será livre para sempre, porque as Big Techs pretendem ser as donas, as rainhas da internet. Estas grandes empresas de tecnologia se unem cada vez mais, e nesta pandemia se acelera a passos largos, para formar um império digital de fato, onde nada escapa à sua autoridade. Então o que vemos e devemos enxergar é que os espaços da internet são os novos feudos do século XXI, os usuários são verdadeiros átomos humanos soltos que ora precisam se unir para combater os mesmos senhores feudais que se pretendem serem reis absolutistas da tecnologia.


É o início de uma nova cruzada, digital... e os pensadores livres que desejam ter a liberdade de expressão e de seu pensamento, e até de coordenação, precisam procurar meios de sobreviver na própria internet, e ao mesmo tempo barrar o poderio das big techs. O que será da internet? Não sabemos, mas assim como sobre a época das cruzadas, já há uma imensa massa de ignorantes que não percebem os rumos para os quais estão sendo encaminhados, é a ditadura suprema da tecnologia.

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