top of page

A Destruição da Inteligência Humana pela covid19

Atualizado: 27 de mar. de 2021


Essa imagem extraída da internet aponta a loucura psicopata e assassina destes grupos políticos revolucionários. Agora a tal ponto de buscar mãe que não se dão bem com os seus filhos para levá-los a um experimento assassino "pelo bem da humanidade".


Se há um sintoma grave nesta pandemia de Covid19, é a destruição da inteligência humana. Esta fora ferida por um ataque grave que abjetamente esconde a verdade, manipula os fatos, subverte a lógica simples, humilha detratores e obriga ao discurso único imputado de cima para baixo numa pirâmide invertida de valores. A sociedade humana perdera o seu valor, a opinião popular não existe, só existe o que a mídia discursa para as massas, só existe o que a elite econômica e política ordena às mídias sustentadas. Crer no Pai Nosso já não nos livra do mal, pois o mal quem nos livra é a confusa OMS, esta diz algo hoje, outra amanhã, mas ainda há aqueles que acreditam que seja porque ainda é um desafio compreender este vírus, compreender uma pandemia cujas ações políticas estão sendo tomadas exatamente como nos diversos livros e documentos em que a mesma elite preparara e anunciara outrora. Meu caro, a conversa de que existe improviso nas tomadas de decisões políticas deve ser tirada do nosso vocabulário, pois ela não existe, mesmo num momento como este, tudo é planejado e ensejado para que dê os efeitos propositados.


As pessoas ainda pensam que os políticos estão lá para levar ao progresso da nação e da construção do desenvolvimento da polis. Não, meu filho, em geral todos os que estão na política estão porque alguém quis que ele entrasse lá, e esse alguém não é o eleitor, isto é a coisa mais óbvia. Antes do político acatar a vontade dos seus eleitores, ele acata e lambe as botas de quem ele é empregado e servo fiel. Você não pode confundir o ideal com o real. Mas no Brasil todas as pessoas confundem o ideal com o real, e por isso mesmo caem num discurso boboca e altamente fantasioso do João Dória que diz agir “em nome da Ciência e da Vida”. Ora, estes termos não podem ser atribuídos como valores em si, pois vida é vida de alguma coisa, ciência é ciência de alguma coisa, elas em si mesmas são uma abstração de sentimentos, e isto é a única coisa que o João Dória apela, sentimentos, nada mais. Se o leitor quiser parar para pensar, deve pensar no que seja a vida, e o que significa defender a vida, saber o que é ciência, e saber o que quer dizer defender a ciência. Nenhuma pessoa normal vai dizer que é contra a vida, nem que é contra a ciência. Então contra quem o João Dória está discursando? Ele não está defendendo a vida e a ciência, ele está defendendo o seu discurso sobre o que seja a ação a tomar durante a pandemia, com a desculpa de defender a vida e a ciência. Mas defender a vida e a ciência de quê e de quem? Defender a vida dos velhinhos? Muito bem, mas como? Trancando os comércios e destruindo a microeconomia de base. Isto equivale a matar o pobre trabalhador autônomo e informal de fome, adoecer os velhinhos de depressão, aumentar a fome das crianças e aumentar a subnutrição da população em geral, equivale a diminuir a imunidade geral da população tornando-a mais sensível às doenças contagiosas. Portanto que raio de defesa da vida e da ciência é essa que é contra as mesmas? Percebe a loucura no discurso?

A loucura no discurso está nas diversas formas de manipulação da linguagem para difundir sentimentos nas pessoas, sentimentos estes que despertam o pânico e a reação imediata como trancarem-se em casa, fazer estoque de alimentos, exigir o trancamento de ambientes públicos e etc. Eu nunca ouvi falar na minha vida até hoje que a praia e o mar são lugares suficientemente perigosos para propagar doenças virais respiratórias. Isto não possui embasamento científico algum. Em primeiro lugar, a praia é um banco natural de areia completamente purgado de vírus e micróbios em geral, estes quando deparam-se com o calor da areia, com o sal das águas e com a luz do sol são pulverizados e viram um nada literalmente. Mesmo se as pessoas estiverem aos milhares nas praias, não iriam passar de uns para os outros, exceto se beberem em mesmos copos, comerem nos mesmos pratos, beijarem bocas uns dos outros ou cuspirem na cara uns dos outros, coisa que obviamente não acontece e nem está diretamente relacionada com a praia, pois comer e beber não são atividades inerentes de ir às praias, ao contrário, a atividade própria da praia é andar e banhar-se, coisas completamente inofensivas à saúde de pessoas saudáveis. Ora, por acaso os nossos governantes acreditam que o mar pode transmitir covid19? Então isto é o que divulga a nossa classe jornalística e política por meio da manipulação da linguagem e da proibição às praias sem passar pelo crivo da realidade concreta e científica. As pessoas que acreditam em tal discurso só poderiam ficarem paranoicas mesmo, elas só poderiam fugirem de tudo e de todos e ainda exigirem que o governo torne-se num execrável observador onisciente draconiano nos cuidados da saúde pública das pessoas. Isto é um efeito emburrecedor, isto é um atentado à inteligência humana. A loucura no discurso está em supor que ao ar livre as pessoas correm mais riscos, quando na verdade é ao contrário, elas precisam ficar mais ao livre, respirar ar puro, aliviar os pulmões, receber a luz do sol. A luz do sol tem o duplo efeito: Ela mata germes e principalmente os vírus, e ainda estimula a produção de vitamina D, essencial para o fortalecimento da imunidade do corpo, fora que o próprio fato de caminhar, exercitar, e andar ao ar livre, sobretudo em meio à natureza como praia e parques estimulam o bem estar físico, emocional e psicológico, e tudo isto é uma poderosa combinação de fatores que estimulam o bom desempenho da imunidade. Tendo isto como pressuposto básico no cuidado com a vida humana, toda forma de prender o homem dentro de suas casas para o seu próprio bem é na realidade a tentativa de matar aos poucos este homem ou, pior, rapidamente. Esta ânsia por trancar as pessoas e as cidades com a desculpa que o mundo lá fora é perigoso por causa da covid é o mesmo raciocínio usado pelos pais quando proíbem os seus filhos de saírem de suas casas porque lá fora existem bandidos, é exatamente assim que as classes letradas nos veem, como crianças a serem cuidadas por eles.


Em um dia de trabalho escutei relato de uma colega e a forma como ela está lidando com a sua mãe idosa dentro de casa: Toda vez que ela chega em sua casa, sua mãe é levada para o quarto e trancada a fim de que ambas não tenham contato uma com a outra de maneira direta. Abraçar netos? Nem pensar, estes podem estar infectados. A vovó só pode sair quando todos estiverem fora da casa devidamente higienizada com álcool em gel em todas as superfícies. A comida deve ser colocada num mínimo de abertura da porta. Assim, mãe e filha, vó e netos separados por uma parede dentro da própria casa. Esta senhora fora colocada na prisão domiciliar para até surgir uma vacina que resolverá todos os problemas. Isto já é um grave efeito de enburrecimento dado graças à Grande Mídia, única “formadora” de opiniões ‘verdadeiras’ a respeito da Covid19. O destino dessas pessoas é muito triste, pois elas serão vítimas da sua própria tolice. É compreensível que tal colega faça isso com sua mãe idosa, é compreensível o medo que tenha, mas tirar da vida de uma pessoa a liberdade e querer prevenir dela de todo contato com o mundo externo é verdadeiramente matá-la, a sua personalidade, a sua vida e essência, é acelerar a sua velhice e angústia para uma falsa esperança, já que a vacina é apenas uma hipótese de solução, mas ainda não é a solução. De onde vem esta ânsia pela vacina? Vem do discurso midiático que vocifera dia e noite intermitente propaganda sobre a necessidade da vacina; “A nossa única esperança é a vacina para a nossa vida voltar ao normal”, este é o discurso básico propagado em todos os ambientes profissionais e amadores.


No meu trabalho, numa rede de lojas de conveniência, escutei do radialista o seguinte evoluir das narrativas: “A nossa única esperança será a vacina e aí a nossa vida voltará ao normal”… “Enquanto não tivermos a vacina, não poderemos nos abraçar, nem trocar beijinhos, a vacina é a nossa maior esperança”, ...”já temos a vacina, Graças à Deus, mas ainda não podemos relaxar, agora que estamos quase vencendo, precisamos manter os cuidados, usar álcool em gel, manter distanciamento social (esta rede de lojas é a mais movimentada da cidade e ali o que não é possível é manter distanciamento social), usar máscaras, até que a vacina chegue para todos”, …”já temos a vacina, mas nem todos a receberão, ainda demorará para que todos sejam imunizados e possamos voltar ao normal, por isso é necessário manter os cuidados...”, “mesmo quem já tomou a primeira dose da vacina, precisa continuar mantendo as medidas de prevenção e cuidados, todos devem ser imunizados para que assim possamos voltar ao normal”, ...”ainda quem tenha tomado já duas dozes da vacina, precisa continuar mantendo os cuidados, não pode-se relaxar agora que estamos quase vencendo...”. Parece que é um agente de saúde da OMS, Prefeitura, ou um membro do Ministério da Saúde, ou ainda um dos intelectuais a fazer discurso no Fórum de Davos e Fórum Econômico Mundial, mas trata-se de um mero cidadão normal a livremente adotar o discurso globalista por convicção dogmática de que os órgãos internacionais e a Grande Mídia pregam a verdade absoluta. Não creio que sequer esta pessoa saiba o que seja globalismo, nem quem enseja o discurso que ele repete aos colaboradores e clientes da rede de lojas, mas ele sem perceber colabora para o avanço do discurso único das vacinas e das políticas adotadas globalmente, inclusive por João Dória, isto é, o discurso único dos globalistas, discurso este que evolui para uma não-solução. Você percebeu que ele começou a falar que a vacina era a única esperança para a vida voltar ao normal, e no fim ele já avisa que mesmo quem já tomara 2 doses da vacina não estará imunizado e portanto não pode voltar a viver ao normal? Isso porque se trata de um carinha qualquer que repete este discurso pela conveniência pública, imagine o que os globalistas dizem sobre tudo isto? “A vida não voltará ao normal, nunca, jamais, atingimos a um ponto de inflexão na história da humanidade, sem retorno”, quem diz isso é nada mais nada menos que Klaus Schwab, presidente do Fórum Econômico Mundial em seu livro escrito em menos de 6 meses após o começo da Pandemia: Covid-19: The Great Reset![1]

A destruição da inteligência pela Covid19 passa ainda pela polícia militar dos estados que obedecendo às injustas leis e decretos de seus governadores, impõe o poder estatal e ditatorial sobre o trabalhador comum como se este fosse bandido. Ora, estamos caminhando para uma ditadura em que não haverá para onde haja exílio, pois que o conluio da classe política, dos governadores, dos médicos, da classe jornalística e pseudointelectual brasileira junto à elite internacional possui como aval a ignorância irremediável do povo brasileiro e daqueles que dão o poder de polícia: Exército e Polícia, além disso, a abrangência desta ditadura engloba o mundo inteiro e não terá objetivamente local de refúgio para uma sociedade que queira viver à parte desta ditadura.

Quando n'altiva Roma reinou tempo,
Q ue parece do q'hoje reina em* França^
"O modelo ter sido, quando nella;
Cônsules inda, ou já Imperadores,
Humildes Capitães, d'hum dia ao outro
Cézares se tornavão, ou tyrannos
Déspotas do Universo, que querião
Subjugar não somente Bens , e Corpos
Das rendidas "Nações, mas dominar-lhes
Os Corações, e as almas; tempo infausto
Quê mal d’ouro chamarão, ferreos sendo,
Em q'o atroz Scipião fazia a guerra
Ao dócil Viriato, huma partida
De suas Legiões, Águias cruentas
Já então contra pombas, salteando
Descuidado lugar, surprender pode
Bando enorme d’Esposas, Pais, Maridos,
Que prezos conduzião; mas na surda,
Espessa noite sendo-lhes preciso
Alto, e pouzo fazer, sepulta em somno,
E pode ser que em vinho, a tropa iniqua*
Huma das Varonis, gentis Mulheres,
Asseverão alguns q'a própria Osmia,
C'os alvos dentes desatando as cordas
A hum dos Varões, os mais este desliga
E em castigo da pérfida arrogância
Com suas próprias armas assassinas
Assassinados são os Malfeitores![2]

“Quando na altiva Roma, houve tempo

que hoje parece ser também o nosso,

mas cada qual ao seu modo;

quando ontem míseros empreendimento,

jornalistas, governadores e STFs,

Cesarinhos se tornaram, tiranetes,

Déspotas do Universo, que querem

subjugar não somente os bens, e corpos

das suas instituições ou de suas casas,

mas a própria alma,

e a liberdade do indivíduo de ir e vir,

de viver e de existir.

Mais do que tudo querem

subjugar a Deus e os Sacramentos,

coisa que os antigos Napoleões, Alexandres Grandes,

Hitleres e Stalins se contorceriam de pavor.

Tempo infausto que chamam de “Era Digital” ou pior,

de “Estado Democrático de Direito”,

Escravidão do ‘Bem’ seria melhor chamado,

em que tolos Dórias e companhias

fazem guerra ao Capitão atado,

tendo uma parte de suas polícias,

Abutres que se acham águias,

a perseguir pombas velhinhas e garotos em desporto,

salteando a multar e punir podem ao trabalhador,

pequenos comerciantes, crianças e a todo o povo

a banharem-se sobre as tranquilas ondas do mar

isolados de tudo e de todos.

Presos eles conduzem a estes que saíram de seu lar,

mas o momento que lhes aguarda é uma nova surdina

de que fará-lhes cair ao torpor,

e estas frágeis criaturas contra a pseudopolícia

que com vãs armas iníquas de poder atina

em arrogância castigar-lhe-ão

pelo peso do desprezo

que a história delegar-lhe-á, assim far-lhe-ão.”


Fiz este paralelo poema de um trecho de Brasilíada, Ou Portugal Imune e Salvo para o leitor entender que estamos dentro de um esquema tirano de poder que já se repetiu na história, mas que ao homem esquecer, estará fadado a reviver sempre com as novas circunstâncias que obviamente se ajuntam. E é precisamente esta ignorância criminosa da parte das gentes do mundo inteiro que permitem a ascensão de pseudoguias da boa fé humana. Há um histórico emburrecimento da inteligência para justamente permitir este elevar do poder tirânico. Há uma destruição da inteligência e de sua captação do real para imputar a aqueles que tomados do feitio fetichista da ciência à solução esmerada de um messianismo político e enfadonho.


Só a inteligência individual pode sanar este despeito à dignidade humana porque “só a individualidade conhece algo e a coletividade não entende”[3], como ensina o filósofo Olavo de Carvalho. A inteligência individual, mas nem por ser individual, mas por ela ser a única capacitada a buscar a síntese do real, ela compreende e deve buscar a verdade. Assim sendo, somente usando muito os miolos é que o leitor poderá perceber as incongruências das narrativas criadas pela mídia, pela classe política, instituições e empresas em geral. Este é um trabalho de formiguinha, mas certamente que terá êxito se você tomar parte em não se deixar manipular.


Referências:

[1] Klaus Schwab e Thierry Malleret; Covid-19: The Great Reset, Edição 1.0, 2020, World Economic Forum, Colônia e Gênova, Suíça, página 12.

[2] Thomaz Antonio de Souza e Silva, Brasilíada, ou Portugal immune e salvo, Lisboa na Impressão Régia, 1815, Canto IV Argumento, página 125.

[3] Olavo de Carvalho, Curso Online de Filosofia aula 558.

Comentários


bottom of page