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  • Crise do Direito Internacional

    Crise do Direito Internacional De fato, a escravidão pertence ao número das instituições fós seis, e só existe em nosso período social numa porção retardatária do globo, que escapa por in felicidade sua à coesão geral. Como a antropofagia, o cativeiro da mulher, a autoridade irresponsável do pai, a pirataria, as perseguições religiosas, as proscrições políticas, a mutilação dos prisioneiros, a poligamia e tantas outras instituições ou costumes, a escravidão é um fato que não pertence naturalmente ao estádio a que já chegou o homem. Joaquim Nabuco, Abolicionismo, página 108. Este trecho de Joaquim Nabuco é interessante porque revela onde é que a cultura atual está sendo atacada pelos revolucionários: A antropofagia, já está sendo incentivada cada vez mais a utilização do ser humano, senão como alimento de nutrição, mas como alimento cosmético, como animal de experimento de laboratório, e até os bebês são as maiores vítimas, a tal ponto do futuro da humanidade está em risco por causa da nova antropofagia. Hoje não há um cativeiro feminino, no que concerne à vida profissional, mas há cada vez mais uma pressão para que a mulher seja produtiva como os homens em áreas comuns, e criando pontos de discordância entre homens e mulheres artificialmente. Está sendo destruída a autoridade do pai e da mãe a tal ponto destes estarem abaixo da do estado. A pirataria cresce cada vez mais por meio das atividades ilegais e até criminosas, por causa do excesso também de leis e impostos que este sim são como pirataria às riquezas de um povo. Perseguições religiosas são cada vez mais frequentes, mas não em nome de uma religião, e sim em nome da "democracia", em que até o catolicismo, religião predominante no Brasil, perdeu o status quo de se dizer uma religião que defende a unidade de sua doutrina, não podendo atacar as demais, quer dizer, dizer que as outras não fazem parte da sua doutrina. A proscrição política é cada vez mais comum, mas em forma de linchamento social, desterro não para outro país, mas da própria vida profissional, se confisca bens, proíbe-se de falar em redes sociais, ter conta bancária ou de acessar o próprio dinheiro, se este foi ganhando licitamente ou não, não importa. Mutilação dos prisioneiros, hoje não há uma mutilação física de membros, mas há mutilação da vitalidade da saúde física, psíquica, espiritual e cultural, pela mutilação de diversos membros "espirituais" para a formação de um cidadão livre, e a manipulação da inteligência humana que é a mutilação mais grave que há hoje. A poligamia é incentiva por meio da vida desregrada em sem matrimônio, homens e mulheres são incentivados a multiplicar os parceiros numa vida de solteiro, obtendo, porém, os gozos reservados outrora aos casados, e a proliferação de relacionamentos fúteis, fazendo dos homens em retardatários que não querem casamento, porque o prêmio que buscam o obtém facilmente nas ruas e boates. A escravidão, oficialmente acabada, é o que a nova civilização contemporânea busca aos poucos recriar, e defender, por meio da criação de seu Megamonopólio Global e de seu neofeudalismo corporativista globalista, ao nivelarem as riquezas das nações entre corporações que deterão os recursos e todas as demais classes empobrecidas, alimentando a máquina econômica do Megamonopólio . Este é o quadro moderno de decadência do direito adquirido ao longo dos últimos séculos e que neste século XXI já está a ruir.

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